<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064</id><updated>2012-02-07T02:03:59.789+02:00</updated><category term='Suposto Leitor'/><category term='Portugas'/><category term='liçções de português'/><category term='http://www.blogger.com/img/blank.gif'/><category term='Tinta da China'/><category term='Por Causa'/><category term='Recomendações Para Um Suposto Leitor'/><category term='Literatura'/><category term='Gol'/><category term='Mario de Carvalho'/><title type='text'>Por Causa dos Elefantes</title><subtitle type='html'>Blogue que me ocorreu por causa dos elefantes e pode continuar ou não.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>75</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-7641431552392883639</id><published>2012-02-07T01:40:00.004+02:00</published><updated>2012-02-07T02:03:59.797+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Suposto Leitor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Por Causa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gol'/><title type='text'>Por Causa da Gol: Linhas Aéreas Inteligentes pra Chuchu</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como diria um letrado primo meu da fronteira, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Chê&lt;/span&gt;-loco (aliás, sugestão de nome pra uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;churrascaria&lt;/span&gt; com influências francesas, ou um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;bistrô&lt;/span&gt; com espeto corrido: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Chez&lt;/span&gt; loco, mas estou me desviando do assunto. Vamos sair desses parênteses), pois, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Chê&lt;/span&gt;-loco, tem umas coisa que não me sai da cabeça, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;voltimeia&lt;/span&gt; penso nela. São umas questões da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Gol&lt;/span&gt;, linhas aéreas (pra lá de) inteligentes. Deixa eu me explicar, começando quase do começo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que, por questões burocráticas pra obtenção de visto pra Portugal – que eu levaria 90 dias, três vias e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;dezessete&lt;/span&gt; assinaturas autenticadas pra explicar –, quando vim pra cá pra &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;terrinha&lt;/span&gt;, em vez de comprar uma passagem de volta pra uma data depois do final do meu curso, eu era obrigado a comprar um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;ticket&lt;/span&gt; com data de retorno pra, no máximo, 120 dias da expedição. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Uai&lt;/span&gt;, diria um amigo meu americano que morou em Minas. E eu morro de vontade de explicar, mas não sei até agora fazer isso. Bom, fato é que, dadas as regras, o negócio foi catar as passagens mais baratas possíveis, uma vez que, chegando cá, depois de me darem um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;cartãozinho&lt;/span&gt; de residência, eu poderia e teria (se não quisesse largar o curso) que remarcar o retorno, marchando umas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;taxinhas&lt;/span&gt; de alteração no bilhete. Então, mergulhei nas entranhas dos sites de passagem, e tirei lá do fundo uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;supercombinação&lt;/span&gt; que incluía um trecho &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;POA/&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;SP&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;SP/&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;POA&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;hiperpromocional&lt;/span&gt;, tipo dá-me-dos, oferecimento da gloriosa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Gol&lt;/span&gt;, linhas aéreas inteligentes é pouco, rapá, os caras manjam muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois então, agora em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;janeiro&lt;/span&gt;, todo legalizado por aqui, tinha esta missão: remarcar tudo, antes que vencessem as datas. O trecho Lisboa/&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;SP&lt;/span&gt;, tudo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;certinho&lt;/span&gt;, a facada prevista de taxa, já &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;tava&lt;/span&gt; anestesiado, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;belezinha&lt;/span&gt;. Aí veio &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;o contato&lt;/span&gt; com a nossa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Gol&lt;/span&gt;, linhas aéreas inteligentes e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;estudiosas&lt;/span&gt; do assunto. E foi aí – e sempre que lembro disso – que eu pensei: quando eu crescer, quero ser dono duma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;Gol&lt;/span&gt;. Ou mais: não dá pra entender como é que, vira e mexe, quebra companhia aérea nesse mundo. Não, Suposto, não estudei administração, não sei o preço do combustível, nem como a crise &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;europeia&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;afeta&lt;/span&gt; a aviação. Sim, Suposto, sou leviano. Mas não seja chato, cara. Lê e vê se não faz sentido: eu já imaginava que, pelos parcos pilas desembolsados na passagem, ela deveria se classe z (minúsculo), sem nenhum direito, a não ser o de permanecer calado – vai ver foi por isso que me comuniquei por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;chat&lt;/span&gt; com a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;Gol&lt;/span&gt;, linhas aéreas inteligentes pra cacete, viu? Mas, consciente da minha presumível condição de indigente aéreo, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;contatei&lt;/span&gt; os caras e expliquei a situação. E eles, muito atenciosos, me disseram que, olha, de fato, senhor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;Reginaldo&lt;/span&gt;, o senhor não vai estar podendo transferir sua passagem porque o senhor esteve economizando. Justo. O barato que sai caro, coisa e tal. Daí eu perguntei se tinha mais alguma coisa a fazer. E ele me disse que eu ia ter que estar me apresentando, então. Daí eu repeti: meu caro, nesse dia, estarei a um oceano de distância de São Paulo, sem chances, não embarco mesmo. Feito? Beleza? Façamos assim: não quero mais a passagem, não quero nem meu dinheiro de volta, nem nada, tá? Preparava pra me despedir, quando surgiu A informação: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;ok&lt;/span&gt;, senhor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Reginaldo&lt;/span&gt;, mas a sua tarifa não prevê cancelamento. Donde eu perguntei “E...?”. Então, o senhor vai ter que estar realizando o No &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;Show&lt;/span&gt; (lógico, voo da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Gol&lt;/span&gt;, linhas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;aéreas&lt;/span&gt; espertas, é sempre no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;show&lt;/span&gt;, no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;space&lt;/span&gt;, no nada), mas, retomando, eu teria que estar fazendo No &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;Show&lt;/span&gt; e arcando com a MULTA do No &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;Show&lt;/span&gt;. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;Opa&lt;/span&gt;-la-lá. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;Cumé&lt;/span&gt; que é, meu irmão? É isso mesmo, Suposto. Mesmo que o valor seja ridículo, acontece o seguinte em alguns casos da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;Gol&lt;/span&gt;, linhas aéreas inteligentes o caramba, eles são ge-ni-ais: comprou a passagem, paga, como manda o capitalismo. Voou, beleza. Não voou, paga mais um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;tantinho pra deixar de ser bobalhão&lt;/span&gt;. Por quê? &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;Rá&lt;/span&gt;: regras da casa. As &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;letrinhas&lt;/span&gt; pequenas que a gente sempre diz que leu pra avançar no site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é por isso que eu pergunto, seu Suposto, como é que quebra uma empresa de aviação se dá pra inventar um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;inteligentíssimo&lt;/span&gt; recurso como esse? É como se eu fosse no espeto corrido, surge o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;Agenor&lt;/span&gt; com aquele espetão de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;cupim&lt;/span&gt;, eu digo pra ele Brigado, esse eu passo, mas chama ali o sujeito do coraçãozinho, e aí o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;Agenor&lt;/span&gt;, tranquilo, diz:&lt;br /&gt;‒ Sim, senhor, cinco real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quê? É a Taxa de No &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;Eat&lt;/span&gt;. Ou: comprei um carro à vista, fui atropelado indo buscar o dito e, infelizmente, fui pro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;beleleu&lt;/span&gt; antes de sentir o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;eau&lt;/span&gt; de carro novo. Aí minha família, na hora do testamento, descobre que eu deixei uma dívida na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;Wesley&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;Car&lt;/span&gt;’s. Referente à Multa de No Drive. Confesso que acho a coisa mais esquisita do mundo. Tinha a certeza de que o que eu estava fazendo era semelhante a, por exemplo, comprar duas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;blusas&lt;/span&gt;, usar uma e devolver a outra pra loja intcata, nova, sem tirar do plástico, e sem pedir um tostão de volta. Ou seja, lucrem de novo com o produto. Sim, a dona &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;Gol&lt;/span&gt;, linhas aéreas inteligentes somos nozes, eles são &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;prêmio&lt;/span&gt; Nobel, poderia revender o meu rico &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;lugarzinho&lt;/span&gt; – fora da taxa promocional – e embolsar mais uns trocos. Aliás, poderia não, deve tê-lo feito &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;faceira&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;faceira&lt;/span&gt;. Então por que, meu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;deus&lt;/span&gt;, por quê? E o pior é que eu imagino que, se um dia alguém de lá me explicar, ainda vai me deixar com peso na consciência, que isso &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;afeta&lt;/span&gt; toda a distribuição prevista de peso nas aeronaves, a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;aerodinâmica&lt;/span&gt;, ventos do norte; quando um desalmado como eu dá uma de Tim Maia e faz No &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_68"&gt;Show&lt;/span&gt;, há todo um trabalho de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69"&gt;recálculo&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70"&gt;emergencial&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_71"&gt;compensação&lt;/span&gt; pra salvar vidas. Essas medidas de segurança &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_72"&gt;imprescindíveis&lt;/span&gt; como levantar os assentos dois milímetros antes da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_73"&gt;aterrissagem&lt;/span&gt;. Portanto, no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_74"&gt;show&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_75"&gt;show&lt;/span&gt; me &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_76"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_77"&gt;money&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no final eu fico agradecendo a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_78"&gt;deus&lt;/span&gt; por ser faminto e nunca, até hoje, ter negado uma daquelas medonhas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_79"&gt;barrinhas&lt;/span&gt; de cereal da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_80"&gt;Gol&lt;/span&gt;. Agora, tenho quase certeza de que a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_81"&gt;aeromoça&lt;/span&gt; abriria uma caixa registradora e me cobraria mais alguns tostões. Taxa de No Desfeita.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-7641431552392883639?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/7641431552392883639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=7641431552392883639&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/7641431552392883639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/7641431552392883639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2012/02/por-causa-da-gol-linhas-aereas.html' title='Por Causa da Gol: Linhas Aéreas Inteligentes pra Chuchu'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-6744772513137430271</id><published>2012-02-03T15:43:00.002+02:00</published><updated>2012-02-03T15:52:29.142+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Rascunho e do Inédito</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Espécie de atualização pro Suposto Leitor: seguinte, meu chapa, uma pequena novidade não aqui, mas &lt;a href="http://rascunho.gazetadopovo.com.br/essa-sobra-de-mim/"&gt;aqui, no glorioso Jornal Rascunho&lt;/a&gt;. Esse que é O jornal literário brasileiro resolveu publicar um conto meu (inédito até então) na edição de fevereiro. Pois, então, gostaria de fazer um convite e dar uma dica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O convite é, se não tem acesso ao jornal impresso, acessa ali em cima onde diz "&lt;a href="http://rascunho.gazetadopovo.com.br/essa-sobra-de-mim/"&gt;aqui, no glorioso Jornal Rascunho&lt;/a&gt;" e dá uma lida no conto &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Essa sobra de mim &lt;/span&gt;(é curtinho).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a dica é: assina o Rascunho. Vale a pena. Grandes entrevistas, resenhas, publicações e ainda um estímulo a esse trabalho quixotesco e sensacional com mais de 11 anos de história. E custa só 75 pilas pra receber 12 edições no conforto do lar, doce lar. Bem, é isso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-6744772513137430271?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/6744772513137430271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=6744772513137430271&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/6744772513137430271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/6744772513137430271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2012/02/por-causa-do-rascunho-e-do-inedito.html' title='Por Causa do Rascunho e do Inédito'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-3355144635125866967</id><published>2012-01-22T15:03:00.002+02:00</published><updated>2012-01-22T15:21:23.596+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tinta da China'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Recomendações Para Um Suposto Leitor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mario de Carvalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Portugas'/><title type='text'>Por Causa do Ora Supoisto Leitor</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ê, Suposto, sabe que desde que eu vim pra Portugal, vinha querendo descobrir e escrever sobre autores portugueses? Mas daí, desde as leituras da faculdade até lançamentos do Gonçalo M. Tavares e outras coisas que pintaram no caminho, tudo parecia me impedir de cumprir essa ideia. E as coisas continuam mais ou menos assim. Entonces mandei o idealismo longe e vim aqui falar de um livro de um português que acabei de ler. Não descobri o autor agora, conheço ele desde 2006 e já gostava muito. É o Mário de Carvalho, autor do sensacional &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8535906207"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Era bom que trocássemos umas ideias sobre assunto&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; – se eu fosse tu, Suposto, ia ler esse livro agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas já que tu não foi e continuou aqui, deixa eu falar um pouquinho, coisa rápida, nada de resenha ou aprofundamento sobre &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Quando o diabo reza&lt;/span&gt;. Ganhei de Natal esse romance curto, novelinha, que é o livro mais recente do Mário de Carvalho. Além de ser um objeto lindo (palmas pra &lt;a href="http://www.tintadachina.pt/book.php?code=e9b1e5f296df6868647d74a761ec0b6f"&gt;editora Tinta da China&lt;/a&gt; [que chega em março no Brasil]), é uma interessante leitura. Uma história de golpes que, em alguns momentos, lembra &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os trapaceiros&lt;/span&gt; do Woody Allen e toda a família de filmes e livros de bandidos de araque. Mas com um molho especial: é construído todo em volta de tipos populares, gente normal, cotidiana, de Lisboa. Assim como os golpistas não são grandes coisas, nada perspicazes ou audazes, usam roupas falsificadas pra se apresentarem bem, a vítima também não tem nenhum glamour, um velhote dono de meia-duzia de farmácias, constantemente assediado pela ganância das filhas de vida mais ou menos. Um mundinho completamente mais ou menos, mas superestimado por todos, que se acham merecedores de melhores e mais nobres destinos. Isso contado com um esforço de linguagem muito interessante especialmente pra leitores brasileiros – e, talvez mais ainda pra brasileiros morando em Portugal. O registro, especialmente das falas dos personagens, busca reproduzir a fala das ruas lisboetas. Dá pra sentir o jeito rápido dos portugas do supermercado ou dos bares falarem a cada “Eu lembro-me, camandro”, “Viram bem? Morderam bem a cara do gajo” ou “Ena, pá, isso é tão difícil como varrer a Feira do Relógio como um pincel de Bioxene” que se espalham pelo texto dando cara aos personagens e também a uma malandragem lusa bastante nova pra mim e engraçada. É claro que, se o gajo quiser, pode ir mais fundo na história e na leitura. Pra além da diversão, do desafio de linguagem, &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Quando o diabo reza&lt;/span&gt;, até pelo título, não deixa de trazer o outro lado da moeda da piada: um mundo triste, feito de individualidade (ou melhor, egoísmo mesmo), onde não há possibilidades de sonhos compartilhados. Todo mundo acompanhado e sempre sozinho. Seja em família, seja no casamento, seja na mesa de bar. Mas, ah, daí eu começo a me contradizer nas minhas intenções nesse texto aqui. E, pra falar disso a sério, tem que virar resenha, citar, comparar e o caramba. E eu só quero recomendar. Quando a Tinta da China chegar ao Brasil, eis um bom livro, Suposto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-3355144635125866967?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/3355144635125866967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=3355144635125866967&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/3355144635125866967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/3355144635125866967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2012/01/por-causa-do-ora-supoisto-leitor.html' title='Por Causa do Ora Supoisto Leitor'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-3246473572358423413</id><published>2012-01-19T16:14:00.003+02:00</published><updated>2012-01-19T16:33:06.455+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Suado Dinheirinho do Suposto Leitor</title><content type='html'>Opa, Suposto.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Dou uma passadela rápida por aqui só pra trazer uma novidadezita comercial. Chegam infomrações de que um dos meus livros, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quero ser Reginaldo Pujol Filho, &lt;/span&gt;tá fazendo parte de uma superuperduperpromoção na Livraria Cultura. É a Seleção Literária. Descontos, coisa e tal. Mas, como imagino que o Suposto já tem o Quero Ser, completo a informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Seleção Literária, na verdade, é um conjunto de 24 livros (8 da &lt;a href="http://www.naoeditora.com.br/"&gt;Não Editora&lt;/a&gt;, 8 da &lt;a href="http://www.dublinense.com.br"&gt;Dublinese&lt;/a&gt; e 8 da &lt;a href="http://www.arquipelagoeditorial.com.br"&gt;Arquipélago&lt;/a&gt;) com preços apetitosos até meados de fevereiro. Aproveita, rapá. Pode começar, clicando &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=856124917x"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=856124917x"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-2SCo1QLYkgo/TxgnTm1ie7I/AAAAAAAAAHE/d2EM7TUY32o/s320/_Sele%25C3%25A7%25C3%25A3o" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5699348546233465778" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-3246473572358423413?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/3246473572358423413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=3246473572358423413&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/3246473572358423413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/3246473572358423413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2012/01/por-causa-do-suado-dinheirinho-do.html' title='Por Causa do Suado Dinheirinho do Suposto Leitor'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-2SCo1QLYkgo/TxgnTm1ie7I/AAAAAAAAAHE/d2EM7TUY32o/s72-c/_Sele%25C3%25A7%25C3%25A3o' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-765478091722564571</id><published>2012-01-05T12:00:00.003+02:00</published><updated>2012-01-05T12:08:23.477+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Ano Novo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rápido como quem rouba, como diria o outro, como quem não quer nada: Suposto, tirando o ano, nada de novo por aqui. Mas no site da querida Palavraria, estamos lá, com uma cartinha pra Carla, Heron, Carlos &amp;amp; Cia, falando de pães de queijo, livrarias que se chamam Ler Devagar e por aí e coisa e tal. &lt;a href="http://palavraria.wordpress.com/2011/12/29/cartas-a-palavraria-por-reginaldo-pujol-filho-o-pao-de-queijo-metaforico/"&gt;Te manda pra cá&lt;/a&gt;. E, no Loiras de Bigodes, apresento algunas cervezitas bebidas durante uns diazitos agradáveis por Barcelona. Se quiser conferir, &lt;a href="http://www.loirasdebigodes.wordpress.com"&gt;vai&lt;/a&gt;. É isso, feliz ano novo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-765478091722564571?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/765478091722564571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=765478091722564571&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/765478091722564571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/765478091722564571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2012/01/por-causa-do-ano-novo.html' title='Por Causa do Ano Novo'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-7072751413454259288</id><published>2011-12-24T01:50:00.004+02:00</published><updated>2011-12-24T01:56:11.121+02:00</updated><title type='text'>Por Causa das Estatísticas</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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Não, não que esteja dando problema, não apaga pra subir na lomba (o que seria uma lomba prum blogue?), não aquece o radiador (demais fazer metáforas nonsense), ele funciona bem, vai que é um Dodge.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Tá, então donde é que tu tirou isso, me olha o Suposto Leitor de revesgueio.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Não, é que, dia desses, sem nada pra fazer, tava fuçando nas estatísticas do &lt;a href="http://www.loirasdebigodes.wordpress.com"&gt;Loira de Bigodes&lt;/a&gt; – os blogues tem esse serviço oswald-souziano , pra ver quantas pessoas acessaram, de onde vieram, do que se alimentavam, essas coisas fundamentais. Pois aí cliquei num linque que me mostraria as estatísticas específicas de um post específico e wow: abriu uma tabela mais velha do que eu. Uma tabela, a la Excel que me oferece a possibilidade (fantástica, necessária) de observar todos os acessos do post específico entre hoje e o ano de 1970. Mas vem cá, em 1970 a internet devia ser preto e branca.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-LnxaYKGxUY4/TvUURIxK-uI/AAAAAAAAAG4/Ncizx-aa5es/s1600/estatistica.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 139px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-LnxaYKGxUY4/TvUURIxK-uI/AAAAAAAAAG4/Ncizx-aa5es/s320/estatistica.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5689475988896545506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Ó, o lapso espaço-tempo da dona internet&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Mas que desperdício de pixel.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Primeiro, fiquei pensando que isso deve ser um trote que os caras dão no estagiário do wordpress. O guri espinhento chega lá no escritório e os caras dizem: ó, precisamos de alguém que consiga fazer uma tabela pra mostrar os acessos dos nossos blogues desde 1900 (na verdade o guri ainda tá programando e eu vi uma versão beta – e os veteranos tão rindo dele). O que seria o próximo trote: criar tudo o que fica atrás da tela dos blogues?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Sei lá.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Mas na verdade acho que isso pode ser um recado, um lembrete dessa mania da internet (sim, tratá-la-ei como uma pessoa a partir de agora) de achar que é coisa mais importante da nossa vida, que nos pegou no colo, que sempre esteve lá quando a gente precisou dela, seja no passeio do colégio pro parque Siant Hilaire, seja no nosso primeiro porre, a internet sempre existiu. Talvez seja até um ato falho da internet. Ups, eu disse 1970? Jurei que tinha falado 2000... é parecido, né, mil-no-ve-cen-tos e se-ten-ta, dois-mil... &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Que parecido o que, dona internet? 1970 e anos 2000 só se parecem nas modas que ficam voltando e em ser uma década porcaria pro meu time, o Grêmio. Não vem com essa. Aliás, olha aqui, ó, internet, o tiro saiu pra culatra. Quando vi aquela tabelinha fui pensando, mas, pô, não tinha internet (nem Reginaldo) nos anos 70. Nos 80 e nos 90 eu vivia muito bem sem ti. Com minha Barsa, a revista Descobrir, as Placar, o vídeo game, o Master e o telefone fixo, vou te dizer o seguinte: eu vinha me virando muito bem. E tenho dito.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Quer dizer, sabe, suposto, depois de escrever isso, fiquei com um cutuco: a próxima vez que eu acessar uma dessas estatísticas, periga vir uma tabela desde o ano 1 d.C. Vai ser a internet mordida, querendo me deprimir, mostrando que há mais de dois milênios a história se repete: ninguém, além do Suposto, acessa meu blogue.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-7072751413454259288?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/7072751413454259288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=7072751413454259288&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/7072751413454259288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/7072751413454259288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2011/12/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html' title='Por Causa das Estatísticas'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-LnxaYKGxUY4/TvUURIxK-uI/AAAAAAAAAG4/Ncizx-aa5es/s72-c/estatistica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-6855400185654288458</id><published>2011-12-15T03:02:00.002+02:00</published><updated>2011-12-15T03:18:55.786+02:00</updated><title type='text'>Por Causa da Blowtex</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt; 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Mas, Suposto Leitor, vem cá, meu camarada: a medida de precaução do vivente não era, justamente, o preservativo? Que é isso, a meta-precaução? (releve o trocadilho).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Pois foi essa a notícia chocante do dia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;A Blowtex, muito educadamente, avisou a imprensa, que nos avisa, que há um pequenino lote, coisa de nada, de OITENTA MIL CAMISINHAS que devem sofrer recall por causa de um “problema (que) poderá afetar a resistência do produto”. Não bastasse essa informação preocupante, tem um detalhe que é o sobrenome do produto em questão: Blowtex TURBO. Não é a camisinha pro amigão que quer fazer amor-gostoso cheio de carinho e dengo. É a do campeão. Ele quer botar pra quebrar. É turbo, é nitro, é como se não houvesse amanhã. Mas há amanhã e depois, e a camisinha tá com problema de resistência (ao contrário do turbo-man) e nesse amanhã que vai raiar pode surgir um turbo-man-jr, meu chapa, quando não coisas bem mais complicadas e que ninguém planeja pra vida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;É como aqueles recalls da indústria automobilística. Olha, a gente se deu conta que o freio pode não funcionar. Ou que o motor pode explodir. Mas pega teu carro sem freio e com motor-bomba e vem aqui na oficina que a gente troca e ainda dá uma encerada. Ai, pelo menos eles avisam, se não avisam era pior, eu sei que o Suposto Leitor tá de braço cruzado, me reprovando e dizendo isso. Sim, claro, inequívoco, melhor avisar do que não avisar. Mas o melhor mesmo é perguntar: por que raios botar o produto na rua e DEPOIS testar? Sim, porque é só o que eu posso imaginar. Se tivesse testado antes, não precisava fazer o tal do recall, tô certo, seu Suposto?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Voltando ao Turbo pifado da Blowtex, fico pensando na validade desse recall. Vejamos: camisinha é um troço pra toda a população (ou deveria ser) e a gente sabe que nem todo brasileiro é chegado numa leitura de jornal. Então eu pergunto, será que todo mundo vai ficar sabendo dessa informação? E, mesmo que fique todo mundo sabendo, será que vai ser a tempo? Convenhamos, em geral, camisinha não é vinho que o cara ou a cara compra e deixa guardado pra amadurecer, pra trabalhar (ou pra aguardar um anúncio de recall). É pra trabalhar na hora. Ainda mais a Blowtex TURBO. É aquilo: o sujeito bota a cueca da sorte, tasca um Axe Duplo no sovaco, passa na farmácia, compra a Turbo, toma um Mad Dog e diz É HOJE. Não é assim? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Fora isso, ainda tem a questão climática da coisa. Não é uma anti-propaganda só da Blowtex Turbo. É de todo o conceito de Use Camisinha. Pô, já faz um tempão que os ministérios da saúde e as próprias marcas de preservativo vêm tentando com campanhas e sei-lá-mais-o-quê convencer a moçada (e principalmente a velharada, depois do Viagra) que a camisinha não é um anticlímax, não é chupar bala com papel, não é uma pausa inadmissível na hora do fogo irrefreável (que nem os carros de recall) da paixão, não é broxante. E, agora, imagine a cena. O casal consciente-apesar-do-tesão-louco arrancou roupas, quebrou abajour, correu, pulou, fez, aconteceu e ela manda aquela pergunta de propaganda (não sei por que, mas em propaganda é sempre ela quem pergunta):&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;- Tens proteção?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Ele dispara pralgum lugar onde sabe que tem, tem sim uma camisinha, o mais rápido que pode, pra esses 10 segundos não esfriarem a função, e volta com o pacotinho. Pronto, vambora. Mas, com essa novidade do recall, temos que esperar ainda mais uma etapinha:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;- Hmm... Blowtex Turbo... sabe o lote? É do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;16JUN-B&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Pois é. Mas como diria o comercial aquele de aparelho-pra-queimar-gordurinhas-sem-esforço, não é só isso, tem mais:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;E quem já usou o lote &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;16JUN-B? O amigão de uns parágrafos acima? Além de descobrir que o sexo não foi tão selvagem ao ponto de arrebentar a camisinha, pode ter descoberto outra coisa: um herdeiro. Nesse caso, qual o recall, o que a Blowtex vai trocar ou ressarcir?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt; 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Camarada, vim aqui dividir com quem ainda não visitou o &lt;a href="http://www.suplementopernambuco.com.br/"&gt;Suplemento Pernambuco&lt;/a&gt; o texto que publiquei lá na edição de outubro do jornal. Um pouco maior do que o que eu costumo escrever por aqui, mas, ah, força, Suposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;***************&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As Suspeitas que cercam o "maravilhoso"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Já faz um tempo, participei como mediador de um encontro do Ondjaki com estudantes, durante a &lt;em&gt;Feira do Livro de Canoas&lt;/em&gt;. Conversar com ele sobre alguns aspectos de &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8535914706"&gt;&lt;em&gt;AvóDezanove e o segredo do soviético&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;,  ouvir o cara contar da existência real da personagem título, assim como  da misteriosa AvóCatarina (e de como ela foi misteriosa pro Ondjaki na  infância) e de tantos aspectos biográficos que ele não tem medo de  assumir em relação a esse seu livro – ou a outros – me fez relembrar do  prefácio de&lt;em&gt; &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=856163524x"&gt;O reino deste mundo&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, de Alejo Carpentier. “Mas o  que é a história da América senão toda uma crônica da Realidade  Maravilhosa?”, pergunta Carpentier ao final do prefácio. E eu pergunto,  no início deste texto, o que é a história da infância do Ondjaki senão  toda uma crônica da Realidade Maravilhosa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É mais, muito mais coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas  também é uma crônica dessa realidade maravilhosa, ou fantástica, que  vive na memória do Ondjaki. Imagine um cenário assim: uma ex-colônia  portuguesa, recém independente, transformadaem país comunista com apoio  da URSS. Também uma terra onde convivem a população formada de muitas  tribos com russos e cubanos. Ainda um país onde crenças tribais  angolanas se misturam a ideologias comunistas. Um lugar onde dialetos  locais se embolam com português (de Portugal e das novelas brasileiras),  russo dos soldados e espanhol (ou cubano) dos professores, médicos e  militares que davam suporte ao regime frente às tentativas de invasão  sul-africanas. Consegue imaginar? Pois esse é um pedaço real da história  de Angola e do Ondjaki, e me parece que só narrar com objetividade  essas histórias – se é que isso é possível – já daria um livro de  realismo maravilhoso, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez alguém aqui responda “sim, mas e  daí? Não é assim com Mia Couto e a realidade moçambicana, o Pepetela e a  sua Angola?” E talvez alguém ainda arrisque um aprofudamento maior no  assunto, me questionando se, no final das contas, a África de hoje não  representa pro realismo maravilhoso o que representou, na época do boom,  a América Latina. Duas regiões ainda por explorar, repletas de  mitologias e heroísmos, seja das suas religiões, seja das suas guerras  de independência ou conflitos históricos. Pode ser, pode ser e acredito  que isso seja verdade. E daria pra gente seguir essa conversa por esse  lado. Mas, calma lá, não vamos perder o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como eu  fiz, pare pra pensar nessa realidade maravilhosa na qual viveu Ondjaki e  imagine no que poderia dar se esse cotidiano fantástico fosse observado  não pelos seus, mas pelos olhos de um criança? Um menino que vê a sua  PraiaDoBispo e a casa da sua avó ameaçadas pela construção de um  mausoléu em forma de foguete espacial pro corpo do Camarada Presidente  Agostinho dos Santos e mais não vou contar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí a gente dá um  passo adiante com o Ondjaki, que faz mais do que deixar que “o  maravilhoso emane livremente de uma realidade estritamente seguida em  todos os seus detalhes”, como diz Carpentier no seu prefácio. Ondjaki  pega essa realidade difícil de acreditar pra quem não viveu e traduz pra  gente com o olhar de um menino, com toda a ingenuidade, simplificação,  poesia e criatividade que uma criança pode ter ao contar uma história.  Ao simples narrar o maravilhoso, adiciona a escolha de um narrador  bastante específico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado é um clima de dupla suspeição ao  longo da leitura. Ondjaki somou ao maravilhoso da realidade angolana o  maravilhoso de um narrador mirim com vocações poéticas. Há muito o que  se suspeitar do que conta esse “altereguinho” do autor. Houve mesmo  explosões na PraiaDoBispo? O médico cubano dançou tango com sua avó?  Saía água da bomba de gasolina? Se espalham pelo livro pequenos e  grandes segredos que se somam ao prometido segredo do soviético do  título – que talvez nem seja mesmo o mais importante da obra. Até porque  esse soviético Botardóv (um dos tantos nomes divertidos dos personagens  de Ondjaki), me parece, não tem só um mistério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas segredo  mesmo é a mistura toda que o Ondjaki faz de um período da história de  Angola com a imaginação infantil. Isso dá ritmo e leveza pra leitura a  tal ponto de se esquecer, por vezes, ou quem sabe no livro todo, que se  está em contato com uma época muito dura pra um país e sua população. O  pano de fundo apresentando na obra, esse período pós-colonial de Angola,  nas mãos de escritores mais raivosos, panfletários ou com tendências a  dramalhão poderia ter resultados muito diversos, pesados, obscuros e não  sei se tão eficientes. A pequena aventura dos meninos protagonistas em  defesa das casas da PraiaDoBispo, e as descobertas que fazem, acontecem  num país em guerra, onde a garotada acostumou-se a comparar sons fortes  ao barulho de caças MIG, em que sal grosso, dada a escassez, é produto  valioso e pode não haver pão na padaria de manhã. É tempo de  racionamentos, falta d’água e energia, um dia a dia constituído em muito  pelo que não há. Um cotidiano que faz um menino pensar que “Até parece  mal uma pessoa falar assim, mas afinal ter uma Avó com risco de perder  um dedo do pé faz aparecerem comidas em Luanda que uma pessoa tinha  saudades de encontrar e até às vezes sonhava com ela”. E tudo por causa  de jogos políticos frutos de guerras frias e civis que se misturavam e  se confundiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que as brutalidades e incoerências da vida –  como acontece em outras obras de Ondjaki – não grita, não recebe  acusações, não é lamentada. Vai aparecendo quase sem importância, mas o  leitor, se estiver atento, soma uma informação ali, outra aqui e, em  alguns momentos, não tem como o sorriso provocado pelo menino 3,14 (o  Pinduca, apelidado de Pi e, por consequência, 3,14), não dá espaço pro  espanto ou pra reflexão sobre crescer nessas condições. Sobre ser  criança nesse cenário. Ser criança nesse cenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe que acabo  pensando em mais uma função pra voz e o olhar infantil nesse cenário e  até em outros? Esse recurso que, é óbvio, Ondjaki não  inventou – mas  soube usar muito bem – pode permitir um prefácio ao prefacio do Alejo  Carpentier. Digamos assim, se a realidade da América Latina narrada pelo  autor cubano, ou a realidade da Angola do escritor africano já são, por  si só, material e personagens pra narrativas maravilhosas, pense no que  acontece quando se escolhe como narrador, em vez de uma terceira pessoa  neutra, ou uma primeira pessoa adulta, uma criança que está descobrindo  o mundo. Um olhar e um pensamento que, se já tivesse ferramentas pra  isso, diriam que não é a PraiaDoBispo ou o Haiti, mas o mundo todo, o  dia a dia, a realidade por si só émaravilhosa. Poderia se argumentar com  Alejo Carpentier que o olhar infantil, mesmo sobre o mais corriqueiro  engarrafamento, também é uma crônica da realidade maravilhosa, mesmo  que, pra outros, essa realidade não conte tantas maravilhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero  dizer assim: parece que essa soma de um cenário fantástico com um  narrador bastante específico, com olhar maravilhado, cria um efeito de  duplicar, dobrar o potencial de maravilhoso do que é narrado. Aliás, em  um eventual prefácio (ou quem sabe um posfácio) ao prefácio de Alejo  Carpentier, dava pra dizer assim: Tá certo, narrar objetivamente a  América Latina (ou África – e por que não Ásia?) é sim uma crônica  dessas realidades maravilhosas. Mas e fazer isso com o narrador infantil  do Ondjaki (ou, quem sabe, com os velhinhos já mais pra lá da  senilidade do que pra cá da realidade, do &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8535909842"&gt;&lt;em&gt;A varanda de Frangipani&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;,  do Mia Couto)? Opa, aí vamos além da crônica, esse termo tão aproximado  do jornalismo. Avançamos pra dentro da literatura. Como já falei, pode  acontecer um dobramento, uma duplicação do maravilhoso e do fantástico  do texto, porque essa equação cenário vezes narrador acrescenta invenção  e também dúvida sobre o que é dito. Matemático demais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É mais ou  menos assim: história fantástica com um narrador neutro, eu diria:  puxa, que louco isso. Com a escolha de narradores maravilhados, ou, por  que não, criativos, eu digo: cacetada, que história louca essa, sei que  acontecem coisas assim em Angola, mas, peraí, é uma criança contado  isso, será que é bem assim? Será que foi tudo isso? Até fazemos um pacto  com a realidade narrada, como se espera do simpático leitor, mas aí nos  damos conta de que isso não é suficiente, porque passamos a desconfiar  de quem conta essa história. É de fato um real maravilhoso. Duplo, com  gelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em duplo-com-gelo, Ondjaki já fez uso dessa fórmula pelo menos uma outra vez. Em &lt;em&gt;Quantas madrugadas tem a noite &lt;a href="http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2011/05/por-causa-do-ondjaki-de-canoas-e-da.html"&gt;(resenha do livro aqui)&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;,  não é uma criança que narra outras histórias fantásticas passadas em  Luanda. Dessa vez é um sujeito sentado na mesa do bar com o leitor,  pedindo, a cada parágrafo contado, que o interlocutor pague mais algumas  cervejas pra que as histórias continuem saindo da sua garganta. Aí, em  vez do olhar descobridor e maravilhado da infância, temos uma memória  suspeita e parcial que se abre com as tampas das garrafas de cerveja,  trazendo pro papel histórias incríveis que poderiam ter sido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E,  no final, literatura também não é um pouco isso? O que poderia ter sido?  O que foi, o acontecido de fato é notícia; o que não foi, o que surgiu  da cabeça e da observação do mundo, de fendas plantadas na realidade,  mas mesmo assim dá essa sensação porrada de que poderia ter sido, é  assunto da literatura, acho eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o Ondjaki, entre outras  tantas coisas, ouvindo “a criança que narra algumas das minhas estórias”  e “contou-me esse desejo explosivo”, como ele diz na carta à escritora  Ana Paula Tavares ao final do AvoDeazanove e o segredo do soviético,  talvez o Ondjaki tenha escutado as histórias e os conselhos do seu  narrador mirim pra nos trazer mais do que um belo recado sobre a  universalidade de ser criança. Sobre a beleza de um olhar desprovido dos  preconceitos, pronto pra descobrir segredos de soviéticos, cubanos e  angolanos. Mistérios de avós, pássaros, explosões. Da vida e da  imaginação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ondajki produz essa peça de reflexão e discussão  entre limites e não limites da literatura e do fantástico. Se Borges uma  vez disse alguma coisa como “Creio que não deveríamos falar de  literatura fantástica. E uma das razões é que não sabemos a que gênero  corresponde o universo: se ao gênero fantástico ou ao gênero real”, o  que Ondjaki pode estar nos dizendo é que não devemos falar de um real  maravilhoso. Porque tudo o que é real pode vir a ser maravilhoso.  Depende da história, do narrador, do autor. Ou de uma criança olhando  isso pra gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;**********&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Buenas, é isso. Se chegou até aqui, não deixa de ir lá no Suplemento. Vale a pena. Até.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-8554336757080230077?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/8554336757080230077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=8554336757080230077&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/8554336757080230077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/8554336757080230077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2011/12/por-causa-do-suplemento-pernambuco-e-do.html' title='Por Causa do Suplemento Pernambuco e do Ondjaki'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-2891785734007534782</id><published>2011-11-29T14:36:00.002+02:00</published><updated>2011-11-29T14:43:27.004+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='http://www.blogger.com/img/blank.gif'/><title type='text'>Por Causa das Loiras de Bigodes</title><content type='html'>Ó pá, Suposto.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Passo aqui pra te convidar pra conhecer um outro espaço onde vou escrever por uns tempos. É o &lt;a href="http://www.loirasdebigodes.wordpress.com"&gt;Loiras de Bigodes&lt;/a&gt;. Diário, comentários, sobre as cervejas que vou descobrindo e bebendo aqui por Lisboa e arredores. Claro, tudo na minha opinião, sem conhecimento técnico e sem frescura que é como eu trato cerveja e acho que já deixei claro &lt;a href="http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/01/por-causa-da-harmonizacao.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Passa lá e não fica com ciúmes das Loiras de Bigodes não. Continuo aqui também.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-2891785734007534782?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/2891785734007534782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=2891785734007534782&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/2891785734007534782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/2891785734007534782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2011/11/por-causa-das-loiras-de-bigodes.html' title='Por Causa das Loiras de Bigodes'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-4572693070866723383</id><published>2011-11-21T13:33:00.002+02:00</published><updated>2011-11-21T13:42:38.034+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Deputado Confucinho</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/oiO4Elha0Rs" allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como diria um amigo meu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;paulista&lt;/span&gt;, então, Suposto. Hoje, não vim escrever. Vamos de vídeo. Eis o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;clipe&lt;/span&gt; oficial do Hino Nacional proposto pelo Deputado &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Confúcio&lt;/span&gt; do Couto &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Meneghetti&lt;/span&gt; e Magalhães, no conto &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sou brasileiro/Com orgulho/Dá-lhe, dá-lhe, &lt;/span&gt;do meu livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8561249013"&gt;Azar do personagem&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;É só clicar e assistir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-4572693070866723383?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/4572693070866723383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=4572693070866723383&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/4572693070866723383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/4572693070866723383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2011/11/por-causa-do-deputado-confucinho.html' title='Por Causa do Deputado Confucinho'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/oiO4Elha0Rs/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-1143331393061009230</id><published>2011-11-13T23:35:00.002+02:00</published><updated>2011-11-13T23:42:51.851+02:00</updated><title type='text'>Por Causa da Múmia</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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Tava lendo um jornal português, quando descobri &lt;a href="http://ipsilon.publico.pt/Flash/texto.aspx?id=296702"&gt;uma matéria aterradora&lt;/a&gt; que mexeu com minhas certezas e incertezas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight:bold;mso-bidi-font-style:italic"&gt;Diz assim a abertura do texto:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Um cancro na próstata com extensões ósseas e uma lesão com origem numa distensão foram encontrados nas múmias estudadas em Lisboa&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Se alguém ficou em dúvida por causa da palavra cancro, esclareço toda a informação: minhas senhoras, meus senhores, suposto leitor, descobriram que uma múmia (na verdade um múmio) de 2.300 anos faleceu devido a um CÂNCER NA PRÓSTATA. Ainda tem a tal distensão que, óbvio, fez eu me perguntar se já havia sedentarismo na época, mas o mais acachapante foi o cancro, o câncer, bem ali, na próstata do Seu Múmio. Isso nos fazer pensar e querer concluir irresponsavelmente algumas coisas, não? &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;1 – Liberou geral o consumo de transgênicos? Diga lá, Suposto, já havia no antigo Egito, no supermercado, produtos transgênicos, refris e otras cosas más? Pergunto assim, porque fico pensando se naquela época em que tudo era orgânico, porque ainda não tinha a Bayer, o agrotóxico, os transgênicos, já tinha gente com câncer, será que liberou geral o tomate lipoaspirado e com bronzeamento artificial? &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;2 – Falando-se em modernidades, e o celular, que um amigo meu diz que não é bom carregar no bolso, muito perto ali das partes do sujeito, porque as radiações podem deixar a gente estéril e até com o famigerado câncer na próstata. Há 2.300 anos, quando o Seu Múmio perdia a hora num boteco a beira do Nilo com o Tutankamon e o Ramsés, por acaso, tocava na pochete dele o celular, com a Dona Múmia perguntando afinal de contas, que horas ele ia voltar pra pirâmide, que ela já estava indo pro sarcófago? Como diria um outro amigo meu, fica a pergunta.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;3 – Ou, as pessoas que não gostam de falar sobre o nome das doenças, porque chama e dá azar, podem agora começar a cochichar sobre um tio, um vizinho: ele tá com a doença mais antiga do mundo, coitado. Ou melhor, o Mal da Múmia.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;4 – Mas, sobretudo, pergunto-me sobre a relevância desse estudo que não deve ter sido barato (custou pelo menos uma observação da intimidade do Seu Múmio, o que é sempre caro pro observado). Mas sobre o estudo em si: essa descoberta serve de alerta? Visitemos, nós, homens, o proctologista antes de completar 2.300 anos, antes que seja tarde demais? Ou serve pra o movimento de defesa dos homens (existe isso?) embasar cientificamente os seus protestos contra a comunidade médica, alegando que é inadmissível o câncer de próstata estar há mais de 2 milênios entre nós e, nesses 23 séculos, a medicina não conseguiu ainda avançar do sarcástico exame do dedo pra detectar o tal cancro? Há anos e anos e anos (o trocadilho fica por conta do Suposto Leitor), mas há tantos anos, vocês, doutores, poderiam nos livrar do risco de, aos 40 anos, num rompante largar família, certezas e coleção de Playboys porque nos apaixonamos por um médico de dedos firmes e suaves. Poderão reclamar assim os eventuais defensores do masculinismo? &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Não sei, não sei o que pensar. É um assunto delicado este. Quando se ultrapassa os 30 anos e começa a contagem regressiva pra primeira consulta com o proctologista – e o laser, o exame de ressonância quântica merecedores do Nobel de medicina e da paz de espíritos parecem cada vez mais distantes – esse tipo de notícia mete o dedo numa ferida ancestral (e bota ancestral nisso) do macho contemporâneo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas se servir pra te animar um pouco, Suposto Leitor, acabo de reler a matéria e acho que temos boas notícias (tanto pro Seu Múmio, quanto pra nós): ninguém violou a castidade do Seu Múmio pra fazer essa inquietante descoberta científica. De acordo com o texto &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Após estes &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;exames de tomografia, feitos sem se abrirem os sarcófagos e que permitiram reconstituir&lt;/b&gt;, a três dimensões, todo o corpo mumificado, foi diagnosticado a uma das múmias, com cerca de 2300 anos, um cancro na próstata.&lt;/i&gt; Viu só? Não precisou abrir nada, nem o sarcófago do cara. Não sei os outros, mas exigirei que meu proctologista tenha diploma do Museu Nacional de Arqueologia de Lisboa pra me examinar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt; &lt;/i&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-1143331393061009230?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/1143331393061009230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=1143331393061009230&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/1143331393061009230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/1143331393061009230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2011/11/por-causa-da-mumia.html' title='Por Causa da Múmia'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-2060414984898245980</id><published>2011-11-03T02:06:00.003+02:00</published><updated>2011-11-03T02:14:40.990+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='liçções de português'/><title type='text'>Por Causa da Sequela</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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 mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;  mso-fareast-language:EN-US;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;“Frescura diária”. Eu leio isso todo dia aqui em Lisboa quando vou no super comprar uma carne, um frango, um vegetal não congelado. Tá escrito nas embalagens: frescura diária. No começo, eu até pensava &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;qualé&lt;/span&gt;, tá me tirando? Depois veio uma breve aceitação &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;reflexiosa&lt;/span&gt;: será uma coisa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Pepeu&lt;/span&gt; Gomes, ser um homem feminino não fere o meu lado masculino, todo mundo tem que ter sua dose diária de frescura, homens também choram? Não, não é isso, e agora vou me acostumando com o pessoal do super me dizer que eu tenho uma frescura diária – ainda penso que eles podia dizer “alimentos frescos todos os dias” – mas vá lá, ser cosmopolita no tal mundo sem fronteiras é um pouco isso, aceitar as culturas, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;né&lt;/span&gt;, ô, Suposto? &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;E tem que aceitar mesmo, porque no sábado, apesar da minha frescura diária, tive que dar o braço a torcer ao português&lt;span style="mso-bidi-mso-bidi-theme-font:minor-latin;font-family:Calibri;" &gt;²&lt;/span&gt; (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;ué&lt;/span&gt;, o português-português, duas vezes português). É que eu saí do cinema no sábado à noite questionando a minha arrogância, a minha &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;autosuficiência&lt;/span&gt;, o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;escambau&lt;/span&gt;. Quem sou eu pra questionar como se fala a língua de Camões, justo na terra do Camões? Os sujeitos já falavam português muito antes do primeiro “terra a vista, o pá!” se avizinhar do Brasil brasileiro. Vamos combinar, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Reginaldo&lt;/span&gt;, eles têm alguma experiência em escolher a palavra certa, a expressão correta pras coisas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O Suposto deve estar se perguntando que filme que eu vi pra sair pensando essas coisas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Não foi o filme não, Suposto Leitor. Foram umas curiosidades e pequenas informações &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;cinematográficas&lt;/span&gt; que passam antes dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;trailers&lt;/span&gt;, foi nesse momento que a ficha caiu. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Tava&lt;/span&gt; eu olhando a tela e de repente leio a notícia de que a Universal Pictures pretende filmar de uma vez só as duas próximas sequelas de Velocidade Máxima e... Filmar o quê? Filmar as sequelas do Velocidade Máxima.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Tchê, não é continuação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Nem sequencia (liguei pro Google pra confirmar se era sequela mesmo e não sequência)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;E é sequela mesmo. Brilhantes minutos de sabedoria – e de ignorância minha que não conhecia os outros sentidos de sequela.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Mas já parou pra pensar? Então para: as continuações, esse pedaços, na maioria das vezes, defeituosos, essas pernas mancas, essas pelancas dos filmes originais, são muito mais sequelas do que sequencias. Sequência é um, dois, três, quatro, uma soma, a continuação natural das coisas. Ou seja, depois do supreendente &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;De volta pro futuro&lt;/i&gt;, do grande &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Rock&lt;/i&gt;, de qualquer filme, se viesse uma sequência, como nós do senso comum entendemos a palavra, o que deveria vir é um acréscimo ao filme original, a continuação do êxtase, do maravilhamento. Mas a gente sabe que quase nunca é assim. Acréscimo na parte II, III, IV, em geral, só de dólares nos bolsos dos produtores, atores, diretores. E de paciência no nosso saco depois de mais uma vez termos pensamos “ah, vai que dessa vez a continuação é melhor”. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Pois então que palavra perfeita essa sequela portuguesa. Seria a maior descoberta de Portugal desde o Brasil? Não sei, mas ela diz tudo. Diz sim. Vai lá no Houaiss e confere. O Sexta-feira 13 XXIV, enquanto sequela, &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;permanece sendo mais um filme que segue ao original. Mas, mais do que isso, sendo sequela em vez de sequencia, já é um aviso, um adesivo na carteira de cigarro, pro espectador: rapaz, esta é a sequela do Indiana Jones. Quer ir, vai, mas é a sequela. Sequelas incomodam, às vezes irritam, coçam, às vezes exigem remédios que dão sono. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Sequela. Grandissíssima palavra.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Penso inclusive em iniciar uma campanha: já que andaram fazendo o tal acordo ortográfico, então façamos algo positivo nessa história: adotemos, no Brasil, o uso da sequela.&lt;/p&gt;  &lt;span style="line-height:115%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-font-family:Calibri;mso-fareast-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font:minor-bidi;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: EN-US;mso-bidi-language:AR-SAfont-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"  &gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;SEQUELA JÁ!&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-2060414984898245980?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/2060414984898245980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=2060414984898245980&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/2060414984898245980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/2060414984898245980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2011/11/por-causa-da-sequela.html' title='Por Causa da Sequela'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-3421670345582440679</id><published>2011-10-26T12:14:00.002+02:00</published><updated>2011-10-26T12:19:35.206+02:00</updated><title type='text'>Por Causa da Palavraria, dos Livros, do Chope</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tem um texto novo meu lá no blog da gloriosa livraria Palavraria, Suposto. É um texto baseado em profundas investigações estatísticas e comportamentais. Ele começa assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="font-style: italic; text-align: justify;"&gt;Livro é caro no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="font-style: italic; text-align: justify;"&gt;Peraí, guenta um pouquinho. Se acha que esse lugar comum aí em cima é  o indício de um texto todo ele lugar comum, de novo reclamando do preço  do livro, de novo dizendo que assim não dá, segura só mais um  pouquinho, deixa eu terminar esse primeiro raciocínio. Assim ó: Livro é  caro no Brasil, vírgula, tô começando a achar que isso é um mito.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Olha, talvez dê pra dizer, vá lá, que livro custe muito em língua portuguesa(...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quiser continuar lendo, &lt;a href="http://palavraria.wordpress.com/2011/10/25/recado-de-lisboa-por-reginaldo-pujol-filho-brasileiro-gosta-de-chopp-afirmam-pesquisas/"&gt;clica aqui &lt;/a&gt;e vai lá pra Palavraria.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-3421670345582440679?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/3421670345582440679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=3421670345582440679&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/3421670345582440679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/3421670345582440679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2011/10/por-causa-da-palavraria-dos-livros-do.html' title='Por Causa da Palavraria, dos Livros, do Chope'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-189474166521923918</id><published>2011-10-20T15:58:00.002+02:00</published><updated>2011-10-20T16:10:22.632+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Metrô</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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Ou seria de McDonalds. Pizza Hut?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Não, Suposto, eu não tava lendo a ZH numa praça de alimentação.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Falo é do efeito Habibs (ou McDonalds, ou Pizza Hut). Uma coisa assim por-do-sol do Guaíba, tem que ser de Porto Alegre pra saber o que é.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;O quê, Suposto, tu é de Porto Alegre e não sabe do que se trata? Capaz?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Explicar-te-ei.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Tava lá no jornal aquela cronologia do sonho, mil oitocentos e guaraná de rolha, Londres, primeiro metrô do mundo; mil novecentos e preto e branco, Buenos Aires, primeiro metrô da América do Sul; mil novecentos e tevê a cores (mas de tubo), São Paulo, primeiro metrô do Brasil; e, tchararam, dois mil e dezessete, dois mil e futuro, o quê, o quê, ele, o metrô gaúcho.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;É isso, essa sensação de Porto Alegre desembarcando no aeroporto do mundo, sendo recebida com Welcome, miss Porto Alegre, essa vibração, é disso que eu estou falando e sei bem direitinho no que vai dar. Lembram quando inaugurou o primeiro McDonalds gaúcho? Ou a primeira Pizza Hut, o Habibs? Eu lembro, e lembro também de fila. Podiam convidar o sujeito pra ir jantar no Il Gattopardo com tudo pago, que o vivente dizia que não, eu quero ir esperar vinte minutos numa fila pra comer dois hambúrgers-alface-queijo-molhoespecial-cebola-e-picles-num-pão-com-gergelim. Melhor: te dou passagem pra ir jantar hoje em Paris. Ná! Sem graça, eu quero pegar meu Audi A3 e curtir um engarrafamento pra pegar umas esfihas e uma Kaiser no Habibs. É sério, tinha engarrafamento ao redor da loja em Porto Alegre nos meses seguintes à inauguração do fastfood árabe.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Temos essa característica, fazer o quê? Não sei se é gratidão, ou a pra lá de famosa hospitalidade gaúcha, mas esses troços que são populares, do povo, no mundo todo chegam aqui e viram o má-xi-mo. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Vai ser diferente com o metrô?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Já tô até imaginando. Tudo vai começar com o primeiro trajeto do revolucionário meio de transporte. Um passeio inaugural, com o presidente de 2017 (Dilma? Lula? Sarney? Collor? Tiririca?) acompanhado do governador, prefeito, autoridades. Jornal do Almoço transmitido ao vivo de um vagão, depois começa o Sala de Redação lá dentro, uma festa só.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;E no dia seguinte? Essa revolução que veio para desafogar o trânsito, tirar veículos das ruas, agilizar a vida dos portoalegrenses, vai mostrar a que veio. No dia da abertura ao público, o primeiro impacto do metrô em nossas vidas vai ser sentido: engarrafamento de 17 quilômetros ao redor da estação. Filas cuspindo gente. Faltam passagens nas bilheterias. Um sucesso. Ninguém quer perder esse momento. Melhor só se tivesse um drive-thru do Habibs pra pegar umas esfihas e comer no metrô. Ir pro trabalho? Que nada. Todo mundo de chapinha, camisa Lacoste e o melhor sorriso como se estivesse de férias em Londres, curtindo as maravilhas de passear de metrô. Mas com um plus a mais: correndo o risco de aparecer na Fernanda Zaffari, no Lerina e, se bobear, no Kazuka. Vai ser uma festa. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: georgia; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Vejo pessoas trocando seu apês no Moinhos de Vento por um JK na Assis Brasil (e botando mais alguns mil reais pra conseguir fechar o negócio) pra curtir o glamour de morar perto da estação do metrô. Vejo mais: Padre Chagas? Cidade Baixa? Que nada, camarada, todo mundo fazendo happyhour no Xis Plutão. Ou num trailler de cachorro quente (quer dizer, hotdog), num New York style, bem na saída da estação Cairu.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Em 2017 vai ser assim. Me cobrem, lá num vagão do metrô gaúcho, onde eu vou estar tirando uma foto pra botar no facebook enquanto ouço um trabalhador reclamar do trem sempre lotado pro trabalho.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-font-family:Calibri;mso-fareast-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font:minor-bidi;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-189474166521923918?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/189474166521923918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=189474166521923918&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/189474166521923918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/189474166521923918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2011/10/por-causa-do-metro.html' title='Por Causa do Metrô'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-2528158048789567593</id><published>2011-10-10T12:14:00.002+02:00</published><updated>2011-10-10T12:23:54.608+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Enviado do Seu iPhone</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin-top:0cm;  mso-para-margin-right:0cm;  mso-para-margin-bottom:10.0pt;  mso-para-margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 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Agora há pouco, outro me avisava que “este e-mail foi enviado com o meu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Blackberry&lt;/span&gt;”, e atenção, “da Vivo”. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Opa&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Blackberry&lt;/span&gt; e da Vivo. Que interessante.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Olha, já faz um tempo que essas assinaturas me &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;encucam&lt;/span&gt; (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;encucam&lt;/span&gt; é uma palavra que deve &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;encucar&lt;/span&gt; quem lê), mas, bem, já faz um tempo que a vital informação de que eu recebi um e-mail enviado do iPhone de alguém em faz perguntar: e daí, por que, quem se importa?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Vamos lá.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Primeiro é que várias vezes eu pensei assim: já imaginou se essa mania viesse do tempo da carta? Essa missiva foi redigida e enviada através da minha &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;escrivaninha&lt;/span&gt; feita sob medida pelo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;arquiteto&lt;/span&gt; Alexandre Madeira; da minha caneta &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Bic&lt;/span&gt;; das folhas de papel &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Chamequinho&lt;/span&gt;; e, por fim, mas não menos importante, dos Correios. Ou então se as mesmas empresas que sempre vêm nos rodapés dos e-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;mails&lt;/span&gt; resolvessem também participar das ligações. Terminava a ligação, mas a gente só conseguiria desligar depois de ouvir “está ligação foi feita de um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Samsung&lt;/span&gt; da Claro”.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Olha, acho na verdade que seria muito &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;bacana&lt;/span&gt; se isso acontecesse, porque daí ia ser mais um jeito dos donos desses equipamentos ganharem descontos e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;bônus&lt;/span&gt; das empresas que utilizam esse espaço &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;publicitário&lt;/span&gt;. Porque eu imagino que seja assim, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;né&lt;/span&gt;, cada vez que tu me avisa que teu iPhone – e não tu – me enviou um e-mail, deve ganhar pontos pra um novo aparelho ou uma senha &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;vip&lt;/span&gt; pra fila do lançamento do próximo i-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Guma&lt;/span&gt;-coisa. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Se não for isso, qual o sentido de ter essa frasezita ao fim de cada mensagem? Claro, o Suposto Leitor vai comentar que muita gente nem deve reparar que manda e-mail com essa frase, o dia-a-dia é agitado, corrido, não dá tempo de se ligar nessas coisas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Pois é, Suposto, mas não ter tempo de reparar nessa frase é complicado, significa que tu nem vê direito o que manda? Uma dica, então: hackers, que tal mexer nessas frases? No final do e-mail das pessoas começar a aparecer “Eu faço xixi na cama”,&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;“Gosto de usar as calcinhas da minha mulher quando ela não tá” ou “Tudo o que você leu aí em cima é mentira, esqueça”? Que tal?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Mas os que reparam e os que não reparam nessa frase, e vocês, empresas que botam essa frase, o que importa se o e-mail foi mandado de um telefone ou de um computador? O que significa Este e-mail blábláblá...? Quer dizer que o enviante, consumidor da empresa X, pessoa moderna e atenta ao que há de mais avançado, típico cidadão multitarefa que não tem tempo a perder, não perdeu tempo e respondeu enquanto dirigia o e-mail que perguntava “Churras hoje”?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Ou quer dizer que o remetente, portador do aparelho tal, alguém sempre conectado com seus amigos, que não pode descuidar um só segundo das suas relações sociais, não descuidou do amigo e respondeu rsrsrsrsrsrsrsrs com toda agilidade que é preciso pra checar e-mails enquanto o filho conta como foi na escola?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Ou quer dizer assim: meu amigo, este e-mail foi enviado do meu celular, que tá aqui comigo, no meio dessa reunião, que tá um saco e eu não tava a fim de esperar ela terminar pra responder. Será isso?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Seja lá qual for a hipótese, sempre que receber essas mensagem, vou ficar preocupado com meus amigos. Ih, será que ele vai bater o carro? Ou traumatizar o filho? Ou perder o emprego? Ou bater o filho, perdendo o carro, traumatizando o emprego, porque na verdade ele deixou de fazer tudo isso só pra responder o meu e-mail?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Ixi, espero que, se tu estiver lendo isso no iPad, que seja, pelo menos, em casa.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Esse post foi enviado do meu Pentium IV.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-2528158048789567593?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/2528158048789567593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=2528158048789567593&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/2528158048789567593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/2528158048789567593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2011/10/por-causa-do-enviado-do-seu-iphone.html' title='Por Causa do Enviado do Seu iPhone'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-5520777520120339082</id><published>2011-10-07T22:55:00.002+02:00</published><updated>2011-10-07T23:04:40.047+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Bocejo do Suposto Leitor</title><content type='html'>Suposto, amigo velho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não te abandonei, rapaz. É só que, entre outras coisas, tantas coisas, até me mudar pra Portugal eu me mudei nos últimos tempos. Eu sei que tu vai perguntar, Tá, mas não tem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;internet&lt;/span&gt; aí? Tem, tem sim, mas as coisas não são tão simples assim. Só que o seguinte, voltei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com dois textos fora daqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro é uma colaboração que eu fiz pro jornal literário &lt;a href="http://www.suplementopernambuco.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=428:as-suspeitas-que-cercam-o-maravilhoso&amp;amp;catid=6:ensaio&amp;amp;Itemid=4"&gt;Suplemento Pernambuco&lt;/a&gt;. E como o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;hiperlink&lt;/span&gt; não deixa mentir, é só clicar ali no nome do jornal pra ler o texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo é a partida que eu apitei no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Gauchão&lt;/span&gt; de Literatura desse ano. Procurando o link pra clicar? Tá &lt;a href="http://gauchaodeliteratura.wordpress.com/2011/10/06/jogo-28-%E2%80%93-bolero-de-ravel-x-aurum-domini-%E2%80%93-o-ouro-das-missoes/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, dois textos, agora vou tirar o pó desse espaço e prometo que em uns dias coloco coisa nova aqui. Estou escrevendo nesse momento. Tenha fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço, Suposto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-5520777520120339082?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/5520777520120339082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=5520777520120339082&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/5520777520120339082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/5520777520120339082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2011/10/por-causa-do-bocejo-do-suposto-leitor.html' title='Por Causa do Bocejo do Suposto Leitor'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-4137929108794924222</id><published>2011-07-19T16:16:00.002+02:00</published><updated>2011-07-19T16:33:48.857+02:00</updated><title type='text'>Por Causa dos Clássicos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Suposto Leitor, desapareci. Sumi. Por causa dos clássicos, entre outros motivos. Explico: andei às voltas com um texto pro jornal Zero Hora sobre os 50 anos da morte do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Hemingway&lt;/span&gt;. Além de escrever, não pude deixar de ler um pouco sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passado isso, que já faz uns 15 dias, me aparece mais uma: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;sou o juiz convidado pra hoje, 19 de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;julho&lt;/span&gt;, às 19h30, apitar uma partida do &lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.studioclio.com.br/atividades/projetos-especiais/agenda"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Sport&lt;/span&gt; Clube Literatura&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;.&lt;/span&gt; É um evento organizado pela &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Lu&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Thomé&lt;/span&gt;, pro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Studio&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Clio&lt;/span&gt; aqui de Porto Alegre, em que livros (ou autores) são colocados frente a frente, numa partida, num jogo. E dois juízes tem a missão de apitar o resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, eu e o Rodrigo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Rosp&lt;/span&gt; fomos escalados pra apitar Machado de Assis x &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Tchekov&lt;/span&gt;. Um clássico. E, pra não ser intimidado pela experiência dos atletas, tive que me entregar à leitura de  mais alguns clássicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Buenas&lt;/span&gt;, em breve volto. Mas pro Suposto não se achar abandonado, deixo o convite: aparece hoje no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Studio&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Clio&lt;/span&gt;. E também deixo o texto que saiu na Zero Hora (e um vídeo sobre ele).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;*****************&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;UM CLÁSSICO DO SÉCULO 20&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Uma das coisas que eu sei sobre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Ernest&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Hemingway&lt;/span&gt;, além do fato de a data de hoje marcar 50 anos da morte dele, é que o vencedor do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Prêmio&lt;/span&gt; Nobel de 1954 acreditava no seguinte: escrever com verdade. E a verdade é que o convite pra falar sobre a passagem desse 2 de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;julho&lt;/span&gt; acabou me pegando de susto, porque, sejamos sinceros, não sou especialista em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Hemingway&lt;/span&gt;. Não li toda sua obra, não conheço toda sua vida.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;E foi por isso que topei escrever aqui.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Porque, apesar de não ser um profundo conhecedor da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;bibliografia&lt;/span&gt; e da vida dele, de não saber quanto calçava, sua comida preferida ou se tinha um tique nervoso muito esquisito, percebi que, mesmo assim, eu tenho minhas relações, opiniões e até algumas ideias sobre esse escritor que se matou há cinco décadas com um tiro de espingarda. E, ao me dar conta disso, das minhas ideias sobre o assunto, comecei a achar que, de fato, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Hemingway&lt;/span&gt; é dessas coisas que, das maneiras mais variadas, faz parte da minha vida. E da sua também. Aí me senti em condições de escrever não com verdades históricas, sem querer ficar listando aspectos biográficos, ou curiosidades do Google, como “&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Hemingway&lt;/span&gt; escrevia de pé”. Mas, ao contrário disso, com o tipo de verdade que o autor buscava em seus textos, uma verdade pessoal sobre o tema. Sobre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Hemingway&lt;/span&gt; pra mim.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Um exemplo da presença dele é que eu poderia ficar horas falando só do simples tormento que esse cara significa pra quem é ou foi ou será aspirante a escritor. Já passou por uma oficina literária? Já se meteu a mostrar seus textos pra alguém? Com certeza então você ouviu falar da teoria do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;iceberg&lt;/span&gt;, da história submersa, dos contos e dos diálogos do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Hemingway&lt;/span&gt; e tentou reproduzir, tentou absorver e, no final das contas, só tentou.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Frustrações à parte, se a importância do autor ficasse restrita a lições e exemplos literários, vamos combinar, sequer essas linhas aqui estariam sendo lidas por você. Assunto pequeno, talvez. Só que, me parece, o buraco é mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;embaixo&lt;/span&gt;. Bem mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;embaixo&lt;/span&gt;. Mesmo quem não escreve, mesmo quem não é chegado em livros, se for perguntado agora, na rua, se já ouviu falar de O Velho e o Mar, vai, no mínimo, olhar com cara de “isso não me é estranho”.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;E não é mesmo. E também não é irrelevante.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Hemingway&lt;/span&gt;, acreditem ou não, até num país de analfabetos funcionais, arrisco a dizer, é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;pop&lt;/span&gt;. Guardadas as proporções, me parece um tanto Cervantes século 20. Assim como o pai do Quixote, o autor americano se transformou nessas figuras míticas, até pra quem não é um leitor aprofundado (ou inclusive pra quem não o conhece). Um nome que é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;sinônimo&lt;/span&gt; de escritor e o tipo de artista – também como Kafka ou Dante – que gera um vocabulário próprio e lendas muitas que giram ao redor de si e das suas criações. São escritores cujos personagens se tornam pessoas vivas pra muita gente e, eles mesmos, viram personagens do imaginário &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;coletivo&lt;/span&gt;. Estou exagerando?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Acho que não.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;Ernest&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;Hemingway&lt;/span&gt; faz parte de um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;time&lt;/span&gt; de grandes autores que, de tão grandes, muitas vezes acabam se tornando vítima de uma espécie de injustiça: a de se exaltar mais as peculiaridades do homem que a obra. Não que ele não tenha dado motivos pra isso. De ser &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;sparring&lt;/span&gt; com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;Miró&lt;/span&gt; em Paris a caçar leões na savana; da participação na I Guerra e na Guerra Civil Espanhola ao seu suicídio, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;Hemingway&lt;/span&gt; parecia estar escrevendo os próprios capítulos e reforça, nesse sentido, a comparação com Cervantes que foi escravo, que perdeu uma das mãos, que escreveu na prisão. O tipo de escritor que, produzindo ou não &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;metaficção&lt;/span&gt;, se transforma em personagem. Torna-se latente nas nossas memórias.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;object id="playerFlash" type="application/x-shockwave-flash" data="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlEmbed.aspx;contentId=193245///channel=352&amp;amp;color=0x000000&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/1417616.jpg&amp;amp;channelLink=&amp;amp;channelImage=&amp;amp;channelColor=0x000000" height="376" width="400"&gt;&lt;param name="movie" value="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlEmbed.aspx;contentId=193245///channel=352&amp;amp;color=0x000000&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/1417616.jpg&amp;amp;channelLink=&amp;amp;channelImage=&amp;amp;channelColor=0x000000"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;param name="quality" value="high"&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bate-papo com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Luiz&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;Araújol&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;ZH&lt;/span&gt;, sobre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;Hemingway&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;quetais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Continua achando exagero? Pois repara no seguinte.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Há duas semanas fui ao cinema. Era sábado à noite, em um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;shopping&lt;/span&gt;, e uma sala inteira, lotada do melhor exemplo do público pipoca, foi às gargalhadas na cena em que Gil (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;protagonista&lt;/span&gt; de Meia-noite em Paris, de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;Woody&lt;/span&gt; Allen) se encontra com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;Hemingway&lt;/span&gt;. Todos ali tinham lido Por Quem os Sinos Dobram ou Adeus às Armas? Admiram as narrativas curtas do autor? Estão cursando mestrado em  literatura? Claro que não. Mas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;Hemingway&lt;/span&gt;, apesar do propalado analfabetismo funcional do Brasil e dos raros-livros-por-habitante lidos anualmente no país, era um símbolo comum pra todos os espectadores. Tinha significado (sabe-se lá qual ou quais) pra cada um na plateia. E acho que isso não é pouca coisa não.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Claro, não sou louco. Não estou querendo negar aqui que é mais provável que nove em cada dez pessoas, hoje em dia, conheça melhor a produção do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;Justin&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;Bieber&lt;/span&gt; do que do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;Ernest&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;Hemingway&lt;/span&gt;. Não duvido que seja assim. Mas dá sim uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;alegriazinha&lt;/span&gt; pensar que um escritor dos bons pode ter todo esse significado, 50 anos depois da sua morte, sem ter &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;Facebook&lt;/span&gt;. Ou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;Twitter&lt;/span&gt;. E que alguém ainda pode ser &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;pop&lt;/span&gt; sem depender de um vídeo vazando na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;internet&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas também dá um pouco de medo. De que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;Hemingway&lt;/span&gt; possa ser só mais uma palavra esvaziada de sentido como tantas outras repetidas à exaustão nos dias &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;atuais&lt;/span&gt;. Um autor muito conhecido, mas pouco lido. Uma citação fácil e bonita de se fazer. Uma curiosidade pra contar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;pros&lt;/span&gt; amigos. Por via das dúvidas, acredito que o mais importante nessa data, depois de assumir que não sou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;expert&lt;/span&gt; no assunto, seja ler mais um pouco do que ele escreveu. E é o que eu vou fazer.  &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Texto publicado no Caderno de Cultura da Zero Hora, em 2/7/2011)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt; 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&lt;![endif]--&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-4137929108794924222?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/4137929108794924222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=4137929108794924222&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/4137929108794924222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/4137929108794924222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2011/07/por-causa-dos-classicos.html' title='Por Causa dos Clássicos'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-4626096617260632205</id><published>2011-06-01T15:04:00.002+02:00</published><updated>2011-06-01T15:13:49.287+02:00</updated><title type='text'>Por Causa da Funerária – É o que Parece</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal"; 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Entrou mesmo uma propaganda de funerária, que é um troço bem esquisito, né? Quem quer ouvir falar de funerária? Quem está procurando esse serviço? Imagina: cara, que achado essa funerária, tava justo precisando de uma, vou agora mesmo conhecer.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas a Funerária São Pedro faz propaganda. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E o melhor: lá pelas tantas diz assim: Funerária São Pedro, nem parece funerária.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ah, não?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E parece o quê? Aliás, e qual o problema de uma funerária parecer uma funerária? Com o que ela deveria se parecer?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Com Salão de Beleza?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sim, os corpos tem que ser tratados, maquiados, então eles apostam nesse viés do serviço. A gente entra lá, os-que-já-foram estão todos sentadinhos em cadeiras, com hair stylist fazendo o cabelo, a maquiagem, as unhas. A gente ouve uns “me-ni-na, esse cabelo vai a-rra-sar no seu funeral, a peruada vai mo-rrer!”, também se escuta “nossa, essa maquiagem deu outra vida pra você”, tem bronzeamento artificial pra todo mundo parecer que morreu em Cancun, e, com aquele cheiro de xampu, cremes, só percebe que estava em uma funerária quem olha a nota fiscal na saída. Será isso?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ou funerária que se parece com parque aquático?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Compra um ingresso pra você e seu ente-querido (ou pra a família toda curtir essa despedida), e aí entram no maior toboágua do mundo, sentados em um carrinho que já parece caixão. Muita água e sprays perfumados já preparam o corpo pro funeral, mas ninguém pensa nisso, o negócio é gritar, sentir frio na barriga (no caso do defunto no corpo todo) a cada looping e a família toda curtir a maior diversão. Não é demais? E depois pegar na saída aquela foto-flagra de todos (menos o-que-bateu-as-botas) gritando num decida de 90 graus pra jamais esquecer o momento.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quem sabe funerária que se parece com loja de design?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Tudo branco, minimalista, pouquíssimos objetos, música chill out ao fundo. Somos recebidos com clericot ou água com hortelã, o piso é iluminado e aí você pede pra ver os arranjos de flores, e um cara magrinho, sem olhar pro seu rosto, joga a echarpe pra trás e diz “Flores? So last week, meu querido... aaaff...”. O catálogo de caixões tem modelos assinados por Philipe Starck, Irmãos Campana, com curvas, materiais alternativos. Uma senhora até comenta “Caixão, mas isso nem parece caixão!” O cara joga a echarpe pra trás de novo, revira os olhinhos pra cima e suspira, como quem diz “E isso parece funerária, fofa?”&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Funerária que parece oficina mecânica?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quem te recebe é um cara com a mão cheia de graxa, macacão aberto, palitinho de fósforo na boca. O radinho mandando aquele debate esportivo ao fundo. Enquanto se discute quatro-três-três ou três-cinco-dois no som ambiente, o sujeito, meio de lado, de canto de olho, analisa o corpo do finado de cima a baixo e manda ver o diagnóstico especialiazado: &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- olha, tchê, o estrago aí foi grande... acho que o serviço vai demorar, tem que ver aí se tem peça... deve ter até pegado na rebimboca do sujeito... as junta... Serviço pra 15 dias... &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- 15 dias, mas o funeral é amanhã! &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Amanhã? – o cara passa o paninho na testa suada, coça os pelos do peito – posso dar um jeito, vi que o senhor é gente fina, mas vai sair mais caro, né?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Que tu acha, Suposto Leitor? Eu, acho, ou melhor, fico pensando aqui com os botões do computador: imagina se vira moda e a padaria começa a parecer banco; a farmácia, clube de strip; o restaurante, estúdio de tatoo; a livraria, uma academia de ginástica; o supermercado, um cartório;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E, se essa receita de bolo que você está lendo, não parecesse uma receita de bolo?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-4626096617260632205?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/4626096617260632205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=4626096617260632205&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/4626096617260632205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/4626096617260632205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2011/06/por-causa-da-funeraria-e-o-que-parece.html' title='Por Causa da Funerária – É o que Parece'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-6976840270046059776</id><published>2011-05-18T23:42:00.020+02:00</published><updated>2011-05-19T00:32:19.408+02:00</updated><title type='text'>Por Causa da Correção Monetária</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Já que o negócio é ser politicamente corretíssim&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;o&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, não vou perder o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;trem da história, vou entrar na moda. O Suposto Leitor deve estar aí se perguntando, Será que ele vai falar de bulling? Homoafetivos? N&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ão, meu querido Suposto, não se afoba. É muito mais grave a bandeira que decidi levantar&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftn2" name="_ftnref2" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[2&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftn2" name="_ftnref2" title=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftn2" name="_ftnref2" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;. Tra&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ta-se da discriminação monetária. Calma, Suposto, calma, não é de bolsa família, classe C, D e linhas d&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;e pobreza, não.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;É o seguinte: é um assunto gravíssimo, em que&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; to&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;dos temos parte&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;, pode acreditar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esses dias, olhava eu uma nota de dez reais e não pude acreditar n&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;o que vi. Não era o fato milagroso de ter uma cédula na minha mão que m&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;e espantava. Devia ser dia de pagamento e resolvi verificar se o que eu percebia na nota de dez também estava na de dois, de cinco, de cinqüenta (a de cem e&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;u não tinha, mas botei n&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;o Google e achei). E sim, em todas elas, em toda a representação da riqueza nacional, estava escrito – e segue escrito:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;Deus seja l&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;ouvado.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Opa, peraí, pense&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;i. Mas lo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;go re-pensei e voltei pro Google, pesquisei imagens das novas cédulas brasileiras, na certeza de que esse equívoco do passado, por certo, tinha sido corrigido, ou melhor, talvez até fosse o motivo do novo d&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;esenho do papel-moeda canarinho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como diria um amigo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;meu que mora no l&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ugar-comum: Ledo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;engano.&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftn3" name="_ftnref3" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O erro não foi corrigido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Lá está: na mão do ric&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;o e do pobre, pagando o flanelinha e a camisa de seda&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;, Suposto Leitor, uma confissão de prec&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;onceito: Deus seja louvado. Ca&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;lma, calma, calma, igreja, defensores das minorias – sim Deus&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:100%;color:blue;"  &gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; é uma minoria, é só um –, nada, nada mesmo contra&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Ele&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftn4" name="_ftnref4" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, até a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;favor. Minha questão não é a presença Dele no meu dinheiro, até porque quem nunca disse graças a deus ao se deparar com uns pilas, que jogue a primei&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ra pedra. A questão é a seguinte: por que SÓ ele ali do lado da cifra? Hein, Suposto? Não falei que a bandei&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ra era pertinente&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftn5" name="_ftnref5" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;(Pausa pra um momento cívico: já que o negócio&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; é ser politicamente correto, vou pegar a constituição que é um negócio bem &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;político, e, com tanta lei, só pode estar correta. Poi&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;s ela d&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;iz assim: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;            É vedado à União, aos Estad&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;os, ao Distrito Federal &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;e aos Municípios:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;I – estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraç&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;ar-lhes o funcionamento ou manter co&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;m eles ou seus representantes relaçõ&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;es de dependência ou aliança, r&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;essalvada, na formada lei, a cola&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;boração de interess&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;e público;)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;É aquela conversa do estado laico, que res&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;peita a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;liberdade religiosa no melhor politicamente correto style, tão propalada na hora de dizer que somos um país mágico que respeitas as diferenças, vive em harmonia, patati, patatá. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas daí o sujeito, digamos, islâmico, vai comprar o seu kibezinho com martelinho de araque, saca o dinheiro da carteira e vê lá &lt;i style=""&gt;Deus seja louvad&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;o? &lt;/i&gt;E por que não Alah também? E os budist&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;as? P&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;or&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; mais de&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;sapegados que sejam, vez ou outra os caras &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;tem que pegar um troco pra, sei lá, comprar um &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;incenso&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;. Por que é que não podem louvar Buda, por exemplo, quando estiverem segurando seu sagrado dinh&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;eirinho? Agora me diga, se os irmãos &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;rasta&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;fári&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; também nã&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;o tem o direito de louvar Jah, na &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;hora em que derem aquele cinco pila &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;pra comprar outra peça &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;de louvor&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftn6" name="_ftnref6" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;É grave isso, não?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um dos objetos mais cultuados da nossa socie&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;dade laica&amp;amp;tal não respeita a liberdade religiosa? Ah, não pode ser assim&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftn7" name="_ftnref7" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;. Proponho que co&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;mecemos a discutir o preconceito monetário, ou &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;melhor que busquemos já igualdade Real. É muito si&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;mples. Olha a minha &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;idéia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;: ali no dinheiro, onde diz &lt;i style=""&gt;Deus seja louvado&lt;/i&gt;, coloque-se novo te&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;xto: &lt;i style=""&gt;Alah, Aton, Brahman, Buda, Deus, Jah, Jeová, Khrishna, Nam, Olorum, Ré, Tupã, Zeus seja louvado, se acaso você quiser louvar alguém. E, se você for ateu (é seu direito), louvado seja você que ganhou seu&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt; dinheiro&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftn8" name="_ftnref8" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-Uer6CGLcYN8/TdRIRvhLmvI/AAAAAAAAAGk/lOcsnj0W2fE/s1600/dois%2Bpila.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 170px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-Uer6CGLcYN8/TdRIRvhLmvI/AAAAAAAAAGk/lOcsnj0W2fE/s320/dois%2Bpila.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608186905633725170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;Esse é o nosso atual rico dinheirinho&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-CNxCND-pc50/TdRIncn6U0I/AAAAAAAAAGs/xnNs6gcrFOk/s1600/dois%2Bpila%2Bdesvirado%2Bcom%2Btexto%2Bfinal.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 170px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-CNxCND-pc50/TdRIncn6U0I/AAAAAAAAAGs/xnNs6gcrFOk/s320/dois%2Bpila%2Bdesvirado%2Bcom%2Btexto%2Bfinal.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608187278518801218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;Que pode seguir rico, mas justo (clica neles pra aumentar)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Creio que assim estaríamos promovendo uma sociedade mais justa, igualitária, menos propensa a acirramentos e mais aberta ao diálogo, livre de tensões, angústias, dúvidas, questionamentos, piadas, humor e todo e qualquer tipo de emoção desnecessária para o avanço sereno da humanidade&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftn9" name="_ftnref9" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;. Estou fazendo minha parte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=""&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr style="margin-left: 0px; margin-right: 0px;" width="33%" size="1"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" id="ftn1"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A propósito, não deveríamos pensar uma nova designação, menos discriminatória, já que o fato de que há alguém correto pressupõe outro errado? É justo, em um mundo que busca igualdade, onde ninguém fala mal de ninguém, sugerir nas entrelinhas que eu sou correto e o outro não? Que tal politicamente justo? Não, politicamente-respeitador-das-diferenças-e-adequado-a-vida-em-sociedade? Ou politicamente-simpático-a-todas-as-diferenças-do-mundo-e-respeitador-das-liberdades-porque-sei-que-a-minha-começa-onde-termina-a-tua-desculpa-se-ofendi-alguém? Tá, de volta pro texto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" id="ftn2"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftnref2" name="_ftn2" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Claro que todas as outras bandeiras são importantíssimas, longe de mim diminuir qualquer causa, mas vamos lá:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" id="ftn3"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftnref3" name="_ftn3" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Respeito todos os lugarcomunzenses, suas idiossincrasias, até porque todo ser humano é diferente um do outro, apesar de termos que nos tratar como iguais, até porque isso é um jeito de respeitar as diferenças e, bom, de volta pro texto:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" id="ftn4"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftnref4" name="_ftn4" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;É correto usar maiúscula pra Ele e não pra ele, o Suposto Leitor, por exemplo? Não merecem todos maiúsculas ou todos minúsculas, ih...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" id="ftn5"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftnref5" name="_ftn5" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Assim como todas as outras que qualquer um quiser levantar porque todos temos o direito de levantar bandeiras.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" id="ftn6"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftnref6" name="_ftn6" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Peço perdões às demais religiões que não foram tomadas como exemplo no texto, todas &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:85%;" &gt;têm&lt;/span&gt; o mesmo direito e são tão merecedoras quanto as já citadas, mas é que a retórica exige exemplos rápidos, não seria possível que eu citasse TODAS as crenças nesse espaço. Deixo uma lista do Wikipédia para o Suposto Leitor &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_religi%C3%B5es_e_tradi%C3%A7%C3%B5es_espirituais"&gt;conhecer as religiões todas aqui&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" id="ftn7"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftnref7" name="_ftn7" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas se alguém acha que pode, tem todo o direito de achar e podemos debater democrática e pacificamente o tema porque, bem, de volta ao texto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" id="ftn8"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftnref8" name="_ftn8" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;A ordem dos nomes na nota obedece à ordem alfabética, que não é uma ordem melhor do que qualquer outra, mas pelo menos não é valorativa, ou depreciativa, até pensei em definir a ordem por sorteio, mas percebi que sorteios são um profundo desrespeito com os azarados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="" id="ftn9"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4515632148479995064#_ftnref9" name="_ftn9" title=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span class="CaracteresdeNotadeRodap"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas você tem o direito de achar isso uma besteira, Suposto, mas não de dizer que acha uma besteira, porque daí eu posso te processar, assim como a União dos Bestas se, por acaso ela se sentir ofendida ao ser comparada com esse texto. Mas, nesse caso, eu teria que processar eles também por se sentirem ofendidos ao serem comparados com o que eu penso, o que não deixaria de ser uma ofensa a mim. Então eles, melhor parar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-6976840270046059776?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/6976840270046059776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=6976840270046059776&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/6976840270046059776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/6976840270046059776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2011/05/por-causa-da-correcao-monetaria.html' title='Por Causa da Correção Monetária'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Uer6CGLcYN8/TdRIRvhLmvI/AAAAAAAAAGk/lOcsnj0W2fE/s72-c/dois%2Bpila.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-7801963711855674631</id><published>2011-05-10T17:09:00.005+02:00</published><updated>2011-05-10T17:39:30.003+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Recomendações Para Um Suposto Leitor'/><title type='text'>Por Causa do Ondjaki, de Canoas e da Aplauso</title><content type='html'>Olá, Suposto Leitor. Já vai se tornando um lugar comum eu dizer que andei sumido daqui. Mas fazer o que, se andei mesmo? Ressurjo com uma boa notícia: fui convidado - e aceitei - pra mediar, entrevistar, a participação do Ondjaki na &lt;a href="http://www.blogger.com/www.feiradolivrocanoas.blogspot.com/"&gt;27ª Feira do Livro de Canoas&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Então estarei lá com Ondjaki, dia 6/6, uma segunda às 14h no Auditório Moacyr Scliar, na Praça da Bandeira.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Pra aproveitar esse momento, deixo aqui a resenha do livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8562936251"&gt;Quantas madrugadas tem a noite&lt;/a&gt;, &lt;/span&gt;do Ondjaki, que fiz pra edição de novembro da &lt;a href="http://www.aplauso.com.br/site/portal/default.asp"&gt;Revista Aplauso&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;É isso.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;**********&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;b style=""&gt;O narrador butequeiro de Ondjaki&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Falar de &lt;i&gt;Quantas madrugadas tem a noite&lt;/i&gt; parece exigir o mesmo talento de Ondjaki na condução do livro. Talento de contador de histórias emprestado ao narrador pra contar não contando, trilhando mais por desvios do que caminhos da história. Que história?Antes de ir pra ela preciso falar do narrador, um dos destaques da obra. Coloquialidade com poesia, um sujeito que diz que “as costuras dos céus tinham rebentado” pra falar de chuvas intermináveis. Mas este narrador transcende belas metáforas. Trata-se de um cara sentado à mesa de um bar em Luanda, conversando com um anônimo interlocutor, ou com a gente mesmo. É certo - a dedicatória do autor confirma - que esta voz malandra, cheia da fala local, é homenagem ao angolano Luandino Vieira. E se esquecermos sotaques, também dá uma vontade danada de lembrar do Blau Nunes de Simões Lopes Neto. Por aí já se percebe que é um narrador manhoso. Um contador de causos que propõe ao ouvinte que patrocine &lt;i style=""&gt;ngalas&lt;/i&gt; (garrafas de cerveja) em troca de uma história espetacular. E bebendo uma cerveja a cada página, traz fatos "puramente verdadeiros", embora pelo alto teor alcóolico do papo e pelo alto teor fantástico da história, possamos desconfiar dessa verdadeirice.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nesse papo de butequim, vai e vem de histórias, nosso companheiro de bar fala de AdolfoDido. Mas não é da vida deste personagem fu**** desde o nome que ele quer falar. É da sua história pós-morte. Não, a trama não ocorre no além. É em Luanda mesmo. Mas trata dos problemas acerca da liberação do corpo do falecido AdolfoDido. A "autópsia inconclusiva", duas mulheres disputando o corpo e umas cositas más criam um embróglio jurídico-burocrático que põe o protagonista-defunto a circular insepulto pela cidade, de lá pra cá, em táxis, aparecendo-desaparecendo, virando objeto de uma grande discussão sem que ninguém saiba por que se discute tanto.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E aí entra a manha do narrador butequeiro: não vai aos finalmentes, manda a objetividade buscar mais uma cerveja. Pra contar os destinos de AdolfoDido, traz à tona outras histórias e personagens. Surgem o anão BurkinaFaçam, o albino Jaí, a KotaDasAbelhas (e seu poder sobre as abelhas de seu jardim), KiBebucha e DonaDivina (as disputantes do corpo), um misterioso e assustador cão que ocupa uma sala inteira na casa de um dos personagens e o imaginário de tantos outros. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Talvez fosse possível começar a história por qualquer uma dessas outras. "Aqui todas as pontas da rede são o próprio início, podes pegar de qualquer lado", diz o narrador. Cruzando todos esses pontos, as linhas narrativas, em uma aparente confusão (só aparente), se costura a tal rede. Ou melhor, véu: por baixo deste causo fantástico-policial, Ondjaki faz ver muito mais. Cada vez que o narrador pede uma cervejinha “pra lubrificar a locomotiva falatória” e se perde no passado de um personagem, faz mais que contar causos que se somam ao enredo. Nos leva a passear por Luanda. Com delicadeza e humor, sem discursos, fala da realidade do país, revela semelhanças e diferenças desta, assim como nós, ex-colônia portuguesa. Mostra o país feito de uma forte e frágil burocracia que obriga a indenizar ex-combatentes da independência, mas também constituído de crenças que fazem surgir cenas como a de Jaí fugindo da turba que crê que decepando o albino obterá a cura da AIDS.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Tudo em uma divertida costura do coloquial com o erudito. Na qual convivem citações de Guimarães Rosa e Ruy Duarte de Carvalho com falas de Odorico Paraguassu. Aliás, talvez costura seja bom resumo para esta novela&lt;i style=""&gt;. &lt;/i&gt;Linguagem, enredo, personagens se unem na rede que envolve e conduz para o desfecho desenhado pelo autor. E no desfecho (não vou contar) percebemos a intencionalidade de cada ponto, cada desvio de rumo. A soma de cada linha reforça o sentido da palavra trama para a literatura.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8562936251"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt; 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Dizem que não, mas é pra responder ao Chico Buarque, Edney Silveste, Cia das Letras e Record.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tudo bem. Se as mudanças vierem para bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer dizer, eu não estava dando a menor pelota pra essas alterações nas regras do Prêmio. Já tinha lido que se anunciava algo por aí, mas e daí, me perguntava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que vi a manchete: &lt;em&gt;Prêmio Jabuti anuncia aumento do número de categorias, de 21 para 29.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz um tempo que eu acho bem engraçado o seguinte: o maior prêmio da literatura nacional, nas suas vinte e uma categorias, reunia, em uma só, Contos&amp;amp;Crônicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá certo, nem todo mundo consegue distinguir um do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o Charles Kiefer me explicar tim-tim por tim-tim as diferenças de uma crônica sobre alhos, de um conto com um personagem chamado bugalhos, eu também não sabia a diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há diferenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E muitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto é que um se chama Conto. A outra, Crônica. São gêneros diferentes mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o Suposto Leitor, apesar de bem informado, não saiba diferenciar um da outra, vá lá. Mas o maior prêmio da literatura nacional?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que não diferenciava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí competiam entre si livros não em condições de desigualdade, mas em condições de esquizofrenia. Era como botar um time de futebol a jogar contra um time de basquete. Ou como querer discutir se pudim é melhor do que feijão, se uma música dos Beatles é melhor do que um filme dos Irmãos Coen. Não dá. São dois universos diferentes se contrapondo, mais ou menos como as facas Ginsu encarando as meias Vivarinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém o maior prêmio da literatura nacional, há anos e anos, insistia nessa categoria Contos&amp;amp;Crônica, que tanto me lembra a Pizzaria e Churrascaria do Fritz. Vá lá, o Brasil é país da miscelânia, vamos miscelanar os textos curtos, vai ver era essa a explicação para o maior prêmio da literatura nacional fazer essa paçoca de letrinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como eu dizia, manchetearam: o Prêmio Jabuti anunciou aumento de categorias. De 21 para 29. Rapaz, fui lá ver que, finalmente, o maior prêmio da literatura nacional tinha reparado n&amp;amp;sse detalhe dos Contos&amp;amp;Crônicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresento as novas 29 categorias:&lt;br /&gt;Tradução; Arquitetura e Urbanismo; Fotografia; Comunicação; Artes; Teoria/Crítica Literária; Projeto Gráfico; Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil; Ilustração; Ciências Exatas; Tecnologia e Informática; Educação; Psicologia e Psicanálise; Reportagem; Didático e Paradidático; Economia, Administração e Negócios; Direito; Biografia; Capa; Poesia; Ciências Humanas; Ciências Naturais; Ciências da Saúde; Contos e Crônicas; Infantil; Juvenil; Romance; Turismo e Hotelaria; e Gastronomia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Opa: não foi dessa vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que não sei quais categorias surgiram, mas vejo que o maior prêmio da literatura nacional reconhecerá o melhor livro de Direito, de Ciências Exatas e também das Naturais e da Saúde. O melhor livro de Gastronomia será prestigiado. Já o de Contos disputará espaço com o de Crônicas mais uma vez. E, como diria o filósofo: e vice-versa. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-539213816129523077?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/539213816129523077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=539213816129523077&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/539213816129523077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/539213816129523077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2011/03/por-causa-de-contos.html' title='Por Causa de Contos&amp;Crônicas&amp;Alhos&amp;Bugalhos'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-4495090940644306602</id><published>2011-01-31T22:51:00.000+02:00</published><updated>2011-01-31T22:56:56.881+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Olho na TV, Ouvido no Rádio</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Deu, chega.&lt;br /&gt;O futebol brasileiro tá cada vez mais cheio de absurdos. Os horários das partidas são só um deles. Por exemplo, mesmo que com reservas, grenal às 19h30, é só pra tevê mostrar que ela é mesmo a dona da bola, do campinho e do apito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem cá, isso até desagrega a família brasileira. Atrasa a pizza, atrapalha o domingão, elimina o cafezão no fim do dia, afasta o namoradão do inevitável encontro com o sogrão no final da tarde de domingo. Danem-se os rituais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o problema pra mim, uma das vítimas do payperview, que assisto muitos jogos em bar, é que tem um sujeito que não abre mão de pelo menos um ritual brasileiro. É o Doutor Olho-naTV-Ouvido-no-Rádio. Que, em tempos de tevê digital, tornou-se o Doutor Ouvido no Rádio, Olho na tevê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, Suposto Leitor, não deu pau no meu processador de textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deu pau é na lógica do torcedor de futebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse sujeito que cresceu assistindo ao jogo na tevê e escutando a narração do rádio, tentando talvez emular a sensação de estar no estádio, esse queridão ou não se deu conta de que as coisas mudaram - o que é impossível -, ou tem uma carteirinha de chato, ou (medo) encontrou sua forma de exercer poder. Sua chance de ser o dono do campinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer entender?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagino que algumas pessoas aqui, Suposto, não vivam o mundo do futebol com a mesma intensidade que eu. Então explico: há uns 20 anos, não era assim pra passar o jogo do teu time na televisão. Final de campeonato e olhe lá. No tempo em que não existia tevê a cabo, era hábito acompanhar o futebol pelo rádio, imaginando os lances narrados. Daí, quando teu time era eleito pra uma transmissão, talvez pelo costume de ouvir o narrador X, ou pelo hábito da velocidade da narração do rádio, ou por preguiça de pensar e querer que o comentarista do rádio te diga o que achar do jogo, muita gente ligava a tevê, mas tirava o volume, e ficava ouvindo no rádio. Era o famoso Olho na TV, ouvido no Radinho. Muita gente cresceu assim, ou vendo o pai fazer isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que surgiu a teve a cabo, depois a digital e esses avanços tecnológicos, acredite Suposto, não são tão avançados assim. O sinal deles chega uns dois segundos depois do sinal da teve aberta. Sério, tu, com aquela anteninha externa comemora, o gol antes do assinante da tevê digital. Mas o pior é o que o sinal do rádio chega muito, muito, muito antes do da tv digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais ou menos assim: no televisor vai bater o escanteio; no rádio o juiz já anulou o gol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, apesar disso, dessa total falta de sincronia entre as velhas e novas tecnologias de acompanhamento futebolístico, tem gente que continua inda a bares que transmitem futebol em sinal digital, com o seu rico radinho de pilha. Não entendo o sentido disso, se querem brincar de prever o futuro, ou se tem o cérebro tão lento que só processam o que ouviram quando vem quatro, cinco segundos depois acontecendo na TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tudo bem se fizessem isso em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou em público, no boteco, mas em silêncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não. Não mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí o porquê de só uma grave deficiência mental proteger esses sujeitos com seus radinhos grudados aos ouvidos do rótulo de presidentes da Sociedade Mundial dos Malas. Os o Doutores Olho na TV Ouvido no Rádio não se contentam em escutar que foi gol antes de ver no monitor que ele aconteceu. Eles têm comemorar, gritar, só falta dizerem Eu vi primeiro e bater no peito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E daí? Qual a vantagem de comemorar o gol sozinho, campeão? Vai ser torcedor do Íbis, então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que é uma ejaculação precoce quando isso acontece. O time lá nas preliminares, Rochemback pra Adilson, Adilson pra Gabriel, Gabriel recua pra zaga, o time toca a bola, GOOOOL, vibra o apressadinho. Ah, vai ser gol, pensamos nós, que só assistimos ao jogo. E até comemoramos quando ele acontece. Como quem vê uma reprise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o pior não é isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas Mães Dinah de mesa de bar, a partir do primeiro gol da partida, conseguem tirar toda a magia do jogo de futebol. O Sobrenatural de Almeida sai de campo nessa hora e leva os mistérios e as surpresas embora do estádio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explico: depois que o amigão gritou gol pela primeira vez com a bola no meio-de-campo, eu já sei que ele vai saber antes de mim, bem antes de mim se sair outro gol. Ou um pênalti. E ele vai gritar EU VI PRIMEIRO só pra demarcar seu território. Então, mesmo sem querer, acontece o seguinte: por exemplo, contra-ataque do teu time, a bola nos pés do atacante que nunca errou, por algum motivo terroristas chechenos seqüestraram o goleiro adversário, não tem ninguém debaixo das traves, o atacante avança sozinho, em direção à aera a ao gol vazios, mas Suposto, daí a gente repara que o Doutor Olho no TV Ouvido no Rádio ainda não vibrou com o gol. Bueno a única emoção que nos resta é tentar adivinhar de que jeito o gol será perdido. Isso se o nosso vidente (ou ouvinte) não gritar: não acredito que um ninja entrou em campo e defendeu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pior é que se o sujeito ainda faz isso é porque isso um costume mais ancestral do que palitar os dentes. Me resta pensar em soluções. Por enquanto tô entre assistir o jogo com algodão nos ouvidos ou contratar uns pagodeiros pra batucarem mais alto que o adivinhão. Alguma sugestão, Suposto. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-4495090940644306602?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/4495090940644306602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=4495090940644306602&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/4495090940644306602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/4495090940644306602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2011/01/por-causa-do-olho-na-tv-ouvido-no-radio.html' title='Por Causa do Olho na TV, Ouvido no Rádio'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-8963550318380624431</id><published>2011-01-05T20:03:00.003+02:00</published><updated>2011-01-13T14:38:37.926+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Recomendações Para Um Suposto Leitor'/><title type='text'>Por Causa de 1 Drama</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não sou um grande leitor de poesia. Ou melhor, nem um suposto leitor de poesia eu acho que sou. Mas às vezes me caem na mão algumas coisas que, acho, são capazes de tocar até os mais despoetizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso serve pra falar do &lt;a href="http://www.naoeditora.com.br/novidades/conheca-o-contem-um-drama-novo-projeto-da-nao-editora/"&gt;&lt;em&gt;Contém 1 drama&lt;/em&gt;, publicado pela Não Editora.&lt;/a&gt; É um livretinho que já te pega pelos olhos, coisa bonita, coisa delicada, coisa que dá vontade de ler.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é mais do que isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Contém 1 drama&lt;/em&gt;, na verdade, contém bonitas fotos tiradas pela Carol Bensimon e, acima de tudo, 2 poemas do Diego Grando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os poemas do Diego Grando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Diego já tinha lançado pela Não o conjunto de poemas &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8561249064"&gt;Desencantado carrossel&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;. Um livro do qual eu gosto muito, por causa do lirismo, da singeleza, da cotidianeidade, da ironia que o Diego colocou pra girar dentro de um trabalho bem cuidado da forma. Gostei do carrossel do Diego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aí o sujeito foi passar um tempo em Paris, fazer doutorado e voltou há pouquinho. O passaporte dele são os 2 poemas &lt;em&gt;25 Rua do Templo&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Palavra Paris&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caramba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Diego cresceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não só na extensão dos textos. Cresceu demais o poeta, que já era bom poeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha, diz que a literatura é feita de solidão. A solidão do escritor, na hora de compor os textos. A solidão do leitor, no momento da leitura. Mas poucas vezes eu tinha sentido tanta solidão em uma experiência literária como experimentei ao ler &lt;em&gt;25 Rua do Templo&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Palavra Paris.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não chegam a ser canções, são, no mínimo, pequenos refrões do autoexílio que o Diego viveu nesses últimos anos junto com a Carol na França. Refrões que ficam repetindo na nossa cabeça a sensação de estar só, de ver o mundo de fora, distanciado das relações familiares, do que já foi rotina, dos rituais coletivos. Diego faz 2 poemas sujos pelo deslocamento, pelo não pertencimento a comemorações e alegrias, sujos com o humor triste de quem &lt;em&gt;troca de ano como quem troca de calçada&lt;/em&gt;, como ele diz em &lt;em&gt;25 Rua do Templo&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois poemas conseguem passar essa estranha sensação de quem foi atrás do sonho e percebeu, nas lembranças, nas memórias, que deixou realidades pra trás. São versos cheios de sorrisos tímidos e lágrimas contidas, porque o olhar de poeta do Diego faz leituras inusitadas do seu cotidiano parisiense, das dores e das alegrias de quem está vivendo a vida de estrangeiro, de quem para &lt;em&gt;na rua deserta e sombria/companheira desta hora que não escolhi/rua deserta não muito distante/dos grandes bulevares abarrotados de alegria espumante/flashes ao vivo para o mundo todo/e meia dúzia de carteiras roubadas/rua deserta no coração da cidade/que um dia chamaram/talvez sem previsão de ironia/Cidade Luz&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso é só um tantinho dessa mistura de amargura e sorriso, de matemática com poesia (&lt;em&gt;A palavra Paris tem cinco letras/e dois milhões duzentos e quinze mil habitantes&lt;/em&gt;, assim começa &lt;em&gt;Palavra Paris&lt;/em&gt;), essa mistura de solidões e olhares que o Diego nos oferece neste volume de &lt;em&gt;Contém 1 drama&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muito mais nesses versos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem ritmo, tem imagens, tem inusitadas comparações e tem a beleza que fica, ao final da leitura de &lt;em&gt;Palavra Paris&lt;/em&gt;, a beleza de quem viveu a solidão, viveu a distância, viveu o estrangeirismo e, mesmo assim, na hora de se despedir dos &lt;em&gt;vinte e dois metros quadrados&lt;/em&gt; dessa palavra Paris que durou dois anos na sua vida, nessa hora, nos deixa perceber saudade e vontade de ficar. Um sentimento difuso que talvez seja de todos nós numa hora dessas. Mas que só um poetaço como o Diego consegue dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Contém 1 drama&lt;/em&gt; contém grande poesia, contém pulsação, contém a minha recomendação para o Suposto Leitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E talvez não contenha uma lágrima ou duas de quem ler. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-8963550318380624431?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/8963550318380624431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=8963550318380624431&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/8963550318380624431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/8963550318380624431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2011/01/por-causa-de-1-drama.html' title='Por Causa de 1 Drama'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-84575355172251415</id><published>2010-12-18T22:17:00.001+02:00</published><updated>2010-12-18T22:20:19.887+02:00</updated><title type='text'>Por Causa Dessa Pressa Toda</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Num mesmo final de semana, há quinze dias, rolaram duas estreias nos cinemas, aqui em  Porto Alegre: &lt;i style=""&gt;O garoto de Liverpool &lt;/i&gt;e &lt;i style=""&gt;A rede social. &lt;/i&gt;Eu e a Jajá acabamos indo assistir aos dois, um no sábado, outro no domingo.&lt;/p&gt;&lt;div&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;O que foi bom.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Não só pelos filmes. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Mas também pela comparação que as 24 horas entre um filme e outro permitiram fazer. Não, Suposto, não vou comparar roteiros, atuações, direções. Tô falando é do simbolismo de esses dois filmes estrearem no mesmo momento.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Olha só:&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Tem uma semelhança muito clara entre &lt;i style=""&gt;O garoto de Liverpool &lt;/i&gt;e &lt;i style=""&gt;A rede social,&lt;/i&gt; que é o fato de serem baseados na história dos primeiros passos, dos momentos pré-fama, de dois nomes ilustres, certo? De um lado, John Lennon, do outro, o Mark Zuckerberg.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;E essa semelhança é que faz saltar aos olhos um troço bem típico dos nossos tempos. Quer saber? Tá com pressa? Calma, é bem disso que eu tô falando. Dessa nossa pressa.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Segura a ansiedade e acompanha: sábado, quando assisti a juventude do Lennon, estava sentado diante de uma história que levou uns cinqüenta anos pra chegar ao cinema. E, vem cá, a história da juventude do John Lennon, a formação de um dos maiores nomes da música de todos os tempos, não é pouca coisa. E ainda se trata de um enredo conflituoso, cheio de traumas, lances fantásticos, conflitos fortes. E isso, minha gente, levou décadas pra virar filme.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Aí, no domingo, quando estou saindo da sala onde vi &lt;i style=""&gt;A rede social, &lt;/i&gt;parei pra pensar, Peraí, mas esse sujeito é HOJE – e não quando a história se passou – mais novo que eu. E, não, não, Suposto, não é crise dos 30, nem inveja de quem faz um bilhão de dólares aos 25 anos. É o seguinte: quem é Mark Zuckerberg? Sim, o criador do Facebook, eu sei. Mas será que é isso que ele vai ser daqui 50 anos, ou ele pode ser mais? Ou ser esquecido? Está pronta a história do cara, já acabou, já vamos biografá-lo?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;É disso que tô falando, isso que ver os dois filmes no mesmo final de semana me botou a pensar. Na ansiedade geral dos nossos tempos, na instantaneidade de tudo, e na tal da efemeridade de qualquer coisa hoje em dia. O Zuckerberg passou a ser um cara da história ontem (se pensarmos em termos de História, talvez ontem seja muito tempo até), há coisa de cinco anos ou menos, com a explosão do Facebook. E assim como ele, cada vez mais, se vê biografias das celebridades do momento. E não estou dizendo que a história do cara não seja interessante, que não deva ser feita. Só estou pensando no significado de fazer ela agora. Demonstra nossa incapacidade geral de fazer as coisas durarem nos tempos de hoje. Tudo é moda, tudo é onda, tudo é trend, tudo é passageiro. Deixar de fazer o filme do Facebook agora, talvez significasse deixar de fazer esse filme para sempre. Porque daqui a seis meses um outro jovem pode estar fazendo o novo bilhão da internet, com uma ideia que a gente não imagina o que seja, e tirando o Zuckerberg dos holofotes e capas da Time. Porque o Zuckerberg de hoje é o criador do Orkut de um tempo atrás, do Napster, de um pouco antes, é o Bill Gates, o Steave Jobs. Eles parecem vir ao mundo na mesma velocidade dos chineses. E podem deixar de ser os caras com a mesma rapidez.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;E isso acontece em tudo. É a nova banda do momento. O novo filme do momento. O novo aplicativo do momento. O novo do momento. E a gente corre pra ter, pra baixar, pra fazer o filme e a biografia logo, porque vivemos em um planeta que virou uma imensa Casas Bahia: só hoje. Amanhã já era.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Muita coisa surge. Nenhuma fica.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;O Facebook passa.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;O Zucekrberg, idem.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;O Google, vai saber.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;As modas, todas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Graças a deus, John Lennon é de outro tempo.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Levou 50 anos pra mostrar a juventude no cinema.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Mas ficou na história. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Está nela.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;E não vai sair.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-84575355172251415?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/84575355172251415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=84575355172251415&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/84575355172251415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/84575355172251415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/12/por-causa-dessa-pressa-toda.html' title='Por Causa Dessa Pressa Toda'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-8263463806071132919</id><published>2010-12-12T03:57:00.003+02:00</published><updated>2010-12-12T04:12:39.381+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Livro Novo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alô, Suposto Leitor. Voltei.&lt;br /&gt;Pra convidar pro lançamento do meu livro novo, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quero ser Reginaldo Pujol Filho.&lt;/span&gt; São 10 contos, cada um uma homanegam, uma brincadeira, uma livre-inspiração com um escritor referencial pra mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, o lançamento será na quarta, 15/12, às 19h30 no Café Cinema do Instituto NT de Cinema (Marquês do Pombal, 1111 - Porto Alegre /RS), como não deixa mentir o convite aqui embaixo:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_tKLfe8qLxcc/TQQs-xVlg7I/AAAAAAAAAEU/r7lFI2fi9Tk/s1600/convite_internet_maior.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_tKLfe8qLxcc/TQQs-xVlg7I/AAAAAAAAAEU/r7lFI2fi9Tk/s320/convite_internet_maior.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5549610097734681522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Bueno, e pra entender um pouquito mais como se dá esse livro novo, vai aqui uma pequena amostra. Um trechitio do conto &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quero ser Miguel de Cervantes, &lt;/span&gt;que abre o livro. Lá vai:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;QUERO SER MIGUEL DE CERVANTES &lt;/span&gt;(TRECHO)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E diz que existe aquela história do homem que queria ser Miguel de Cervantes. Vivia em algum canto deste Brasil que não posso precisar, não é sabido exatamente quando nasceu, mas contam&lt;br /&gt;que se chamava Maiquel, Mayque, Maicon ou algo parecido e, portanto, não Miguel de Cervantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe-se lá o que leva um homem do nosso tempo a querer ser um alguém, mesmo que um grande alguém, do chamado outrora. E, repare, não estamos falando de uma pessoa que se dizia Cervantes como tantos já se disseram Napoleões, Carlotas Joaquinas e outras personalidades de tempos passados. O homem que queria ser Miguel de Cervantes, se a frase não foi clara o suficiente, não se dizia, desejava ser Miguel de Cervantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois contam que, na falta de uma certidão de nascimento ou de uma carteira de identidade que lhe permitisse realizar esse desejo, certa vez, o sujeito, cabeça raspada imitando uma calva, bigodaços desenhados com régua e estilete, barba pontiaguda ampliando e triangulando o fim do rosto e vestindo bailarinas calças e uma bufante camisa, teria adentrado um cartório de Porto Alegre ouum juizado de Novo Hamburgo e, mal os presentes estranharam aquela figura, tiveram que dobrar seus espantos, pois que a figura bandeirava folhas ao ar e dizia Con quien hablo para cambiar mi nombre? Os dobrados espantos ainda se multiplicariam mais para escrivões, atendentes, funcionários que viram o protocolo de seus olhares ser quebrado pela turma que chegava em companhia do homem que queria ser Miguel de Cervantes: parece que era um mendigo, uma mulher da vida, o guardador de carros da frente do estabelecimento e um homem-estátua que se exibia em uma esquina próxima dali. (Continua)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;++++++++++++++&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Então é isso. Está o senhor Suposto Leitor e todo mundo muito convidado para aparecer no lançamento. E também para conferir novidades e trechos do livro no @Quero_Ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Té mais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-8263463806071132919?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/8263463806071132919/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=8263463806071132919&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/8263463806071132919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/8263463806071132919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/12/por-causa-do-livro-novo.html' title='Por Causa do Livro Novo'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_tKLfe8qLxcc/TQQs-xVlg7I/AAAAAAAAAEU/r7lFI2fi9Tk/s72-c/convite_internet_maior.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-4714730398629648027</id><published>2010-10-21T15:16:00.002+02:00</published><updated>2010-10-21T15:31:14.598+02:00</updated><title type='text'>Por Causa de Novidades</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Hola, Suposto, que tal?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É por causa de novidades que tenho pouco ou nada aparecido por aqui.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Novidades quais?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vamos lá.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tá saindo - ou saiu já - nessa semana uma resenha que fiz para o livro &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8562936251"&gt;Quantas madrugadas tem a noite&lt;/a&gt;, &lt;/em&gt;do Ondjaki, na Revista Aplauso. Pra saber exatamente o que eu penso desse lançamento da Leya, dá uma olhadinha na revista, mas fica já sabendo que é, sim, uma recomendação para suspostos leitores. Então, leia a revista e leia o livro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outra, é que ando às voltas com o fechamento do meu próximo livro. Andei escrevendo muito no livro e, portanto, fora daqui. Suposto, logo, logo trago mais novidades sobre o livro em si, lançamento e que tais que são coisas pra em breve.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E também, já que estamos aqui, andei sendo entrevistado pelo poeta português Luis Filipe Cristóvão para uma série de entrevistas do site PNET Literatura. Dá pra ler &lt;a href="http://www.pnetliteratura.pt/cronica.asp?id=2655"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tenho escrito pouco aqui no Por Causa, mas tem um monte de coisas pra tu ler, Suposto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Espero voltar mais vezes aqui.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-4714730398629648027?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/4714730398629648027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=4714730398629648027&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/4714730398629648027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/4714730398629648027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/10/por-causa-de-novidades.html' title='Por Causa de Novidades'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-5575437516169897357</id><published>2010-08-31T23:57:00.002+02:00</published><updated>2010-09-01T00:19:44.710+02:00</updated><title type='text'>Por Causa da FLIP 5 - FIM</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Tá bem, coloquei aqui ontem o texto sobre o que fica da Flip, falando da gurizada lá de Parati.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas e a FLIP pra maiores, me perguntaria o Suposto Leitor? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom, foi isso aqui que eu disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, Suposto. Do que eu já via das Festa Literárias aqui em Parati, parece que essa edição pode vir a ser um ponto de reflexão, especialmente sobre programação. Lembro de sair da FLIP de 2007, com Amoz Oz, Coetzee, Nadine Gordimer, Mia Couto, falando de que tinha sido a FLIP das estrelas, ou a FLIP megaprodução. Ano passado, depois da programação com Sophie Calle e o ex-marido Grégoire Bouillier, Tezza e Bellatin e suas ficções biográficas, Catherine Millet e outros autores mais ou menos biográficos, a sensação era de que o evento tinha decidido mostrar essa discussão da fronteira entre o real e a ficção, essa linha tênue entre autor e narrador que tem marcado tantas obras contemporâneas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a de 2010?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não consegui ver uma cara nela. Parecia querer ser diferente, talvez ousada, chamando grandes atrações como Crumb e Lou Reed, em vez de prêmios Nobel. Homenageando Gilberto Freire, em vez João Cabral de Melo Neto.  Pois é, mas acho que, se isso é ser ousada, prefiro outras ousadias que já vi em FLIPs, que são ousadas, mas são muito literárias. Ousadia de ser grande, como colocar o Paul Auster e o Chico Buarque juntos, sem ter medo de provocar o maior engarrafamento da história do mundo. Ou de trazer todas as estrelas da edição de 2007. Ou ainda ousar trazer gente realmente talentosa, mas longe, longe do estrelato literário. Digo assim: nesse ano de 2010 teve uma mesa que é tradicional, que é na quinta-feira, nos primeiros horários e reúne brasileiros contemporâneos. Teve coisa parecida em 2006, 2007 e acho que em outras edições também. Mas a diferença é que  em 2010 não se arriscou trazer gente nova, nova, nova pra mesa. Ronaldo Correia de Brito ganhou o prêmio SP do ano passado, Beatriz Bracher já beliscou as principais premiações e Reinaldo Moraes foi um fenômeno literário nos anos 80. Tudo bem que talvez não sejam conhecidos do grande público ainda, mas já estão um passo adiante da turma que vi em 2006: André Laurentino lançando &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8522006628"&gt;seu primeiro livro&lt;/a&gt;, Maria Valéria Rezende lançando o&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8573026979"&gt; terceiro&lt;/a&gt; (ou segundo?), André Santanna lançando &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8535907866"&gt;O paraíso é bem bacana&lt;/a&gt;, o próprio Reinaldo Moraes antes do &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8573029447"&gt;Pornopopéia&lt;/a&gt;, assim, gente que eu não tinha ouvido, ou mal tinha ouvido falar. Autores como o Laurentino e a Maria Valéria, que descobri, corri pra comprar o livro, li e passei a dar de presente. Acho escolhas, garimpadas como essas, ou como trazer o Ondjaki quatro anos atrás, tão ou mais ousadas do que trazer Lou Reed.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa que senti falta, foi da polifonia da Festa. Essa FLIP estava mais pra conto ou novela, com poucas vozes, do que pra um romance polifônico, digamos assim. Explico: dois idiomas foram privilegiados nesta edição: português e inglês. Houve também o espanhol de Wendy Guerra e Isabel Allende e talvez alguém possa querer forçar a barra e falar da iraniana Azar Nafisi e do israelense A.B. Yehoshua, mas eles vivem há anos nos EUA e acho que escrevem em inglês. Não teve argentinos, mexicanos, africanos - de língua portuguesa ou não -, chineses, franceses, italianos, alemães, tantas vozes por aí, acho que a Festa Literária foi menos internacional esse ano em Parati. Ou que o nosso narrador foi um tanto repetitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas antes que achem que a cara dessa FLIP seja a minha amarrada, calma lá, moçada. É a FLIP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E teve coisas boas, ótimas descobertas pra mim. Livros pra trazer pra casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;William Boyd, por exemplo, o escocês que dividiu mesa com Pauline Melville, está na mala. Poderia estar trazendo o romance do qual ele leu um trecho, &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8532525911"&gt;Tempestades comuns&lt;/a&gt;, ótimo trecho por sinal, uma cena angustiante a beira do Tamisa, muito bem narrada, mas o que está vindo é o volume de contos &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8532525652"&gt;Fascinação&lt;/a&gt;. Porque o Boyd mostrou na mesa ser um pensador da literatura - ele é crítico e roteirista também - e lá pelas tantas lascou que tinha criado uma espécie de teoria do conto, dividindo o gênero em sete modelos (que podem se inter-relacionar). Falou brevemente sobre estes modelos, que podem ser conhecidos no &lt;a href="http://www.williamboyd.co.uk/"&gt;site do autor&lt;/a&gt;, e me deixou curioso sobre como funciona na prática toda esta teoria. Ontem, na livraria da FLIP, folheei Fascinação e fui pro caixa. Parece ter coisa boa ali. Depois de ler, conto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve a já citada mesa dos brasileiros. Boa discussão sobre literatura. Embora a mediadora tenha definido que ali estavam três estilos de romance, o do sertão (Ronaldo Correia de Brito), o intimista (Beatriz Bracher) e o urbano (Reinaldo Moraes), vi mais do que isso. Vi três jeitos de pensar o texto. O Ronaldo, nas suas falas, trouxe uma coisa paradoxal, uma racionalidade-apaixonada, um cara com quem dá vontade de conversar sobre o escrever, ele parece ter muito a dizer e a refletir, mais do que foi exigido dele na mesa. O Reinaldo talvez seja o extremo, embora tenha falado de forma e coisa e tal, pela leitura dele, pelo que já li dele, e pela fala dele, parece ser o típico contador de histórias. Desbocado? Universo junkie? Coloquial? Underground? Sim, tudo isso, mas daqueles que acreditam em primeiro contar e contar e contar a história pra ver onde vai dar. E a Beatriz Bracher, não sei se misturei o fato de estar lendo o segundo livro dela e observando profundas diferenças entre um livro e outro, mas talvez tenha somado isso à participação dela, e assim vejo uma investigadora, não a escritora do intimismo apontada pela mediadora, mas alguém investigando estilos, formas e histórias. Pois esses três soltos e com perguntas simples, mas sobre as suas obras, fizeram uma das mesas mais consistentes que vi, daquelas em que mais que conhecer os autores, vamos conhecendo também um pouco mais do que a gente pensa sobre a escrita e a leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também vale exaltar a mediação do João Paulo Cuenca, na mesa que reuniu Carola Saavedra e Wendy Guerra. Cuenca talvez devesse servir de exemplo pra outros mediadores da Festa. Foi na veia da obra das autoras, tinha os romances no colo, leu trechos sublinhados, fez intersecções inteligentes entre obras que aparentemente não se relacionavam e não caiu em clichês fáceis, como querer discutir a literatura feminina, só porque havia duas mulheres no palco. Ao contrário disso, propôs discussões sobre escolhas narrativas, sobre os significantes vários que encontrou em Paisagem com dromedário e Nunca fui primeira dama. Acredito que quem já tivesse lido os livros, deva ter recebido boas chaves de leitura dessa discussão. Daí, não sei se é porque era domingo e já ia começar o Faustão, ou se porque o Cuenca resolveu falar de literatura e de literatura e não se permitiu discutir amenidades (nem quando a Wendy Guerra deu uma baita brecha comentando ter sido desde criança a Xuxa da TV cubana), não sei por qual motivo, muita gente saiu antes do fim da mesa. Talvez fosse dor nas costas, quatro dias sentado, vendo mesas, dói no ciático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, claro, houve a dupla participação do Robert Darnton, casada com o estande da Companhia Suzano de Celulose. Cometi a ingenuidade de vir assistir a essas mesas em busca de respostas, mas é óbvio que estou voltando com muito mais perguntas. Claro que dá esperança no futuro do livro de papel - sim, quero que ele continue - ver o Darnton falando da busca da coexistência do analógico e do digital. Ele comentou, inclusive, estar escrevendo um livro para se publicado nos dois modelos, com especificidades para a leitura linear (no papel) e outras para a leitura não linear (digital). Outro foco de esperança foi ter visto que o mesmo homem, o Makinson, editor da Penguin, na mesa com o Darnton falava em estar se preparando para um futuro digital, em livros com recursos de vídeo (queria falar mais sobre isso outra hora), mas esse mesmo sujeito e sua empresa estavam, com grande estardalhaço, lançando a parceria com a Cia das Letras para vender o quê? O quê? Livros, sim, senhor. E a Penguin não só está lançando operações no Brasil, como na China, na Coreia, na India e em outros mercados onde a alfabetização e o desenvolvimento ainda podem criar muitos leitores. É claro que se pode pensar que essa expansão tem o objetivo de compensar uma possível perda de mercado nos EUA pra plataformas digitais (embora tenha se falado em crescimento da venda de livros neste ano). Mas eu também tendo a pensar no seguinte: se o futuro é tão inevitável e iminentemente digital, estaria a Penguin fazendo toda essa expansão com livros de papel para lucrar com os últimos anos de um mercado agonizante? Resolveram gastar dinheiro? Ou ainda enxergam boas perspectivas para as vendas de livros? Tô falando: voltei com bem mais perguntas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda sobre a questão dos livros, acho que a organização das mesas refletiu um pouco do mercado editorial: esqueceram do autor. Nessas discussõe sobre direitos autorais, mercados, futuros e incertezas, além de editores, pensadores, diretores de biblioteca, não seria uma boa ter colocado um escritor de literatura? Pra gente voltar com ainda mais perguntas, questionando também o que esse movimento todo vai fazer com a linguagem? Com o modo como se conta histórias? E se lê? Perguntas, perguntas, perguntas, FLIP, Festa Literária Internacional das Perguntas também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero só ainda comentar que aqui no ônibus, deixando Parati, vejo muitas pessoas lendo livros de autores que estavam no evento, livros de papel, provavelmente comprados durante a festa. A julgar por isso, a FLIP colocou mais uns cinco dias de vida nos cálculos de quem vive profetizando o fim dos livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prós e contras pesados, acho que é isso que chamam de fazer um balanço do evento, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+++++++++++++++&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ah, sim, só mais uma coisinha: profissionais da tradução simultânea: mandem seus currículos para a organização da FLIP. Seria uma excelente surpresa, numa próxima edição, descobrir que essa área foi qualificada. Desde 2006, é a mesma turma, fazendo, às vezes, em vez de tradução, confusão simultânea das mesas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-5575437516169897357?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/5575437516169897357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=5575437516169897357&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/5575437516169897357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/5575437516169897357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/08/por-causa-da-flip-5-fim.html' title='Por Causa da FLIP 5 - FIM'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-7244145999157144894</id><published>2010-08-30T15:38:00.009+02:00</published><updated>2010-08-30T15:51:32.301+02:00</updated><title type='text'>Por Causa da FLIP 4</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Pues, coisa louca, Suposto: a FLIP continua aqui. Tem mais dois textos que fiz pro site da revista Aplauso e que quero dividir contigo. São dois balanços do todo da festa e não vou ficar falando mais, porque os textos já dizem o que querem dizer. Aqui vai um e amanhã ponho o outro. E aí a Festa acaba aqui.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;********************&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O QUE FICA QUANDO A FLIP SE VAI?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cabou-se a FLIP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E acho que um dos papéis mais interessantes dela - e talvez menos falados - continua firme. Falo de uma imagem que vi, lá na quinta-feira, e que se repete ao longo do evento: uma molecada de Parati, pé no chão, bermuda suja da pelada no campinho, pendurada nos alambrados que dão acesso à Tenda dos Autores vendo aquele monte de gente entrar naquele circo que se monta há oito anos na cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa vez, olhei bem pra cara dessa gurizada, pros olhos arregalados, e pensei que essa turma talvez cresça com uma visão diferente da usual sobre o que é ser escritor. Em vez de pensar numa coisa solitária, em vez de ouvir que no Brasil escritor morre de fome, os paratianinhos talvez achem que escritor é superstar, é badalado, é coisa legal. Vem cá, ano a ano eles veem a cidade dobrar de populção, os pais ganharem uma grana a mais por causa dos escritores. Assim como eu, eles observam a geração espontânea de filas pra pegar autógrafos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que existe uma turma que critica as FLIPs, FLOPs, FLUPs pela espetacularização da literatura e do autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vendo os guris de Parati tão curiosos por essa gente dos livros, começo a pensar que isso tem seu lado bom. Durante 5 dias, pra essa galerinha, escritores são tão famosos quanto o Kaká, quanto o último Big Brother, quanto a Ivete Sangalo, quanto o protagonista da novela das oito. Ei, as crianças de Parati talvez queiram agora ser jogador de futebol, modelo, astronauta, ator e, quem sabe, dois ou três, escritores. Por que não? Lembro que ano passado fui dar uma palestra pra uma turminha de um colégio público de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, e que a professora que me recebeu me falou que eu não tinha ideia da magia e da importância que tinha pra piazada eventos como aqueles, que isso sempre colocava um pouco mais o livro e o escritor na cabeça deles. Era uma feira do livro pequena, de bairro, agora imagina um troço como o que rola em Parati.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso somado com uma das partes mais bonitas da FLIP, que é a Flipinha, cara, é muito positivo. A Flipinha, pra quem não sabe, é uma baita programação infantil que rola no período da festa. Segundo me disseram, mais de 90% das escolas públicas de Parati participam das atividades. E ainda tem a decoração da Praça da Matriz, que além de reproduzir personagens literários em papel machê pra divertir a molecada, tem uma das minhas coisas preferidas na cidade: as árvores de livros. Muitas árvores com livros pendendo dos galhos. E a criançada vai lá, senta e lê mesmo. E, se não sabe ler, tem uma turma de instrutores que vem dar uma forcinha. Ah, e nesse ano ainda botaram uma bibliotequinha no meio da praça, aumentando a oferta de títulos pros pequenos. Torço pra que, nos doze meses que separam uma edição da FLIP da outra, esse trabalho de aproximação da criançada com livros tenha algum tipo de continuidade. Porque volto com uma impressão reafirmada: de que a cada edição podemos ter mais moleques sonhando ser Ronaldo. Mas Correia de Brito.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-7244145999157144894?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/7244145999157144894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=7244145999157144894&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/7244145999157144894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/7244145999157144894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/08/por-causa-da-flip-4.html' title='Por Causa da FLIP 4'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-5498093686444513788</id><published>2010-08-23T22:35:00.008+02:00</published><updated>2010-08-23T22:58:31.056+02:00</updated><title type='text'>Por Causa da FLIP 3</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Vamos lá, antes que esses textos não te interessem mais, Suposto Leitor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aqui vai a 3ª coluna que publiquei sobre a FLIP 2010 no site da revista Aplauso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;NEM FESTA, NEM LITERÁRIA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É recorrente a FLIP organizar mesas com gente oriunda de lugares conflituosos ou envolto em polêmicas (Amoz Oz, de Israel junto com Nadine Gordimer, da África do Sul; o palestino Mourid Barghout; a mesa com autores chineses no ano passado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse ano, os nomes da vez eram o israelense, A.B. Yehoshua, escritor radicado há tempos nos Estados Unidos e a escritora iraniana, também professora, também radicada nos Estados Unidos, Azar Nafisi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito pode-se falar dessa mesa em si e dessa mesa como conceito. Como conceito, o que acontece é que, apesar dessa bonita democracia, judeus e muçulmanos reunidos pelo poder da literatura na mágica Parati, a gente pode pensar que a coisa não é tão democrática assim não. Como diria o professor, Senão vejamos: o autor israelense, apesar de judeu e israelense, não vem defender a expulsão dos palestinos de Jerusalém, pode até ter combatido em Golan, pode até defender que os judeus devam morar em Jerusálem - como faz Yehoshua -, mas no final das contas acredita na negociação, prega a paz, etecétera, etecétera e etecétara. Da mesma forma, o lado árabe da coisa, não vem dizer Nós chegamos antes de vocês, não vem defender a Al Qeada, não vem defender belicosamente a questão palestina ou afegã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que quero dizer é que simbolicamente a coisa pode até funcionar. Mas como debate, como provocação intelectual, como revisão de argumentos e conceitos, como choque de verdades pré-prontas, não vejo grandes méritos. Nem sei se é o papel da FLIP fazer isso, gerar tensão e polêmica. Mas que não gera, não gera. Porque apesar das certidões de nascimento, o que temos, via de regra, são duas pessoas muito talentosas, muito inteligentes, muito perspicazes, defendo o que todo mundo, aqui em Parati, quer que se defenda: a Paz, o fim dos regimes totalitários e teocráticos, coisa&amp;amp;tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como espetáculo, bárbaro. As tiazinhas cariocas, os estudandes "meio-intelectuais, meio de esquerda"*, os desavisados, aplaudem, assobiam, dão risadas das boas frases, dos olhares profundos, das grandes tiradas sobre a questão judaico-palestina e seus assuntos periféricos. Mas no frigir dos ovos (nunca entendi essa expressão), mas no frigir dos ovos tá todo mundo batendo em bêbado. Ou em nada. Dificilmente surge ou surgirá o contra-ponto, a resposta que ninguém quer ouvir. Talvez a única excessão nesse ano tenha sido quando Azar Nafisi fazia mais alguma afirmação contra Mahmoud Ahmadinejad e, lá pelas tantas, Yehoshua, contestou a iraninana lembrando ela de que também não podemos ficar só apedrejando o governo e absolvendo a população como se fossem todos manipulados. Lembrou, o israelense, que há muitas pessoas inteligentes, articuladas, que compram os regimes totalitários, as soluções bélicas, as ortodoxias. Há gente com um bom aparato intelectual defendendo as ideias que nós não defendemos foi o que me pareceu que ele quis dizer. Interessante, um momento de reflexão e não de puro aplauso histérico e concordativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, pois bem, dito tudo isso, ainda fica uma questãozinha sobre essa mesa do Oriente Médio, tanto no seu nível conceitual, quanto no nível específico: e a literatura?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estamos na Festa LITERÁRIA Internacional de Parati?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pues, pra mim, que venho ver debates literários, discussões sobre forma, estilo, técnicas, conjunto da obra, me parece que a literatura fica na periferia nessa hora. Todo mundo entra contaminado pelo acordo de paz, pela burka, pelos conflitos, pela solução negociada. Do mediador aos convidados, passando pelo público e por suas perguntas, o foco da mesa vai longe, longe, da obra dos autores, por exemplo. Como diria o profeta, é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha, do que se fazer uma pergunta sobre um trecho dos autores nessa mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que eu tenha registrado, houve uma fala do Yehoshua em que ele refletiu sobre literatura no geral, sua importância pedagógica, de fazer refletir, gerar pensamento. Crê ele que isso não acontece mais hoje, que o pós-modernismo não nos faz tocar os grandes valores da humanidade, tampouco os grandes dramas. Segundo ele, os grandes escritores do século 20, estão cronologicamente localizados na primeira metade do período. Depois disso, "psicologia" e "relativização" tomaram conta das páginas e foi pro saco a especulação do humano, o assombro, o espanto e a descoberta de nós mesmos e do outro através dos livros que lemos. Será?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque isso ficou perdido entre uma pergunta sobre o apedrejamento da Sakineh Mohammadi no Irã e outra sobre a proibição do uso da burka na França. Sim, aconteceu ainda algum momentito em que Nafisi exaltou o poder da literatura, falando relativamente ao seu livro &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8589876527"&gt;Lendo Lolita em Teerã&lt;/a&gt;, obra que revive os grupos de leitura de meninas iranianas que secretamente descobriam obras como a de Nabokv em Teerã nos anos 80.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, no todo, assim como nas outras mesas com escritores-de-países-em-pauta que já assisti, a literatura cede espaço para o tema polêmico do momento que envolva as origens dos escritores convidados. Então, o mais que tivemos foram defesas da democracia, frases fortes contra Ahmadinejad, ironia e argumentos muitos contra o apedrejamento de mulheres no Irã, acabou sobrando muito pro Lula, seu companheirismo e em-cima-do-murismo em relação ao Irã, e aplausos, aprovações e muito entusiasmo de todos na platéia. E ficamos por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá, não se falou quase de literatura. Mas acho que também vale pensar no seguinte: há uma questão literária (ou periférico-literária) aí envolvida que não tinha me ocorrido ainda: a posição do escritor como intelectual a ser ouvido, como pensador do mundo e dos nossos tempos, como voz relevante. Talvez esse lado da atividade literária saia fortalecido de uma hora e meia como essa. Diz-se muito que os escritores perdem cada vez mais essa relevância pra sociedade, esse papel de fonte de consulta sobre as verdades e polêmicas. Bem, numa mesa como essa, o que importa, mais do que o livros, são as posições e as ideias dos autores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+++++++++++++&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dá pra deixar de falar da nova tradição da FLIP: a mesa dos quadrinhos. Depois do Neil Gaiman, do Grampá + Rafael Coutinho + Fabio Moon&amp;amp;Gabriel Bá, ontem foi a vez do Robert Crumb e do Gilbert Shelton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma mesa não literária.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E antes que me ataquem, calma: não estou tentando negar o caráter literário que vem se atribuindo aos quadrinhos nos últimos tempos. Calma, sequer tenho condições de fazer isso, não sou conhecedor do asunto, não posso me meter a falar disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que a mesa não foi lietrária, não foi sobre quadrinhos, não foi é nada. Pelo menos pra mim que não estava lá tietando o Crumb e o Shelton. E, em minha defesa, digo: ano passado uma das minhas mesas preferidas foi a dos quadrinhos. Os caras leram trechos, mostraram no telão, discutiram suas obras e a dos outros, se divertiram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse ano, rapaz, nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que muito por conta da escolha equivocada do mediador: Sérgio Dávila. Credenciais do homem para estar lá: editor da Folha, correspondente internacional, único brasileiro a cobrir a guerra do Iraque de Bagdá, prêmio Esso... tá, e uma carteirinha do fã-clube do Crumb? Editou um fanzine na adolecência? Hein?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem-gracisse total: deixou o Crumb fazer o que ele queria - não fazer nada -, fez perguntas de release (gosta da mulheres brasileiras? Verdade que você veio porque sua mulher obrigou?), deixou a esposa do Crumb - quando ela foi convidada a subir ao palco - tomar conta da mesa e quase ignorou o Gilbert Shelton que parecia disposto a falar, contar histórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era uma mesa que envolvia muitas expectativas. Poderia ser polêmica, esquisita, divertida e não foi sequer o básico: informativa. Ano passado, saí da mesa do Grampá e do Coutinho com a minha ignorância sobre quadrinhos um pouco diminuída. Neste ano, nem perto disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As palmas dessa mesa ficam pro depois dela: voltando da janta, com a minha namorada, passamos pela tenda de autógrafos. Quase meia-noite. O Gilbert Shelton, velhinho de barba e cabelo branco, dublê de Papai Noel, ainda estava lá três horas depois, com a esposa e agente literária de um lado, copo de cerveja do outro, autografando livros pra quem quisesse, com direito a um desenho feito na hora. Gente boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*quem inventou essa expressão foi o Antonio Prata.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-5498093686444513788?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/5498093686444513788/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=5498093686444513788&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/5498093686444513788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/5498093686444513788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/08/por-causa-da-flip-3.html' title='Por Causa da FLIP 3'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-3434647344963908037</id><published>2010-08-18T23:36:00.003+02:00</published><updated>2010-08-19T00:03:52.214+02:00</updated><title type='text'>Por Causa da FLIP 2</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Me atrapalhei um pouco lá por Parati, depois as férias seguiram e, pois é, e todos aqueles textos que eu prometi colocar aqui, onde foram parar? Calma, já estão devidamente publicados lá no &lt;a href="http://www.aplauso.com.br/site/portal/notas.asp?secao_id=17"&gt;site da revista Aplauso&lt;/a&gt; e agora, aos poucos vou trazendo praqui. Resquícios da FLIP. Bueno, já demorei demais, então chega de conversa e vamos a minha segunda coluna sobre a Festa Literária Internacional de Parati.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A QUESTÃO DO PAPEL DOS LIVROS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma das coisas que eu estava mais curioso pra ver aqui em Parati era a tal discussão sobre o futuro do livro, esse lugar comum que tem perseguido a literatura nos últimos tempos mais do que o bucólico cheiro de terra molhada. Estava curioso pelo tema em si, mas também por essa situação que lembra um pouco a lógica da vacina: injetar o veneno, o vírus, no organismo pra criar anticorpos e defesas contra a doença. Digo assim: trouxeram pra uma festa literária, de celebração dos livros, de filas de autógrafos, duas mesas pra discutir se um dos motores dessa coisa toda não tá pifando. Sim, falo das duas mesas que envolveram o historiador e diretor da biblioteca de Harvard, &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8535916768"&gt;Robert Darnton &lt;/a&gt;- uma com o diretor da Penguin, John Makinson e a outra com o historiador da cultura, Peter Burke.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aí, rapaz, chego em Parati e, caminhando com minha namorada pelas ruazitas do centro histórico, descubro algo tão significante pra esse assunto das duas mesas. Algo tão eloqüente quanto as declarações do Darnton sobre os riscos de se entregar ao Google e a empresas privadas o monópolio da informação e do conhecimento; tão assustador quanto o John Makinson falando da Amazon apagar livros do Kindle alheio; ou o Peter Burk questionando sobre a perda da capacidade de ler devagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é que pode ser tão simbólico?&lt;br /&gt;Uma fogueira de livros?&lt;br /&gt;Uma distribuição de e-readers?&lt;br /&gt;Dezessete andróides do Paulo Coelho, reproduzindo e-books do mago 24 horas por dia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estande da companhia Suzano de Celulose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presta atenção: junto da livraria da FLIP, perto de onde os autores autografam, tem uns espaços alugados por empresas pra se divulgar. E um deles foi alugado justamente pela Suzano. Todo, todo decorado com os motivos do "papel polen bold" (aquele amarelinho dos livros), exaltando suas qualidades pra leitura, cansa menos os olhos, permite ler mais livros e assim obter mais conhecimento e, logo, fazer um mundo melhor. Sim, esse discurso está no folder que se encontra no espaço. Estão fazendo um belo investimento pra me convencer de que é bom ler no papel. É mais ou menos como fazer uma campanha pra dizer que água é bom pra tomar banho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cara, a turma do papel está assustada mesmo.&lt;br /&gt;Vieram se defender.&lt;br /&gt;Chega a ser esquisito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa eu contar mais um pouco: o estande é meio lounge, tem pufes, luminárias e livros pra quem quiser sentar ali e ler em um bom polen bold. E mais: em um espaço especial, &lt;a href="http://www.vocepodelermais.com.br/#/umlivropordia"&gt;uma moça lê initerruptamente, livros inteiros&lt;/a&gt;. Na sexta, por exemplo, leu todo o &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8535917160"&gt;Luka e o fogo da vida&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, do Salman Rushdie. Leu sem parar durante quase cinco horas, e quem quisesse podia colocar fones de ouvido e acompanhar a leitura dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um tanto bizarro, um tanto surreal, mas também muito parecido com as mesas sobre a questão dos livros: escancara o tema do momento e bota pra pensar, pra perguntar. Por exemplo: não vi até agora ninguém lendo um Kindle ou um Ipad por aqui. Na verdade, vi muito poucas pessoas lendo aqui em Parati. Mas no estande da Suzano sempre tem um sujeito ou outro agarrado num livro. Outra coisa é essa mulher que hoje vai ler um livro infantil e depois uma das tantas obras que tem lá na biblioteca que a Suzano oferece: além de estar comprovando o que o pessoal da fabricante de celulose quer comprovar - que o papel não cansa os olhos como uma tela -, ela está também nos lembrando do seguinte: meu chapa, livro não fica sem bateria nunca, pode ficar chato, lento, enrolado, mas não vai nunca apagar no meio da leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso significa o quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo e nada. Assim como as mesas sobre a questão dos livros aqui da FLIP, o estande da Suzano, ao mesmo tempo, reforça o pavor e o medo de que o livro impresso esteja mesmo sumindo, e a esperança de que sempre vai ter um canto pra gente ler em bom e amarelo polen bold.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+++++++++&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só pra não perder o hábito de fazer comentários rápidos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Não lotou a mesa sobre o futuro dos livros na sexta de manhã. Apesar de tudo o que eu escrevi aqui em cima, na verdade, ninguém está tão interessado nesse assunto assim?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2 - &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8571648611"&gt;Pauline Melville &lt;/a&gt;e &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8532525652"&gt;William Boyd&lt;/a&gt; fizeram mais uma boa mesa com bastante espaço para a literatura e reafirmaram uma tradição que a FLIP tem pra mim: a de me fazer voltar pra Porto Alegre com uma lista de autores para ler.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-3434647344963908037?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/3434647344963908037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=3434647344963908037&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/3434647344963908037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/3434647344963908037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/08/por-causa-da-flip-ii.html' title='Por Causa da FLIP 2'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-1532919428785211448</id><published>2010-08-06T17:15:00.002+02:00</published><updated>2010-08-06T17:40:22.069+02:00</updated><title type='text'>POR CAUSA DA FLIP 1</title><content type='html'>Pois Suposto, querido, voltei.&lt;br /&gt;E tanto tempo sem aparecer aqui vai ser compensado com uma enxurrada.&lt;br /&gt;É que ando por Parati, na FLIP, e combinei de mandar pra revista &lt;a href="http://www.aplauso.com.br"&gt;Aplauso&lt;/a&gt; alguns textos sobre o que vejo por aqui. Entonces, dá pra ler lá na Aplauso, ou aqui embaixo mesmo. Aparece aí, Suposto, porque eu vou vir aqui todos os dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, e o primeiro texto tá aqui embaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O SISTEMA DE TELETRANSPORTE DA FLIP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá pra falar muita coisa de um primeiro dia de FLIP. Dia em que assisti quatro mesas, cruzei com o Moacyr Scliar, André Laurentino, Cardoso, mas tem uma coisa que não me sai da cabeça, que me põe confuso já há um tempo, desde a primeira vez em que vim pra Festa, em 2006. Falo do misterioso sistema de teletransporte daqui de Parati.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calma, posso explicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não entendi como é que se faz pra ter acesso a esse serviço, nem ninguém me confirmou que ele exista. Mas só pode existir. Vou dar um exemplo que com exemplo a gente entende melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguinte, depois de cada mesa da FLIP, os autores têm uma sessão de autógrafos, sentam-se atrás de uma mesa, caneteiam e são fotografados pelos fãs. Pois, depois da mesa da Isabel Allende, não foi diferente: após uma hora e tanto de causos, Antonios Bandeiras, Allendes, plásticas e outros assuntos, a Isabel disse Gracias pra plateia, o pessoal aplaudiu, eu levantei e comecei a sair. E no que saí da tenda, me deparei com uma fila de mais ou menos cem, cento e cinquenta pessoas já esperando pelo autógrafo. Repito: a mesa encerrou, eu levantei e já tinha umas 200 pessoas - no tempo de uma frase, a fila cresce muito por aqui. Nem cinco minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tchê, aí é que me pergunto: como, de onde, quando essa pessoas todas surgiram? Surgem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque esse fenômeno da geração expontânea de fila não é exclusividade da escritora chilena não. Já vi o mesmo e até mais acontecer pro Chico Buarque, Lobo Antunes, Coetzee, Amóz Oz, Ferreira Gullar e outros. É um troço que acontece num já, que, juro, se o Usain Bolt disparasse no momento do agradecimento, ele ia pegar o trigésimo, o quadragésimo lugar da fila.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí fico pensando: como é que faz pra ser o primeirão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era do que eu vinha falando, esse sistema de teletransporte da FLIP. Ainda não sei se são só os VIPs que têm. Ou se são cobaias humanas de um projeto científico. Ou as duas coisas. Mas dou por certo que uma turma recebe ingressos com um moderníssimo chip teletransportador que ao menor ruído de Gracias ou Thanks, teletransporta o sujeito pra fila de autógrafos. Assim, vup, imediato, de um lugar ao outro sem perder um segundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só pode ser assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque se não for, seria uma sacanagem com os grandes fãs da Isabel Allende, do Chico, do Paul Auster. Seria sim, já que sem o teletransporte, só teria um jeito de estar lá no primeiro lugar da fila: sair antes da mesa acabar. Pô, e é tão difícil conseguir ingresso pra FLIP (nesse ano, acabaram em duas horas), está cada vez mais caro, seria até triste essa turma ter que levantar antes, perder o que seus autores favoritos têm a dizer, pra ter que correr pra pegar um autógrafo. Não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que bom que tem o teletransporte, então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S: As fotos mostram um pouco da fila de autógrafos da Isabel Allende. Todas essas pessoas já estvama na fila, quando eu saí da mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+++++&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comentar:&lt;br /&gt;1 - Acho que a grande mesa do primeiro dia foi Fábulas Contemporâneas, que reuniu os brasileiros Ronaldo Correia de Brito, Beatriz Bracher e Reinaldo Moraes. Bate-papo solto, mas falando de literatura, discutindo processos, formas e estilos de cada um. Coisa boa de ver ouvir. Pena que tenha sido também a mesa com menos público das quatro que assisti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Humberto Werneck é o melhor mediador que já vi em FLIPs. Ele mediou uma mesa histórica do Lobo Antunes no ano passado e neste ano comadou a participação da Isabel Allende. Grande. E detalhe: mediadores podem ser a diferença entre assistir declarações no melhor estilo Caras - acontece muito por aqui - ou ver escritores discutindo literatura pra valer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-1532919428785211448?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/1532919428785211448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=1532919428785211448&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/1532919428785211448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/1532919428785211448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/08/por-causa-da-flip-1.html' title='POR CAUSA DA FLIP 1'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-5279191152357463105</id><published>2010-06-21T20:51:00.002+02:00</published><updated>2010-06-21T21:14:37.881+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Suposto Juiz</title><content type='html'>Oi, Suposto Leitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois como eu já tinha dito, entrei de juiz no Gauchão de Literatura. Apitei-resenhei a partida entre &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8501071935"&gt;Lya Luft &lt;/a&gt;x &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8588412241"&gt;Susana Vernieri&lt;/a&gt;. Quer saber o que que deu disso. Então vai lá &lt;a href="http://gauchaodeliteratura.com.br/"&gt;no site do Gauchão&lt;/a&gt; e descobre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-5279191152357463105?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/5279191152357463105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=5279191152357463105&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/5279191152357463105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/5279191152357463105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/06/por-causa-do-suposto-juiz.html' title='Por Causa do Suposto Juiz'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-4746627091176373686</id><published>2010-06-10T18:23:00.003+02:00</published><updated>2010-06-10T18:47:29.372+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Sumiço, da Copa e de Canoas</title><content type='html'>Andei sumido, eu sei, Suposto Leitor. Se foi por causa da copa? Também. Mas não a copa do mundo, lá na África do Sul. Sim, por causa da &lt;a href="http://www.gauchaodeliteratura.com.br/"&gt;Copa Gaúcha de Literatura&lt;/a&gt;. Que diabos é isso? Ah, é um idéia do Rodrigo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Rosp&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;inspirada&lt;/span&gt; na Copa Brasileira de Literatura. É um torneio entre livros. Sim, livros divididos em grupos, disputando jogos para chegar a grande final. E como é que livro joga. Simples, Suposto, chama-se um juiz, que é o sujeito que vai ler dois livros, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;resenhar&lt;/span&gt; e comparar as obras e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;atribuir&lt;/span&gt; um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;placar&lt;/span&gt;. Dá pra entender melhor no site da função.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Pues&lt;/span&gt; bem, aí é que eu entrei. Sou um dos juízes da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;peleia&lt;/span&gt; e esse é um dos motivos pelos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;quais&lt;/span&gt; ando longe daqui. Mas logo, logo, vou avisar que a data da minha partida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, faço aquela &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;agendinha&lt;/span&gt; pra avisar que, semana que vem, vou duas vezes a Canoas, participar da Feira do Livro de lá que não para de crescer. Confere a programação &lt;a href="http://feiradolivrocanoas.blogspot.com/search?updated-max=2010-06-04T07%3A15%3A00-07%3A00&amp;amp;max-results=7"&gt;aqui&lt;/a&gt;. E aqui, a minha &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;programação&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;14 de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;junho&lt;/span&gt;, segunda às 19h30: &lt;/strong&gt;faço um debate papo com o&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8561249099"&gt; Rafael &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Jacobsen&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;sobre o trabalho de criação no conto e no romance. A entrada é franca e conversa acontece no Auditório Raquel de Queiroz, na Praça da Bandeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;19 de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;junho&lt;/span&gt;, sábado às 15h:&lt;/strong&gt; aí é uma mesa com o &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8501074691"&gt;Charles &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Kiefer&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8561249137"&gt;Rodrigo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Rosp&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;sobre mercado editorial e afins. A entrada é franca e também será no Auditório Raquel de Queiroz, na Praça da Bandeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Bueno&lt;/span&gt;, Suposto confere o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Gauchão&lt;/span&gt; de Literatura e, se puder, aparece lá em Canoas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-4746627091176373686?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/4746627091176373686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=4746627091176373686&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/4746627091176373686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/4746627091176373686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/06/por-causa-do-sumico-da-copa-e-de-canoas.html' title='Por Causa do Sumiço, da Copa e de Canoas'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-3220622535891906804</id><published>2010-05-07T19:49:00.001+02:00</published><updated>2010-05-07T19:51:00.651+02:00</updated><title type='text'>Por Causa da Berda na Molsa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Lembram da história do botão vermelho, da guerra fria, do ai meudeusdocéu se alguém deixa o copo de café sobre o botão vermelho e disparam os mísseis nucleares, lembram? Eu não lembro, nasci quando a guerra fria já amornava. Mas todo mundo sabe dessa paranóia, o mundo a mercê de um cotovelo descuidado, podendo virar pó porque um russo engraçadinho disse “pensa rapidoviski”, jogou uma bola pro amigo, o amigo tava distraidoviski e a bola bateu no botão e bumzovsky, todos desaparecemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois, Suposto Leitor, esses tempos estão de volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não a guerra fria, meu chapa. Mas o medo do botão errado, na hora errada. Não viu as notícias da despencada das bolsas ontem? Se não viu, eu te conto, ou melhor, transcrevo o interessante trecho do botivo, digo, motivo, da queda:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(...) até que houve a queda brusca, de cinco minutos, na Bolsa de Nova York. (...) O mergulho poderia ter começado pelo &lt;strong&gt;erro de um corretor, aparentemente do Citigroup, que, em vez de teclar a letra “m” de milhão, apertou a “b” de bilhão&lt;/strong&gt;. A ordem de venda onde aparece o suposto erro pode ter sido sobre ações da empresa Procter &amp;amp; Gamble, que recuaram imediatamente mais de 25%.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Tchê, deu pra entender isso? Hoje em dia a gente já sabe que vive que nem dominó por causa da globalização, das bolsas, da queda do muro de Merlim, digo, Berlim, etecétera e tal, que se derrubarem uma pecinha lá na Cracóvia a coisa vem caindo até aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que eu não sabia é que a coisa é tão, tão, mas tão sutil. Um operador da molsa, digo, bolsa, em Xangai aperta uma letra errada e bum! Bolsas abaixo, cabelos em pé, todo mundo louco, crise mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tem “control z” no mercado financeiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tem aquela telinha do windows perguntando “Are you sure?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que o mais catastrófico disso talvez seja constatar essa manalização, ou melhor, banalização das cifras, do lidar com dinheiro. Do jeito que as informações chegam pra gente, a sensação que dá é a de que vivemos no meio de um monte de Doctor Evils, o vilão do Austin Powers, sabe? E não pela vilania, pelas ganas de conquistar o mundo, não. Mas porque imagino um monte de carecas na bolsa vendendo one million dólares... ops, one billion dólares! Vai dizer, é tanto dinheiro circulando assim, sem ninguém tocar, sem ninguém contar, sem ninguém ver, sem faltar no final do mês, voando pra lá e pra cá, é tão não real e banal que nas matérias, nos investimentos nas conversas e na bolsa, se troca do milhão pro bilhão num ops, num não era isso que eu queria dizer. E a coisa fica por aí mesmo. A distância entre um milhão e um bilhão, em vez de novecentos e noventa e nove milhões, pode ser a tecla o ene que separa o bê do m no teclado. Só isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugiro que a Apple, a IBM, a Microsoft criem um teclado exclusivo pra bolsas de valores com as teclas hundred, thousand, million, billion e, quem sabe, trillion. Acho que quem lançar esse produto vai faturar milhões. Ou bilhões.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-3220622535891906804?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/3220622535891906804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=3220622535891906804&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/3220622535891906804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/3220622535891906804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/05/por-causa-da-berda-na-molsa.html' title='Por Causa da Berda na Molsa'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-5612622599900434116</id><published>2010-05-04T18:40:00.002+02:00</published><updated>2010-05-04T18:43:56.059+02:00</updated><title type='text'>Por Causa da Mudança</title><content type='html'>Uma sensação que me bateu esses dias, que não chegou a virar um texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arrumar os livros nas prateleiras da casa nova é lembrar da minha ignorância.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-5612622599900434116?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/5612622599900434116/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=5612622599900434116&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/5612622599900434116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/5612622599900434116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/05/por-causa-da-mudanca.html' title='Por Causa da Mudança'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-4901625982614364988</id><published>2010-04-20T19:58:00.003+02:00</published><updated>2010-04-20T20:53:13.353+02:00</updated><title type='text'>Por Causa de Festa</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_tKLfe8qLxcc/S8338a-OF8I/AAAAAAAAAEE/o6a55vsvvic/s1600/melhor+da+festa.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462294540474783682" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 222px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_tKLfe8qLxcc/S8338a-OF8I/AAAAAAAAAEE/o6a55vsvvic/s320/melhor+da+festa.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Opa&lt;/span&gt;, Suposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se estiver em Porto Alegre de hoje a domingo, não perde a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;FestiPoa&lt;/span&gt; Literária. Pois é, hoje começa a 3ª edição da Festa Literária de Porto Alegre promovida pelo Fernando Ramos, do Jornal Vaia. Parece que tá maior e ainda melhor do que nas edições anteriores. Quer conferir a programação? &lt;a href="http://festipoaliteraria2010.blogspot.com/p/programacao.html"&gt;Clica aqui&lt;/a&gt;. É certo que tu vai me encontrar assistindo alguns eventos. E também participando desses aqui:&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;- Dia 21 de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;abril&lt;/span&gt;: Quarta-feira: 20h: 20h: &lt;strong&gt;Lançamento da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;coletânea&lt;/span&gt; &lt;em&gt;O melhor da festa volume dois&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;(Casa Verde, 152 páginas, R$ 20,00) no Pé Palito (Rua João Alfredo, 577)&lt;/strong&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Trata-se do livro que reúne poemas, contos e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;crônicas&lt;/span&gt; inéditas dos 32 autores que participaram da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;FestiPoa&lt;/span&gt; do ano passado. Tem um conto meu aí.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Dia 23 de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;abril&lt;/span&gt;: Sexta-feira: 20h30: &lt;strong&gt;Festa Sexta básica - dia do livro e do autor, no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Zelig&lt;/span&gt; (Rua Sarmento Leite, 1086) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;leituras e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;shows&lt;/span&gt; com escritores e músicos. Um deles sou eu.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Dia 24 de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;abril&lt;/span&gt;: Sábado :17h30: &lt;strong&gt;Leitura “Desacordo ortográfico”, com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Reginaldo&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Pujol&lt;/span&gt; Filho&lt;/strong&gt; na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Palavria&lt;/span&gt; (Rua Vasco da Gama, 165). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Xico&lt;/span&gt; Sá e Cardoso vamos ler alguns trechos da antologia &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8561249129"&gt;Desacordo ortográfico&lt;/a&gt; organizada por mim.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bueno, não perde, Suposto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É tudo com entrada franca e coisa assim não tem todo dia nessa cidade.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-4901625982614364988?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/4901625982614364988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=4901625982614364988&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/4901625982614364988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/4901625982614364988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/04/por-causa-de-festa.html' title='Por Causa de Festa'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_tKLfe8qLxcc/S8338a-OF8I/AAAAAAAAAEE/o6a55vsvvic/s72-c/melhor+da+festa.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-6565793582504866394</id><published>2010-03-25T23:40:00.004+02:00</published><updated>2010-03-26T00:06:00.692+02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Recomendações Para Um Suposto Leitor'/><title type='text'>Por Causa de Dias Raros</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Pois decidi começar a falar aqui também dos livros que eu gosto. Digamos que eu esteja iniciando uma sessão, Recomendações Para Um Suposto Leitor. E por que isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa de dias raros, como aqueles em que tu descobre na prateleira um livro comprado já há um tempo e não lido sabe-se lá por quê. Foi o que aconteceu com um volume de contos de título muito pertinente: &lt;em&gt;Dias raros&lt;/em&gt;, de João &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Anzanello&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Carrascoza&lt;/span&gt;. 103 páginas que fazem jus ao título da capa, no mínimo, porque não é em qualquer dia que se abre um livro e, logo no primeiro conto, nas primeiras linhas, dá de frente com frases como (...)a manhã hesitava, uns cheiros de dia novo pairavam no ar(...); (...)coisa mínima para a maioria, ir de um aqui a um ali, costurar as margens do cá às do lá, mas para ele a raridade que raiava(...); ou (...)porque era uma hora enorme em sua vida. Frases dessas que criam minutos enormes na nossa vida de leitor, que já me bastariam, mas que faziam mais do que serem frases: compunham, junto com tantas outras, o conto &lt;em&gt;Cidade-mundo&lt;/em&gt; que abre o livro do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Carrascoza&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cidade-mundo&lt;/em&gt; é um texto que, depois de ler pela primeira vez, reli, todo, em voz alta para a minha namorada. Não só pra mostrar a beleza da linguagem, mas também pela história de um menino que começa a se ver menino-homem no encontro com uma cidade-mundo. Coisa linda. Ainda mais porque para nos contar dessa cidade que um mundo para o menino, o autor faz de cada palavra um universo de significados para nós leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fosse isso e o livro já estava recomendado pra ti, Suposto Leitor. Mas tem mais. A começar pela unidade do livro, construída a partir do título e costurada pelo enredo das histórias. Adoro livros de contos com unidade, que buscam ser mais do que um pacote de biscoitos sortidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá pra dizer que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Carrascoza&lt;/span&gt; fez isso. Dá pra dizer que cada conto é um dia, um pedaço de um dia capaz de tornar uma data uma lembrança, um momento raro. Coisas que às vezes nem se vê no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;exato&lt;/span&gt; instante vivido – ou nunca, até. Mas que podem acontecer todos os dias. Como a história do menino de &lt;em&gt;Cidade-mundo&lt;/em&gt;. Ou a de outro menino que vê outra realidadenuma viagem de caminhão com o pai. Também existe dias raros pelo poder que tinham de vir a ser. Como na visita surpresa do irmão à irmã ou nas entrelinhas do que não é dito entre mãe e filho, no conto &lt;em&gt;Umbilical&lt;/em&gt;. Parece que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Carrascoza&lt;/span&gt; vê e mostra, entre tantas coisas, que não é só o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;acertador&lt;/span&gt; da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;mega&lt;/span&gt;-sena quem vive um dia raro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E faz isso bem demais, parecendo estar sempre na busca também da palavra, da frase rara, caprichando nos seus narradores. Há um exercício que aproxima &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8520006140"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Cortázar&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;de um subúrbio &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;paulista&lt;/span&gt; no já citado &lt;em&gt;Umbilical&lt;/em&gt;. Também se percebe tintas da &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8532508138"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Clarice&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Lispector&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; ou melodias que lembram gentes como o &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8560281886"&gt;Lobo Antunes&lt;/a&gt; e outros grandes portugueses. Tudo em uma combinação inesperada, como tem que ser para fazer surgir o único. A combinação que compõe dias raros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quiser te empresto, Suposto.&lt;br /&gt;Ou clica na capa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8576650223"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5452691010932370034" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 233px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_tKLfe8qLxcc/S6vZlbiW6nI/AAAAAAAAAD8/F3DB_Oht_GM/s320/dias+raros.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Livro: Dias raros&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: João &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Anzanello&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Carrascoza&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Editora: Planeta&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-6565793582504866394?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/6565793582504866394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=6565793582504866394&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/6565793582504866394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/6565793582504866394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/03/por-causa-de-dias-raros.html' title='Por Causa de Dias Raros'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_tKLfe8qLxcc/S6vZlbiW6nI/AAAAAAAAAD8/F3DB_Oht_GM/s72-c/dias+raros.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-9014252524707171024</id><published>2010-02-25T16:31:00.004+02:00</published><updated>2010-02-26T00:22:58.741+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Desacordo e do Luis Filipe Cristóvão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_tKLfe8qLxcc/S4aN3apuDMI/AAAAAAAAAD0/4AaNRkCigsE/s1600-h/capa+portuguesa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5442193182910450882" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 190px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_tKLfe8qLxcc/S4aN3apuDMI/AAAAAAAAAD0/4AaNRkCigsE/s320/capa+portuguesa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Haverá um Suposto Leitor em Portugal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que que sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque o DESACORDO ORTOGRÁFICO, antologia que eu organizei, reunindo Altair Martins, Cardoso, Gonçalo M. Tavares, Luis Fernando Verissimo, Luís Filipe Cristóvão, Luandino Vieira, João Pedro Mésseder, Manoel de Barros, Maria Valéria Rezende, Marcelino Freire, Nelson Saute, Olinda Beja, Ondjaki, Patrícia Portela, Patrícia Reis, Pepetela, Reginaldo Pujol Filho, Rita Taborda Duarte, Rogério Manjate e Xico Sá SERÁ LANÇADA HOJE, 25/2/10 ÀS 22H (HORÁRIO DE PORTUGAL) EM PORTUGAL. O lançamento será pela editora Livro do Dia do Luis Filipe Cristóvão que resolver ser, mais do que autor da antologia, também editor. A função toda acontece na programação oficial do&lt;a href="http://www.cm-pvarzim.pt/go/correntesdescritas"&gt; Correntes d'Escritas 2010&lt;/a&gt;, maior evento literário português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí, Suposto, existem supostos d'além mar?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-9014252524707171024?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/9014252524707171024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=9014252524707171024&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/9014252524707171024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/9014252524707171024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/02/por-causa-do-desacordo-e-do-luis-filipe.html' title='Por Causa do Desacordo e do Luis Filipe Cristóvão'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_tKLfe8qLxcc/S4aN3apuDMI/AAAAAAAAAD0/4AaNRkCigsE/s72-c/capa+portuguesa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-6264070165639394721</id><published>2010-02-24T02:44:00.003+02:00</published><updated>2010-02-24T03:00:13.316+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Mosquito</title><content type='html'>&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CUsuario%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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Só que dessa vez não é um elefante que está incomodando muita gente. São os mosquitos.&lt;/p&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Antes de qualquer coisa, preciso dizer o seguinte: tenho pavor de mosquito. Durmo com repelente na tomada, ventilador ligado, lençol, mosquiteiro e armadura pra me escapar desses bichinhos que ainda não disseram exatamente a que vieram.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Mas vieram, né?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;E vieram tantos que hoje &lt;a href="http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1502629-10406,00-MOSQUITOS+PERDEM+ASAS+GRACAS+A+MUDANCA+GENETICA.html"&gt;vi na TV uma notícia&lt;/a&gt;: pesquisadores americanos e ingleses descobriram um jeito de evitar que mosquitos nos tragam, além de zumbidos, doenças. Sério? Pra valer? Aumentei o volume pra conhecer esse novo repelente, esse campo de força, essa, sei lá, vacina?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Errei, Suposto. Sabe o que é que os sujeitos inventaram? Genes alterados. Aliás, um gene alterado, implantado no mosquito macho que vai fazer um zum-zum gostoso com a mosquita, transmite o gene alterado e daí o que acontece? Nove meses depois (eu sei, Suposto, é bem menos tempo, isso é uma brincadeira), mas nove-meses-de-mosquito depois, nasce um lindo mosquitinho sem asas. Isso, um mosquitinho aleijado, portador de necessidades especiais e não de asas. Pois dizem os doutores, em bom inglês, que assim os bichos vão ter mais dificuldades de voar pra nos picar e também vão ser mais facilmente envenenados.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Mas, jesus, que idéia é essa?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Imagina se esses moços resolvem acabar com a criminalidade? Fácil, um genezinho modificado ali, a turma começa a nascer sem mãos e, pronto, ninguém mais pode assaltar? Isso?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Já que era pra danar com a vida dos bichinhos não era melhor fazer um gene alterado que explodiria a fêmea na hora da fecundação? Ou que desenvolvesse nos mosquitos gosto por suco de beterraba em vez de sangue? Ou educação pra nos atacar acordados e, ainda assim pedindo licença, avisando que vai doer só um pouquinho?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;E, antes que achem que eu gosto de mosquito, digo que não estou preocupado só com eles, me preocupo com a natureza como um todo. Os sapos vão enfrentar uma crise de obesidade com tanto mosquito de mão beijada. As aranhas vão ficar preguiçosas e vão parar de fazer teia. As lagartixas vão desaprender a subir nas paredes, porque os mosquitos não vão mais estar lá.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Rapaiz, se tem um troço que a Nena – minha professora de biologia no colégio, Suposto –, o Greenpeace e o WMF me ensinaram é que não se mexe assim na natureza, sem afetar cadeia alimentar, ciclos naturais e sei lá mais o quê.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Agora imagina resolver que um bicho, que há quinquilhões de anos voa, não voa mais? Ah, tá, macaco, não gosta mais de banana, castor vai ser banguela e galinha não põe mais ovo e não muda nada?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12;"  &gt;O que se diz é que a natureza é sábia e que tudo, tudo aí tá encaixadinho como um castelo de cartas. Tudo tem sua função, até o mosquito teimoso me enchendo o saco de noite. E, aliás, grandes coisas a gente não saber qualé a do mosquito no mundo. A gente não vive perguntando qual é o sentido da nossa vida? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-6264070165639394721?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/6264070165639394721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=6264070165639394721&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/6264070165639394721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/6264070165639394721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/02/por-causa-do-mosquito.html' title='Por Causa do Mosquito'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-2237646260591864131</id><published>2010-01-27T22:26:00.004+02:00</published><updated>2010-03-25T16:40:37.833+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Alarme</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Pois ontem eu tive uma experiência religiosa. Numa loja de alarmes para carros. Não, não tive nenhuma visão ou presenciei a multiplicação dos bips. Nada assim. Foi uma experiência sobre a qual eu já tinha lido num ensaio do Cesar Aira no livro &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=7094&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8560499016"&gt;&lt;em&gt;Pequeno manual de procedimentos&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;. É uma experiência que na verdade todos nós vivemos todos os dias, inclusive tu, Suposto Leitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é ela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que eu cheguei lá na loja pra consertar o alarme do meu carro, que tinha despirocado. Pedi pro sujeito ver o que estava acontecendo. Ele olhou, fuço, abriu painéis, disparou alarme, parou alarme, fez uma cara de quem perdeu um gol feito e me mostrou uma plaquinha dessas de condutores e disse:&lt;br /&gt;- É, queimou o relé do (Rebimboca? Parafuseta? Distrático?) e deu um curto no (Manetel? Bistreque?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu fiz cara de que não precisava de tradutor e perguntei Ah, então a gente troca o relé?&lt;br /&gt;- Não, esse relé não dá pra trocar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, que estúpido, claro ESSE relé não dá pra trocar. Então como é que faz?&lt;br /&gt;- Daí a gente vai ter que trocar todo alarme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu concordei com ele, claro, troquemos o alarme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde está a experiência religiosa? Na nossa relação com a tecnologia, com a ciência nos dias de hoje. O troço se especializou tanto, correu tanto na nossa frente que a coisa ficou meio como Deus, ou a gente acredita, ou não acredita. Mas não entende, não explica e nem tenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como o carinha me disse que tinha que trocar o alarme, se ele me dissesse que eu tinha que rezar 13 pai-nossos e 17 ave-marias pra coisa funcionar, eu faria. Porque eu não entendo nada disso. E nunca vou entender. Então a gente acredita na palavra dos papas, dos padres, dos bispos da tecnologia, os únicos que entendem os mistérios do funcionamento do nosso mundo, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é a diferença entre reinicie o computador e acenda uma vela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra mim, nenhuma, desde que as coisas continuem funcionando, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tô num ponto de ignorância científico-tecnológica que é capaz de eu chegar na oficina, e o cara me dizer, olha, esse barulhinho que o teu carro tá fazendo, é batata, tem que comprar um novo. Por que não? O cara é um ungido com os segredos da injeção eletrônica, o mecânico é meu pastor e nada me faltará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei lá eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só sei que é engraçado pensar que de tanto tentarem explicar o mundo e as coisas, o troço acabou ficando mais misterioso do que era um trovão pro meu avó Australopitecus Pujol. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-2237646260591864131?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/2237646260591864131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=2237646260591864131&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/2237646260591864131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/2237646260591864131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/01/por-causa-do-alarme.html' title='Por Causa do Alarme'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-6130594955134865611</id><published>2010-01-07T17:57:00.003+02:00</published><updated>2010-01-08T20:10:28.201+02:00</updated><title type='text'>Por Causa da Harmonização</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Dizem os especialistas em bons anos que 2010 vem com notas de couro, mato, papel timbrado e um toque muito pronunciado de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;twairithan&lt;/span&gt; – uma fruta típica da Tailândia perfeita para harmonizar com vinhos brancos do norte da Suécia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Suposto Leitor, além de estar perguntado Ah, ele tá vivo, deve &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;tar&lt;/span&gt; questionando, mas que bobagem é essa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu faço a mesma pergunta, Suposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que é por esse caminho que as coisas tão indo. Um tempo atrás li uma matéria na Veja que falava dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;enochatos&lt;/span&gt;. Essa galera que faz um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;cursinho&lt;/span&gt; de degustação de vinho e depois vai pra restaurante, pra janta com amigos, fazer bochecho com vinho que nem se fosse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Cepacol&lt;/span&gt; e, como se a bebida tivesse gás, depois ficam meia-hora arrotando aromas, notas, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;bouquets&lt;/span&gt;, frutas vermelhas e o carvalho a quatro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Bueno&lt;/span&gt;, eu achava que essa matéria em revista de grande circulação e coisa e tal era um indício de que as coisas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;tavam&lt;/span&gt; tomando seu prumo. Nem toda hora é hora pra isso, o ridículo da situação &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;tava&lt;/span&gt; aparecendo, o enólogo estava nu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Errei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo dos últimos tempos, comecei a me deparar com o advento da palavra &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;barista&lt;/span&gt;. Que não tem nada a ver com bar. Mas com café. São os caras que sabem preparar bons cafés. E, se tem quem prepare bons cafés, é preciso apreciadores de bons cafés. Pronto, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;blends&lt;/span&gt;, discussão sobre o tipo de solo, amargor e notas de suor de gavião, de carne de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;lhama&lt;/span&gt; e de pimenta da Mongólia começaram a acompanhar mais o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;cafezinho&lt;/span&gt; do que pão com manteiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;tava&lt;/span&gt; passado com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, pra refrescar as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;idéias&lt;/span&gt;, fui tomar uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;cervejinha&lt;/span&gt;. Pedi uma, e o cara do bar me perguntou se eu preferia uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;red&lt;/span&gt; ale, uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;stout&lt;/span&gt;, um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;lager&lt;/span&gt; ou uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;pilsen&lt;/span&gt;. Falei que Serra Malte &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;tava&lt;/span&gt; bom e um bolinho de bacalhau pra acompanhar. O cara torceu o nariz pra mim, e eu perguntei Que foi, que é, não tem bolinho? Não, não é que não tinha bolinho é que a minha pedida não &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;tava&lt;/span&gt; de acordo com uma boa harmonização, que eu ia perder toda a profundidade de sabores que aquela cerveja extra poderia me &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;proporcionar&lt;/span&gt;, mas que, bem, talvez com uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;pimentinha&lt;/span&gt; e uma mostarda, eu poderia conseguir uma harmonização por contraste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto bebia um gole da cerveja e sentia notas de bacalhau nela – um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;fiapo&lt;/span&gt; do peixe tinha ficado no meio dos dentes –, pensei nessa história toda e comecei a achar que nos roubaram o direito do simples gostar ou não gostar, já viu? Eu gosto de vinho tinto com peixe. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Deusulivre&lt;/span&gt;, rapaz!, peixe, dependendo do peixe, pede um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;sauvignon&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;blanc&lt;/span&gt;. Tinto jamais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, peixe só pede uma coisa: minhoca. Eu peço peixe com vinho tinto e pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Suposto leitor, a essa altura, deve estar dizendo que eu sou radical, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;patatipatatá&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas eu discordo. Acho que radicalização, Suposto, é esse troço de ter que ser apreciador de tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse jeito daqui a pouco a coisa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;degringola&lt;/span&gt; de vez e o meu tio &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;gaudério&lt;/span&gt; vai ter que queimar as bochechas, bochechando o mate quente, pra poder dizer:&lt;br /&gt;– Mas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;tchê&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;baita&lt;/span&gt; erva esta, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;sinto&lt;/span&gt; notas de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;costelão&lt;/span&gt; doze horas, arroz de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;carrateiro&lt;/span&gt; e beijo de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;chinoca&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;bagual&lt;/span&gt;! Este &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;chimarrão&lt;/span&gt; harmoniza bem que é uma beleza com uma rapadura de Santo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;Antonio&lt;/span&gt; da Patrulha ou com uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;cuca&lt;/span&gt; de uva. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ou vai ter neguinho, depois de correr, fazer exercício, pensando que água que vai tomar. Hmmmm, depois da academia, tomo Perrier ou São Lourenço. Depende. Ume pedida segura é a Xiangsoan, uma água de poço do interior, chinês, com acidez elevada que faz uma harmonização perfeita com barrinha de cereal de castanha. Light.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já eu pedi mais uma cerveja. Agora com um pastel.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-6130594955134865611?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/6130594955134865611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=6130594955134865611&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/6130594955134865611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/6130594955134865611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2010/01/por-causa-da-harmonizacao.html' title='Por Causa da Harmonização'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-2557076166468492452</id><published>2009-11-08T19:40:00.003+02:00</published><updated>2009-11-08T19:53:07.062+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Sumiço</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_tKLfe8qLxcc/SvcE-zpLhvI/AAAAAAAAACw/XFoFTmgmI7I/s1600-h/lancamento.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 292px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_tKLfe8qLxcc/SvcE-zpLhvI/AAAAAAAAACw/XFoFTmgmI7I/s400/lancamento.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401791755115529970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Suposto, sei que desapareci. Sei que é difícil ser o suposto leitor de quem não escreve. Mas aqui vai a explicação pra essa longa ausência e uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;ótima&lt;/span&gt; oportunidade para continuar sendo meu suposto leitor e também do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Altair&lt;/span&gt; Martins, Cardoso, Gonçalo M. Tavares, João Pedro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Mésseder&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Luandino&lt;/span&gt; Vieira, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Luis&lt;/span&gt; Fernando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Verissmo&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Luis&lt;/span&gt; Filipe Cristóvão, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Manoel&lt;/span&gt; de Barros, Marcelino Freire, Maria &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Valéria&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Rezende&lt;/span&gt;, Nelson &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Saúte&lt;/span&gt;, Olinda Beja, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Ondjaki&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Pepetela&lt;/span&gt;, Patrícia Portela, Patrícia Reis, Rogério &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Manjate&lt;/span&gt;, Rita &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Taborda&lt;/span&gt; Duarte e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Xico&lt;/span&gt; Sá. É o &lt;a href="http://www.desacordo-ortografico.blogspot.com/"&gt;DESACORDO ORTOGRÁFICO&lt;/a&gt;, antologia que eu organizei e que reúne essa turma toda aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o seguinte: o DESACORDO ORTOGRÁFICO SERÁ LANÇADO NA SEXTA, 13 DE NOVEMBRO, ÀS 19h. Vai ser no &lt;a href="http://www.complexomaster.com/"&gt;Complexo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Master&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (praça &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Garibaldi&lt;/span&gt; 46, aqui em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;PoA&lt;/span&gt;). E eu vou estar por lá, o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Altair&lt;/span&gt; Martins também, o Cardoso e o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Ondjaki&lt;/span&gt; idem. E tu, Suposto? Aparece lá, meu amigo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-2557076166468492452?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/2557076166468492452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=2557076166468492452&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/2557076166468492452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/2557076166468492452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2009/11/por-causa-do-sumico.html' title='Por Causa do Sumiço'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_tKLfe8qLxcc/SvcE-zpLhvI/AAAAAAAAACw/XFoFTmgmI7I/s72-c/lancamento.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-771030265950077097</id><published>2009-09-25T16:56:00.003+02:00</published><updated>2009-09-25T16:58:51.941+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Desacordo</title><content type='html'>&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Tchê&lt;/span&gt;, Suposto, presta atenção aqui no que eu vou te contar: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;tô&lt;/span&gt; organizando junto com a Não Editora uma antologia de textos que valorizam a diferença na língua portuguesa. É o Desacordo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Orotográfico&lt;/span&gt;. Deu pra entender o que é? Entra aqui no &lt;a href="http://www.desacordo-ortografico.blogspot.com/"&gt;www.desacordo-ortografico.blogspot.com&lt;/a&gt; e entende &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;direitinho&lt;/span&gt; do que que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;tô&lt;/span&gt; falando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-771030265950077097?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/771030265950077097/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=771030265950077097&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/771030265950077097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/771030265950077097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2009/09/por-causa-do-desacordo.html' title='Por Causa do Desacordo'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-3561304886415316716</id><published>2009-09-17T16:53:00.003+02:00</published><updated>2009-10-04T18:41:28.161+02:00</updated><title type='text'>Por Causa dos Oitenta</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Faz tempo que se ouve essa história de os anos oitenta voltaram com tudo, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;né&lt;/span&gt;? É na moda – se é que tinha moda nos 80 – é na música, com todas bandas daquela época em constante &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;turnê&lt;/span&gt; de retorno, é nas festas em homenagem aos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;hits&lt;/span&gt; da década que não quer passar. Chega a ser engraçado porque vejo umas pessoas que nasceram da metade pro fim daqueles anos loucos de Copa União e Sessão da Tarde e vejo que só criaram consciência do mundo nos anos 90 ,idolatrando os 80.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei lá, eu fui criança naquela época e não amo, nem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;desamo&lt;/span&gt;. Mas tiro conclusões. Uma é que agora sim dá pra dizer que os anos oitenta voltaram mesmo, mas voltaram com tudo. E digo isso porque esse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;fenômeno&lt;/span&gt; agora se popularizou, deixou as elites e virou coisa das camadas menos favorecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De onde eu tiro essa sociologia de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;buteco&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem gente na favela vestindo roupas florescentes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá tocando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;New&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Order&lt;/span&gt; em vez de pancadão no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;morrro&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, Suposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São os assaltos a banco. Que nem o F&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;erris&lt;/span&gt; B&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;uller&lt;/span&gt;, eles voltaram com tudo. Todo dia tem uma manchete aqui no estado de uma quadrilha que assaltou banco em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Herval&lt;/span&gt; Seco, Monte Belo do Sul, Porto Alegre, Boqueirão do Leão e outras tantas cidades do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;RS&lt;/span&gt;, só pra listar as notícias de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;setembro&lt;/span&gt;. Assalto a banco voltou a ser o crime do momento. E quer coisa mais anos oitenta do assalto a banco? Não tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos a minha memória criminal é assim:&lt;br /&gt;Anos 80: assalto a banco.&lt;br /&gt;Anos 90: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;seqüestro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Final dos 90, começo dos 2000: tráfico de drogas&lt;br /&gt;Final dos anos 2000: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;seqüestro&lt;/span&gt; relâmpago/golpe do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;seqüestro&lt;/span&gt; relâmpago.&lt;br /&gt;(tem também o arrastão, mas foi uma coisa de um ano, localizada mais no rio, acho que não é um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;fenômeno&lt;/span&gt; de uma década).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os grandes fugitivos do Presídio Central do começo dos anos 90 eram os assaltantes de banco dos 80 como o Melara, lembra? Caras que tinham botado o terror assaltando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Bamerindus&lt;/span&gt;, Caixa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Econômica&lt;/span&gt; Estadual e o Meridional, enquanto eu jogava &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Atari&lt;/span&gt; e tomava &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Quick&lt;/span&gt; de morango.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí as agências se modernizaram, detector de metal e o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;escambau&lt;/span&gt;, e os crimes foram mudando, evoluindo, chegam a dizer (e eu acho engraçado falar sobre evolução num assunto desses), mas as coisas foram evoluindo pra crimes mais seguros &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;pros&lt;/span&gt; bandidos. Só que agora o assalto a banco voltou, apesar dos riscos de trocas de tiros, de perseguições, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;etecéteras&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem achar explicações, começo a aceitar de fato que os anos 80 voltaram com tudo mesmo. E fico imaginando que seria legal se os anos 30 voltassem com tudo, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;né&lt;/span&gt;? Imagino que os crimes daquela época fossem bem mais leves. Fica aí o pedido &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;pros&lt;/span&gt; estilistas e criadores de moda: vamos valorizar os anos 30.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-3561304886415316716?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/3561304886415316716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=3561304886415316716&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/3561304886415316716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/3561304886415316716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2009/09/por-causa-dos-oitenta.html' title='Por Causa dos Oitenta'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-8460059470325801217</id><published>2009-08-27T00:13:00.003+02:00</published><updated>2009-08-27T00:21:50.826+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Amílcar Bettega Barbosa</title><content type='html'>Opa, mas é por causa dum motivo espeacialíssimo que volto aqui: tenho um convita pra fazer pro Suposto. Seguinte, meu caro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sábado, dia 29 de agosto, às 18h30 tenho um bate-papo com um dos meus escritores favoritos, o Amílcar Bettega Barbosa.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o evento Palavra: Alegria da Influência, organizado pelo Fernando, do jornal Vaia. Vai ser lá na Palavraria (Vasco da Gama, 165 ) e, Suposto, tu tá mais do que convidado. Aparece lá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-8460059470325801217?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/8460059470325801217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=8460059470325801217&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/8460059470325801217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/8460059470325801217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2009/08/por-causa-do-amilcar-bettega-barbosa.html' title='Por Causa do Amílcar Bettega Barbosa'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-9033379711135127192</id><published>2009-07-29T15:17:00.002+02:00</published><updated>2009-07-29T15:21:50.714+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Pombo</title><content type='html'>E não é que vejo a seguinte notícia: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;BM&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;flagra&lt;/span&gt; bateria e carregador de celular com pombo-correio próximo ao Presídio Central. Claro, claro que a notícia é surpreendente, dá margem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;praqueles&lt;/span&gt; comentários com o taxista de que esses bandidos são muito criativos mesmo, onde é que vai parar o mundo, que esses caras são ligeiros demais, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;né&lt;/span&gt;, Suposto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas sabe o que é mesmo que me surpreende?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Conseguimos ver que a pomba se dirigia ao Presídio Central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso aqui de cima é o que me surpreende, Suposto. A declaração do major citado na matéria. Conseguiram ver que o pombo ia em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;direção&lt;/span&gt; ao presídio, é? &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Pô&lt;/span&gt;, mas fiquei pensando Quantos pombos será que vão em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;direção&lt;/span&gt; ao presídio todos os dias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que é que observavam justamente o pombo da matéria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele vinha voando em atitude suspeita, sorrateiro e, mas como é um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;vôo&lt;/span&gt; sorrateiro? Ou será que o pombo estava com uma meia-calça na cabeça? Ah, o Suposto vai me dizer Não, claro que não estava, tu viu a foto do bicho na matéria, e eu vou ter que explicar, Suposto, isso é só uma brincadeira, uma piada, pra ajudar supostos leitores como tu a acompanharem meu raciocínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como eu ia dizendo: como e por que conseguiram ver que a pomba se dirigia ao Presídio Central? É caso raro uma ave dessas fazer esse percurso? Porque se não é, e se esse pombo não era um pombo meliante que vinha sendo observado há meses pelos serviços de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;inteligência&lt;/span&gt;, vou ter que chegar à conclusão de que o pessoal da polícia anda de olho nos pombos. Ou olhando o céu, as nuvens e aí, como é que é, major?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Conseguimos ver que a pomba se dirigia ao Presídio Central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, eles conseguiram parar de discutir se a nuvem parecia um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;cacetete&lt;/span&gt; ou uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Uzi&lt;/span&gt; e repararam no pombo fazendo a rota proibida. Maravilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha, enquanto os tiras observam nuvens e pombos fico, torcendo pra que passe uma estrela cadente. Quem sabe assim eles olham pra terra, que é onde tem pombo, mas também um monte de gatunos – que deveriam estar indo pro Presídio Central também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se quiser ler essa matéria, clica &lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;section=Geral&amp;amp;newsID=a2597515.htm"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-9033379711135127192?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/9033379711135127192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=9033379711135127192&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/9033379711135127192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/9033379711135127192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2009/07/por-causa-do-pombo.html' title='Por Causa do Pombo'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-1821810750661622804</id><published>2009-06-29T21:01:00.003+02:00</published><updated>2009-06-29T21:16:51.957+02:00</updated><title type='text'>Por Causa dos Compromissos</title><content type='html'>Opa.&lt;br /&gt;Voltei, Suposto.&lt;br /&gt;Pra avisar, convidar pruma série de eventos da qual vou participar a partir de hoje. Anotaí, e, se der pra aparece n'algum, seja bem-vindo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hoje, segunda, 29 de junho:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Daquiumpouquinho, às 19h, a convite do professor e poeta Marlon Almeida vou participar de um bate-papo com alunos do EJA do colégio Aplicação da UFRGS aqui de Porto Alegre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Amanhã, terça, 30 de junho:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Às 17h participo da Feira do Livro de Canoas, junto com o Nélson Saffi. Programação aberta pra quem quiser chegar. Eu e o Nélson vamos batepapear e ele vai fazer algumas leituras de contos meus, que não são leituras, são interpretações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quinta, 2 de julho:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Das 14 às 16h30 minutos, serei o Escritor convidado do Escritor na Praça, evento da &lt;a href="http://www.paraty.com/clientes/offflip2009/base.php?abre=programacao"&gt;Off Flip&lt;/a&gt;, lá em Parati. É uma sessão de autógrafos a céu aberto que vai rolar durante o período da Flip, no meio da praça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na mesma Quinta, 2 de julho:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Aí, às 19h50, segundo o folder, eu e o Rodrigo Rosp faremos leituras de contos do Azar do Personagem e da Virgem Que não Conhecia Picasso num evento chamado Conversa de Botquim, também parte da programção da Off Flip. Essa função vai rolar no Dinho's Bar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na outra sexta, 10 de julho:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Às 19h. Tem sarau em homenagem a Rilke no Instituto Goethe aqui de Porto Alegre. E eu não vou ler Rilke, mas fui convidado para apresentar este &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=qPq-W62v_7U"&gt;vídeo aqui&lt;/a&gt;. Então, lerei um vídeo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por hora, por dia e por semana, Suposto Leitor, é isso aí.&lt;br /&gt;Aparece.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-1821810750661622804?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/1821810750661622804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=1821810750661622804&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/1821810750661622804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/1821810750661622804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2009/06/por-causa-dos-compromissos.html' title='Por Causa dos Compromissos'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-8120500977205862006</id><published>2009-06-27T01:10:00.003+02:00</published><updated>2009-06-29T14:46:23.060+02:00</updated><title type='text'>Por Causa dos Spam</title><content type='html'>Rapaz, e não é que eu fui censurado?&lt;br /&gt;Sério.&lt;br /&gt;Segunda ou terça passada, recebi um e-mail do Google me avisando que este &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;blogue&lt;/span&gt; aqui estava bloqueado ou coisa parecida porque era um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;blogue&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;spam&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;spam&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira coisa que eu pensei em fazer foi mandar um e-mail de volta com o link &lt;a href="http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2008/03/por-causa-de-outros-textos.html"&gt;disso aqui que eu escrevi no ano passado&lt;/a&gt;. Mas daí pensei Se eu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;quietinho&lt;/span&gt; aqui no meu canto já sou acusado de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;spameiro&lt;/span&gt;, imagina mandando link &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;pros&lt;/span&gt; caras. Daí danou. Sou banido da &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Internet&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respirei fundo e fui ler com mais calma o e-mail do Google (acho engraçado receber e-mail do Google). Mas fui ler até pra entender que coisa é essa de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;blogue&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;spam&lt;/span&gt;. Eu, na minha ignorância, achava que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;spam&lt;/span&gt; = e-mail. Mas não. Eis o que informavam meus interpeladores:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;O que são blogs de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;spam&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Assim como muitas ferramentas eficientes, os serviços de blog também podem ser bem utilizados ou utilizados de forma abusiva. A facilidade de se criar e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;atualizar&lt;/span&gt; páginas da web com o Blogger o tornou particularmente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;suscetível&lt;/span&gt; a um tipo de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;atividade&lt;/span&gt; conhecida como &lt;/span&gt;&lt;a title="Wikipedia: Link Spam" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Link_spam"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;spam&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;links&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Blogs que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;adotam&lt;/span&gt; esse comportamento são chamados de &lt;strong&gt;blogs de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;spam&lt;/span&gt; e suas características incluem conteúdo irrelevante, repetitivo ou sem sentido, além de um grande número de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;links&lt;/span&gt; que costumam levar a um mesmo site.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os blogs de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;spam&lt;/span&gt; causam vários problemas, que vão além da mera perda de alguns segundos do seu tempo ao se deparar com um deles na rede. Eles podem obstruir mecanismos de pesquisa, tornando difícil encontrar conteúdo real nos assuntos de seu interesse. Eles podem se utilizar de conteúdos de outros sites da web, usando textos de outras pessoas para dar a impressão de que possuem informações úteis. Além disso, se um sistema automatizado cria &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;postagens&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;spam&lt;/span&gt; em um volume extremamente alto, pode influenciar na velocidade e na qualidade do serviço oferecido a outros usuários, legítimos&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Pois é, daí eu fiquei até um pouco magoado de saber que eu coloco aqui conteúdo irrelevante, repetitivo ou sem sentido. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Pô&lt;/span&gt;, mas vem cá, irrelevante pra quem, seu Google? O &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;blogue&lt;/span&gt; não é o tal do diário virtual? Alguém já analisou a relevância do conteúdo das meninas que escrevem diários? E o Suposto vem de vez em quando aqui ler. Então já é relevante pra ele e pra mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas também dizia que eu podia ser repetitivo. Posso ser chato, mas não repetitivo. Às vezes até me penalizo por não falar mais por causa dos elefantes, que, afinal de contas é a origem disso aqui. Ou sobre o seu Cachorro do R., o primeiro e único herói que &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;apareceu&lt;/span&gt; neste espaço irrelevante e repetitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, ainda por cima, também me chamaram de sem sentido. Ah, para, querem o quê? Que todos os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;blogues&lt;/span&gt; sejam relevantes e com o sentido da vida? Sugiro ao Google que procure no Google por sentido se ele quer encontrar em algum lugar. Aqui, garanto que não vai achar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, mas já que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;falei&lt;/span&gt; de falta de sentido, essa história toda ficou ainda mais sem pé nem cabeça quando li mais um pedaço da mensagem que me censurou. Ó só:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os robôs de prevenção contra &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;spam&lt;/span&gt; do Blogger detectaram que seu blog possui características de um blog de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;spams&lt;/span&gt;. (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://help.blogger.com/bin/answer.py?answer=42577#whatsasplog"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O que é um blog de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;spams&lt;/span&gt;?&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;) Uma vez que você está lendo esta &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;seção&lt;/span&gt;, seu blog provavelmente não é um blog de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;spams&lt;/span&gt;. A detecção automática de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;spams&lt;/span&gt; é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;inerentemente&lt;/span&gt; confusa. Pedimos desculpas por este falso sinal positivo.&lt;br /&gt;Recebemos sua solicitação de desbloqueio em 22 de Junho de 2009. Em nome dos robôs, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;desculpamo&lt;/span&gt;-nos por bloquear seu blog, que não é de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;spams&lt;/span&gt;. Aguarde enquanto analisamos seu blog e verificamos se ele não é um blog de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;spams&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Tchê&lt;/span&gt; louco! Foram robôs confusos que me &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;detectaram&lt;/span&gt; como um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;spam&lt;/span&gt;. E, mais do que isso, os caras já saíram na frente, se desculpando pelo erro, dizendo que veja bem, enganos acontecem, foi mal aí, meu velho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;peraí&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;Se eu tenho um site que vende extensor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;peniano&lt;/span&gt; e mando aquele e-mail pra uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;listinha&lt;/span&gt; de 20 mil &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;contatos&lt;/span&gt;, anunciando que tem produto novo e aproveitando pra avisar, olha, talvez você não esteja &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;interessado&lt;/span&gt; nesse assunto, essa é uma mensagem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;automática&lt;/span&gt;, se quiser a gente não manda mais, mas como eu ia dizendo, se eu faço isso, se mando e-mail pra desconhecidos, falando coisa que eles não querem, isso é um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;spam&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;né&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que é que os robôs fizeram comigo? Não mandaram um e-mail me chamando de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;blogue&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;spam&lt;/span&gt;, dizendo que provavelmente eu não sou um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;blogue&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;spam&lt;/span&gt; e que isso é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;automático&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;patati&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;patatá&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;Entonces&lt;/span&gt;: não tem mais alguém aí também mandando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;spans&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;hein&lt;/span&gt;, seu Google?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, mas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;tamos&lt;/span&gt; de volta.&lt;br /&gt;E se esse texto aqui não for caracterizado como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;spam&lt;/span&gt; ou vírus ou bobo, feio, chato, irrelevante e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;repetitivo&lt;/span&gt;, escreveremos de novo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-8120500977205862006?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/8120500977205862006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=8120500977205862006&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/8120500977205862006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/8120500977205862006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2009/06/por-causa-dos-spam.html' title='Por Causa dos Spam'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-2082924737483704891</id><published>2009-06-05T19:28:00.001+02:00</published><updated>2009-06-05T19:31:59.308+02:00</updated><title type='text'>Por Causa da Verdade Consagrada</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Quem já ouviu dizer que livro não vende no Brasil põe o dedo aqui (e depois limpa o monitor, que dedo na tela marca). Mas essa não é uma verdade consagrada mesmo? Pois essa verdade consagrada me botou em confusão na segunda-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que era o dia em que começava a venda de ingressos pra FLIP. Mais do que isso, e aí vem a confusão, era o dia em que começava e também acabava a venda de ingressos. Talvez o Suposto Leitor, morrendo de saudade porque andei sumido, já esteja com uma pergunta: o quê? A FLIP decidiu vender os ingressos durante apenas um dia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, Suposto, mas se a organização tivesse tomado essa mediada, provavelmente não perderia dinheiro. Porque os ingressos praticamente acabaram na segunda. E eu quase fico sem ingressos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aí que eu não entendo aquela verdade consagrada ali de cima: que no Brasil livro não vende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suposto, acompanha aqui meu raciocínio:&lt;br /&gt;Se o site do Ingresso Rápido (será que é pela velocidade com que os tickets desaparecem?) ficou inavegável das 10 às 12h;&lt;br /&gt;Se o telefone do Ingresso Rápido (com certeza não é pela velocidade no atendimento), ficou ocupado das 10 às 12h15 (quando eu fui atendido);&lt;br /&gt;Se o sistema da FNAC – que era ponto de venda – deu pau no Brasil todo;&lt;br /&gt;Se na FNAC de Curitiba tinha fila de 200 pessoas esperando o sistema voltar;&lt;br /&gt;Se na FNAC Morumbi tinha outras 300.&lt;br /&gt;E se, quando, às 12h30, mais ou menos, quando consegui comprar ingressos na FNAC, os bilhetes pra Tenda dos Autores das mesas do Lobo Antunes, do Chico Buarque e do Gay Talese já tinha se esgotado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois se tudo isso, como é que livro não vende no Brasil, Suposto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais números (apesar de estar falando sobre letras, estou matemático hoje): TODOS, assim, em caps lock, TODOS os ingressos do Lobo Antunes, os mais de 800 da Tenda dos Autores e os mil e poucos da Tenda do Telão, pois TODOS os ingressos do Lobo Antunes estavam vendidos até às 13h30 (quando venci a fila de 70 ligações da espera no telefone da Ingresso Bem Rápido, hein?). Ou seja, em três horas e meia, mais de 2000 ingressos pra ver o português, mesmo que por telão, tinham sido comercializados. Assim como os da mesa do Chico + Hatoum, do Gay Talese e de algumas outras mesas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tchê, em três horas e pouco, acho que quase 10 mil ingressos pra ver escritores tinham ido pro saco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E às 14h30, quando resolvi, por curiosidade mórbida, ver como andavam as possibilidades de compras no site da Ingresso Rápido Que Tá Acabando, descobri que praticamente TODAS as mesas não tinha mais entradas pra Tenda dos Autores. E muitas também já tinham também o “esgotado” piscando pra Tenda do Telão. Suposto, acompanha meus números: se são 19 mesas, e são, isso quer dizer que, em quatro horas e meia, uns 15 ou 20 mil ingressos foram vendidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Radiohead precisou de mais de um mês pra vender isso no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;O Oasis não teve esse público em Porto Alegre.&lt;br /&gt;O R.E.M acho que ficou foi por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá pra entender por que é que eu me atrapalhei com aquela consagrada frase de que livro não vende no Brasil? Pô, livro não vende, mas escritor vende bem pra caramba. Que paradoxo, né? Porque a gente não tá falando aqui só de pop stars como o Chico, que talvez arraste público, porque escreve bem, mas também, porque canta bem, porque compõe bem ou porque continua muito bem por causa dos olhos azuis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem escritores jovens ou escritores que eu não conhecia até aparecerem na programação da FLIP deste ano. Aliás, fui comprar o livro de alguns autores e tive que encomendar porque não tinha em estoque. E não é porque já tinham vendido tudo. É porque ninguém compra os livros dos sujeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que coisa, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ingresso não dá pra comprar porque vendeu tudo.&lt;br /&gt;O livro não dá pra comprar porque não vendeu nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior é que não dá nem pro Suposto Leitor me dizer Ah, mas pensa bem, pelo menos todos esses autores devem ter dois mil livros vendidos, se duas mil pessoas querer vê-los. Na-na-ni-na-não, Suposto. Eu que não leio muito, mas não leio pouco já estive em outras edições da FLIP vendo escritores de quem já tinha ouvido falar, mas não tinha lido, ou que haviam despertado minha curiosidade por causa da programação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí cria-se um impasse na vida do escritor. Se o livro não vende, mas ele, o autor vende ingresso, então o negócio pra ganhar a vida como escritor é estar na FLIP, na FLIPORTO, no Festival da Mantiqueira, na Bienal e, peraí, mas aí o sujeito escreve quando? Porque escritor escreve. E eventualmente – às vezes nem eventualmente se for o Veríssimo ou o Rubem Fonseca -, mas eventualmente fala, não? Então o que faz o escritor se pra ganhar a vida ele tem que aparecer em público?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escreve durante as palestras?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz um Big Writer: 16 autores, vigiados dia e noite por câmeras? Será? Em vez de um programa onde todo mundo fala bobagem, um onde todo mundo fica quieto e, talvez escrevendo bobagem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou aumenta o preço dos ingressos e inclui um livro de brinde?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou exige que, em vez de, por exemplo identidade, o sujeito apresente uma ficha de leitura de um livro no ato da compra do ingresso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou dá o golpe do baú?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Acho que, se o Suposto Leitor fosse um suposto escritor que falar na FLIP, eu diria assim: capricha na palestra pra ver se vende mais uns livros por lá e não me gasta o cachê em bobagem, que senão não vai dar pra ser escritor.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-2082924737483704891?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/2082924737483704891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=2082924737483704891&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/2082924737483704891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/2082924737483704891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2009/06/por-causa-da-verdade-consagrada.html' title='Por Causa da Verdade Consagrada'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-699227143817648720</id><published>2009-06-04T23:24:00.002+02:00</published><updated>2009-06-04T23:35:40.667+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Ahá!</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qPq-W62v_7U&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/qPq-W62v_7U&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ahá! Rapaz, nós seres humanos evoluímos, mesmo, não. Taí, pro Suposto e pra quem mais duvidava, descobri como botar a telinha do YouTube aqui no Porcausa. Agora dá pra ver aqui mesmo. Ah, e Suposto, se quiser ler minha última coluna no &lt;a href="http://www.cineronda.com.br/caetanear-o-que-ha-de-ruim/"&gt;CineRonda &lt;/a&gt;e a última no &lt;a href="http://reginaldopujolfilho.blogspot.com/2009/05/demitiram-o-rubem-fonseca.html"&gt;Vaia&lt;/a&gt;, faça-me o favor de clicar nos títulos dos veículos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-699227143817648720?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/699227143817648720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=699227143817648720&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/699227143817648720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/699227143817648720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2009/06/por-causa-do-aha.html' title='Por Causa do Ahá!'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-6287692727697665548</id><published>2009-05-19T00:31:00.002+02:00</published><updated>2009-05-19T00:36:49.996+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Vídeo</title><content type='html'>Opa.&lt;br /&gt;Queria botar aqui uma daquelas telinhas do YouTube que têm nos blogues por aí. É  pra mostrar um vídeo que o Estudio Makako aqui de Porto Alegre fez pro meu conto Querido U,.&lt;br /&gt;Mas eu não sei fazer isso e não adianta o Suposto Leitor vir me dizer que é só fuçar no blogspot que eu descubro. Não, Suposto. Eu tô com pressa. Quero avisar agora: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=qPq-W62v_7U"&gt;Tem um vídeo do Querido U, no You Tube, pra ver é só clicar em cima desse imenso hiperlink.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Espero que vejam.&lt;br /&gt;E que gostem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-6287692727697665548?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/6287692727697665548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=6287692727697665548&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/6287692727697665548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/6287692727697665548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2009/05/por-causa-do-video.html' title='Por Causa do Vídeo'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-5194099589091334518</id><published>2009-04-17T22:14:00.003+02:00</published><updated>2009-04-17T22:44:21.346+02:00</updated><title type='text'>Por Causa da Festa Literária de Porto Alegre</title><content type='html'>Como diria o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;paulista&lt;/span&gt;, então: tenho um convite pra ti, Suposto. Quarta que vem, 22 de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Abril&lt;/span&gt;, começa a 2ª edição da &lt;a href="http://www.artistasgauchos.com.br/festipoaliteraria/"&gt;Festa Literária de Porto Alegre&lt;/a&gt;, organizada pelo Fernando Ramos, do Vaia. E eu vou participar da abertura da festa. Anota aí:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarta, 22/04 às 17h30&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MESA DE ABERTURA DA FESTA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Fabrício&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Carpinejar&lt;/span&gt;, Leonardo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Marona&lt;/span&gt; e &lt;strong&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Reginaldo&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Pujol&lt;/span&gt; Filho&lt;/strong&gt; encontram o escritor homenageado da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;FestiPoa&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Luis&lt;/span&gt; Fernando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Verissimo&lt;/span&gt;, para uma conversa sobre poesia, humor e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;crônica&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarta, 22/04 às 19h&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SESSÃO DE AUTÓGRAFOS DO LIVRO &lt;em&gt;O MELHOR DA FESTA&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;É o lançamento da antologia que reúne os participantes da primeira edição da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;FestiPoa&lt;/span&gt; como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Luis&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Antonio de&lt;/span&gt; Assis Brasil, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Fabrício&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Carpinejar&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Luis&lt;/span&gt; Augusto Fischer, Ricardo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Silvestrin&lt;/span&gt; e outros. &lt;strong&gt;E tem um conto meu nesse livro. Ou seja, autografarei também. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Custará 20 pilas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso vai rolar na Livraria Letras &amp;amp; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Cia&lt;/span&gt;, na Osvaldo Aranha, 444.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparece lá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-5194099589091334518?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/5194099589091334518/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=5194099589091334518&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/5194099589091334518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/5194099589091334518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2009/04/por-causa-da-festa-literaria-de-porto.html' title='Por Causa da Festa Literária de Porto Alegre'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-7214312439053568969</id><published>2009-04-15T15:11:00.004+02:00</published><updated>2009-04-15T15:29:14.286+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Dog</title><content type='html'>Essa é daquelas que me fazem achar que eu moro na Globo. Não, não vi o Lima Duarte almoçando do meu lado, nem a Cássia Kiss pegou o ônibus comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tô falando é da última Veja Melhor de Porto Alegre, que saiu com gostinho de final de novela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peraí, deixa eu explicar que tá ficando tudo enrolado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inspirado por um comercial na TV Ulbra, escrevi há meses sobre o Cachorro do R, outrora do Rosário, lembram? Quer dizer, lembra, Suposto. E elocubrei no final do texto o porquê de o cachorro do R ser do “do R” e não do Rosário, apesar de haver ainda um cachorro do Rosário. E minhas elocubrações passaram por uma trama novelística, que dizia assim:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Putz, Suposto, tu viu esse comercial? Tu já viu uma coisa dessas? Já tinha ouvido falar de advogado de porta de cadeia, mas será que foi um advogado de porta de lancheria que teve a idéia de registrar a marca e passar a perna no simpático tiozinho do bigode branco? Ou terá sido um racha na família Cachorro do Rosário? Digo assim, o herdeiro direto do seu José Cachorro do Rosário, o José Cachorro do Rosário Jr. (ou Salsichinha do Rosário pra turma da rua) naquele clichê de jovem empreendedor, cansado das manias romanticoartesanias do patriarca, teria passado a perna no velho pra modernizar a sua herança? Será? Quis expandir os negócio e porque o pai não queria, deu o golpe do registro de marca.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;E pra minha surpresa – e do Suposto também – me aparece uns dias depois um simpático comentário:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Caro Reginaldo é com grande orgulho e extrema satisfação que venho através desta agradecer do fundo do meu coração o post que escreveste no teu blog sobre o Cachorro-quente do R (em frente ao colégio Rosário).&lt;br /&gt;È graças a clientes fiéis e verdadeiros como você que meu lanche é vendido há mais de 40 anos no mesmo lugar sem tele-entrega nem filiais.&lt;br /&gt;Não tenho palavras para expressar o quão emocionado fiquei quando li o seu comentário e senti que realmente entendeu a mensagem que quis passar a todos os que apreciam meu lanche, alguns até amigos de longa data, os que vi crescer ali junto ao longo desse 46 anos quando comecei apenas com uma humilde carrocinha, e que hoje continuam me acompanhando nesta jornada.&lt;br /&gt;Agradeço pela confiança que depositasse na minha carrocinha aquela que se manteve firme e forte mesmo depois de várias mudanças de hábitos e fast-food porto-alegrense e saibas que lhe desejo sorte em sua jornada, que Deus lhe ilumine e lhe conceda sucesso assim como concedeu a mim.&lt;br /&gt;Atenciosamente&lt;br /&gt;Osmar Ferreira Labres&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Primeiro pensei Não, o Suposto tá de galhofa comigo, tirando de Suposto Brincalhão. Mas eis que comentei o ocorrido com pessoas aqui e ali, até que começaram a surgir boatos de que É isso mesmo, cara, deve ser o dono do Cachorro do R, parece que a história dele é bem assim como tu escreveu, etecétera, etecétera e etecétera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Camarada, fiquei estupefato (legal se dizer estupefato), mas fiquei assim mesmo com o fato de eu ter imaginado a história como ela é e, mais ainda, com a prova de que essas coisas rocamboliconovelescas acontecem sim, ali, na esquina do Colégio do Rosário. Que coisa, não? A arte e o Por Causa dos Elefantes imitando a vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, além de estupefato, também tive uma tristezita. A trama da novela tava acontecendo sim, na vida real. Mas e o final feliz, cadê o final feliz, hein? O Seu Cachorro do R teve a marca roubada pelo filho, tinha que fazer comercial ressaltando que não tinha telentrega, mas nada daquele final redentor pro nobre personagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria falar com o Manoel Carlos, com o Aguinaldo Silva, a Gloria Perez, com quem estivesse escrevendo esse folhetim pra saber como é que o núcleo do cachorro-quente ia se dar bem nessa história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, sete meses depois, tou eu, abrindo a Veja Melhor de Porto Alegre, olhando quem ganhou o quê e com quem que eu me deparo na categoria cachorro-quente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele: Cachorro-quente do R.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E veja o que diz a Veja:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A mesma carrocinha campeã em 1998, 2000, 2001, 2004, 2005 e 2006 foi escolhida pelo júri deste ano. Mas o nome de quem faz o melhor cachorro-quente de 2009 mudou de Cachorro-quente do Rosário para Cachorro-quente do R. Uma tradição desde 1962, sob o comando de Osmar Ferreira Labres, o lanche continua igual: é no mesmo lugar, saboroso como antes, com 700 unidades montadas por dia e treze empregados se desdobrando no atendimento. Localizado em frente ao Colégio Rosário, tem as enormes filas de sempre, ao meio-dia e no final da tarde. Os fregueses podem escolher o sanduíche com uma ou duas salsichas (R$ 4,50) ou com linguiça (R$ 5,70), e variados complementos: molho de tomate, ervilha, queijo ralado, pimenta, mostarda, maionese, óleo de oliva e salsa. Outra opção é a versão míni, servida no pão de 50 gramas (R$ 3,20). A mudança de nome ocorreu por uma disputa familiar: as filiais e a tele-entrega do Cachorro-quente do Rosário pertencem ao filho de Osmar. Eles não se falam mais, pois o sucessor teria registrado a marca e aberto outros estabelecimentos, a revelia. Por isso, o original, na frente do Colégio Rosário, perdeu o nome. Mas ganhou outro título.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tcharam, sobe trilha, enxuga as lágrimas, bate palma e comemora. Chegou o final feliz, a justiça foi feita e acho que o Seu Cachorro do Rosário Jr deve estar embarcando num jatinho, fugindo para longe, pra sumir como um bom vilão, que um dia pode voltar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora ando de olho pra ver se não tem nenhum amigo meu pra casar.&lt;br /&gt;Que não existe final de novela sem essa cena.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-7214312439053568969?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/7214312439053568969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=7214312439053568969&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/7214312439053568969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/7214312439053568969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2009/04/por-causa-do-dog.html' title='Por Causa do Dog'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-2266610397950022396</id><published>2009-04-08T15:00:00.002+02:00</published><updated>2009-04-08T15:07:45.412+02:00</updated><title type='text'>Por Causa Dos Bicho Estranho</title><content type='html'>Se o seu médico disser que você provavelmente está com uma virose, leia a legenda:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu acredito em Deus, no inexplicável, mas não vou dar o braço a torcer, meu chapa.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;É isso aí, dizem que Deus se manifesta nos detalhes, mas eu acho que ele também anda dando o seu recado na virose. Porque já reparou? Febre + dor no corpo = virose. Aquele descontrole do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;sifíncter&lt;/span&gt; + &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;enjôo&lt;/span&gt; = virose. Daqui a pouco a gente chega com dor no joelho no consultório e vai ser virose. Ah, sim, o Suposto Leitor vai me dizer que não, que obviamente o joelho pode ser investigado com raio x, tomografia e outros meios para se encontrar a causa da dor, ao contrário de sintomas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;subjetivos&lt;/span&gt; como dor pelo corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, Suposto, é aí que eu quero chegar. Se o doutor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;furunçar&lt;/span&gt; por todo teu joelho, teu histórico médico, teu passado, teu presente e teu futuro e não achar a explicação para o problema no joelho, ele vai &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;tascar&lt;/span&gt; Olha, seu Suposto, acredito que é uma virose, sabe, tem dado muito disso, viu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virose é o ferrolho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que nem criança quando fica sem razão numa discussão: xinga a mãe do amigo. Pronto, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;cabou&lt;/span&gt;-se a discussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque, me diz aí, Suposto: qual é o remédio pra virose? Aspirina? Canja? Cama? Repouso. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Tô&lt;/span&gt; dizendo, é o mesmo que me mandar rezar. Em vez de dizer Veja bem, essa virose dura uma semana, repouse sete dias, que estará &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;novinho&lt;/span&gt; em folha, poderiam dizer Meu filho, Deus escreve certo por linhas tortas, faça um retiro de sete dias, rezando todas as manhãs, que logo ele olhará por você. Me diz, alguém aí não se curaria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E daí eu fico pensando: e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;cadê&lt;/span&gt; a inquietação do ser humano e da ciência frente ao desconhecido? Ficam inventando celular que bate foto, manda e-mail, toca música, faz filme, anda de bicicleta sem as mãos e dá &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;tchauzinho&lt;/span&gt; pra que, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;hein&lt;/span&gt;? Horas, dias criando o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;twitter&lt;/span&gt;, essa revolução, a troco de quê? Anos pra desenvolver o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;blue&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;ray&lt;/span&gt; por que motivo? Pra gente ter o que fazer, quando ficar em casa esperando a virose passar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;né&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho humilhante pra ciência ficar se gabando de todos os avanços tecnológicos, de ter dominado o planeta, mas ter que correr pro ferrolho da virose por causa dum &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;cocô&lt;/span&gt; mole. Inventamos a Internet, mas não explicamos o milenar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;cocô&lt;/span&gt; mole? Será que não era de todas as cabeças brilhantes dessa planeta investigarem a cura da virose ou da gripe? Botar o cérebro pra trabalhar em uma descoberta ou invenção, mesmo sabendo que essa não tem a menor chance de o Google ou o Bill Gates quererem comprar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou será que é melhor não se mexer mesmo nesses insondáveis mistérios do universo. Vai que Ele se irrita e resolve mostrar sua existência não mais em detalhes ou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;viroses&lt;/span&gt;, mas mandando um dilúvio ou tirando o Orkut do ar definitivamente. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Deusulivre&lt;/span&gt;!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-2266610397950022396?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/2266610397950022396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=2266610397950022396&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/2266610397950022396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/2266610397950022396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2009/04/por-causa-dos-bicho-estranho.html' title='Por Causa Dos Bicho Estranho'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-8238866054555829426</id><published>2009-02-05T22:43:00.002+02:00</published><updated>2009-02-05T22:48:38.404+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Ora Pois</title><content type='html'>Ô, pá, Suposto!&lt;br /&gt;Rapidinho como quem rouba, só pra te contar que agora tu pode me ler n'além mar. Saiu um conto meu no site de literatura purtugueis &lt;a href="http://www.pnetliteratura.pt/literanario.asp"&gt;PNETliteratura&lt;/a&gt;. É só clicar no nome do site pra navegar até lá e descobrir. Vai lá, gajo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-8238866054555829426?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/8238866054555829426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=8238866054555829426&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/8238866054555829426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/8238866054555829426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2009/02/por-causa-do-ora-pois.html' title='Por Causa do Ora Pois'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-5973625801274986162</id><published>2009-01-20T20:12:00.000+02:00</published><updated>2009-01-20T20:15:05.667+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Bom Senso</title><content type='html'>Fui agora há pouco fazer a renovação da minha carteira de motorista e voltei de lá achando o Brasil tão Estados Unidos ou o contrário e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;vice&lt;/span&gt;-versa. É que te aplicam um questionário antes de fazer o exame médico. E no bater os olhos naquelas perguntas, tive um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;flashback&lt;/span&gt; (em inglês, em homenagem aos EUA) da vez em que estive lá na terra do Barack Obama. Eu tinha 15 anos, mas já era bem cri-cri com a bobagem alheia. E a terra da liberdade me deu uma de boas-vindas. Na hora de passar na alfândega, eu, meu pai e toda &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;cucarachada&lt;/span&gt; tivemos que responder um questionário que perguntava se eu tinha alguma arma ou bomba comigo. Se a minha visita aos Estados Unidos da América era pra turismo, trabalho ou pra matar alguém ou pra algum fim terrorista. Coisas assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, e o questionário da renovação da carteira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu leio ele e encontro questões como “Já precisou de tratamento psiquiátrico?”, “Usa drogas ilícitas?” e por aí adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí quem pergunta não é a Casa Branca, nem Centro de Formação de Condutores. Sou eu mesmo: será que algum sujeito já disse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Yes&lt;/span&gt; pra pergunta Você veio praticar algum ato terrorista? Ou Sim pra Você usa drogas ilícitas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um com a sua guerra, eles contra terrorismo, nós em guerra no trânsito, mas os dois tão parecidos, acreditando num método que, Suposto, ou algum psicólogo/pesquisador que por aqui passar, me desminta por favor, mas um método que parece completamente falível, sem a menor probabilidade de ter algum sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico pensando, se isso são testes de bom senso. Assim, o terrorista tem uma crise de sinceridade, põe a verdade acima do seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;deus&lt;/span&gt; e da sua missão e diz lá pro FBI&lt;br /&gt;— Cara, pois é, vim aqui pra arrebentar com a Estátua da Liberdade num atentado que vai matar mais gente que o 11 de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;setembro&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;E daí o tira diz pra ele:&lt;br /&gt;— Mister, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;sorry&lt;/span&gt;, mas o senhor vai ter que voltar pro seu país de origem.&lt;br /&gt;— Por quê? Porque sou terrorista?&lt;br /&gt;— No... porque a América deseja somente pessoas de bom senso em suas terras e, convenhamos, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;planejar&lt;/span&gt; um atentado e admitir, assim no mais, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;my&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;friend&lt;/span&gt;, beira a estupidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou, o doutor analisando o questionário do cara que quer tirar a carteira:&lt;br /&gt;— Aqui o senhor diz que consome drogas ilícitas...&lt;br /&gt;— Pois é, mas só de vez em quando...&lt;br /&gt;— É, o senhor não está apto a dirigir...&lt;br /&gt;— Mas é só um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;baseadinho&lt;/span&gt; de vez em quando...&lt;br /&gt;— Não, não é isso, é que, vamos combinar, um cara burro capaz de admitir frente a lei que consome drogas ilícitas não deve entender uma lei de trânsito. Desculpe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí, Suposto, será que é essa a metodologia? Olha, assim como todo mundo faz na alfândega americana e no questionário da carteira de motorista:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(  ) Sim.&lt;br /&gt;(x) Não.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-5973625801274986162?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/5973625801274986162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=5973625801274986162&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/5973625801274986162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/5973625801274986162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2009/01/por-causa-do-bom-senso.html' title='Por Causa do Bom Senso'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-4996490876433837070</id><published>2008-12-15T20:34:00.002+02:00</published><updated>2008-12-15T23:26:42.831+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Pinto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Tem uma coisa que eu penso muitas vezes. É sobre profissões e as escolhas delas e ninguém aqui imagine que eu estou pra me inscrever no vestibular. É que eu penso sobre o dono da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Bettanin&lt;/span&gt;, seja lá quem for ele. Mas a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Bettanin&lt;/span&gt; é uma grande indústria de vassouras e daí eu penso nesse sujeito, o seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Batanin&lt;/span&gt;, pensando se ele, quando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Bettaninzinho&lt;/span&gt;, sonhava Quando eu crescer, quero ser o maior fabricante de vassouras do mundo, quero fazer vassouras que limpem os cantos como nenhuma outra, com cabos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;ergonômicos&lt;/span&gt; e uma capacidade ímpar de tirar o pó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que não. (e não só porque o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Bettaninzinho&lt;/span&gt; ainda não devia saber o que era ergonomia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas esse meu raciocínio reincidente sempre me leva  ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;gari&lt;/span&gt;, que parece ser sempre um exemplo de profissão que não se escolhe, tanto quanto ser um fabricante de vassouras. Assim, eu sempre consigo fazer um paralelo entre um industrial e um sujeito do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;povão&lt;/span&gt;, por serem dois caras que não convivem com o nosso dilema superclasse-média do sonho profissional, da realização profissional, são dois caras, o seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Bettanin&lt;/span&gt; e o Seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;gari&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;distantíssimos&lt;/span&gt; um do outro, porém muito próximos não só nas vassouras, mas na óbvia conclusão de que a necessidade e o acaso foram mais importantes em suas vidas do que o teste vocacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que na última vez em que eu pensava de novo sobre isso, pintou um sujeito novo na história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele: o urologista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu amigo, minha amiga e, caso nem meus amigos nem minhas amigas me leiam, Suposto: 22 em cada 10 estudantes de medicina, seja lá porque razão, decidiram e ambicionaram fazer essa faculdade. Não é por falta de opções, porque – como adoram dizer os politicamente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;corretos&lt;/span&gt; sobre o Seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Gari&lt;/span&gt; – alguém tem que fazer, nem por acaso que um cidadão se prepara um (s) ano (s) inteiro (s) pro vestibular e depois faz faculdade, residências, especialização e o caramba. Não. O cara quer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é nesse querer que eu penso. No querer do urologista, rapaz. Quando, por que, como, onde na vida &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;acadêmica&lt;/span&gt; do cara ele pensa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Cariologia&lt;/span&gt;? Não, muito disputado... Cirurgia plástica? Não, anda com uma imagem muito comercial... já sei Urologia! Reparem, com o perdão da baixeza, não é nem ginecologia. É cuidar do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;bilau&lt;/span&gt; mesmo. E mais ou tão estranho é que poucas ou nenhumas (eu não conheço) são AS urologistas. É sempre O, pelo menos na minha memória. Gostaria que alguém me explicasse o que leva um cara, num mundo machista, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;preconceituoso&lt;/span&gt; a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;quere&lt;/span&gt; se dedica a um troço tão passível de piada. Por grana não é, que as outras medicinas também permitem. Por benevolência, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;pô&lt;/span&gt;, mas nem a Madre Teresa foi urologista. Será por castigo dos pais? Ou pra mostras que é tão macho que não tá nem aí?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É mais complicado que entender como alguém vira dono de fábrica de vassouras.&lt;br /&gt;Mas tem uma semelhança com o Seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Gari&lt;/span&gt;: alguém tem que fazer. E a gente tem que agradecer a quem faz em vez de nós. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-4996490876433837070?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/4996490876433837070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=4996490876433837070&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/4996490876433837070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/4996490876433837070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2008/12/por-causa-do-pinto.html' title='Por Causa do Pinto'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-1438904090801018656</id><published>2008-12-02T23:42:00.002+02:00</published><updated>2008-12-02T23:52:06.633+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Luis Fernando Veríssimo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Eita&lt;/span&gt;, fico até nervoso de escrever isso aqui. Mas essa é a grande chance d'eu conhecer o Suposto pessoalmente. Porque eu sei, cara, que tu não vai fazer desfeita pra esse evento:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Sábado, 6 de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;dezembro&lt;/span&gt;, às 18h30 eu vou participar de um evento com o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Luis&lt;/span&gt; Fernando Veríssimo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É o Palavra - Alegria da Influência&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Organização do Fernando Ramos do Vaia e do pessoal da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Palavraria&lt;/span&gt;, Livraria e Café.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É assim: desde &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;agosto&lt;/span&gt; este evento vem acontecendo. Um novo e recente escritor (eu) chama pra uma conversa um grande escritor (o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Vérissimo&lt;/span&gt;, lógico) com estrada, com chão, com obra e que, antes de tudo, seja sua influência. Pra um bate-papo. Algo como &lt;em&gt;Cartas a um jovem escritor&lt;/em&gt; só que na versão oral, ditado, ali, cara a cara. Vai ser isso. Já agradeço ao Fernando e à &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Palavraria&lt;/span&gt; e muito, muito ao Veríssimo por essa chance.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ah, e ainda por cima vai ter canja musical do Cláudio &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Levitan&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se você leu até aqui, esteja muito convidado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Sábado, 6 de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;dezembro&lt;/span&gt;, a partir das 18h30, na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Palavraria&lt;/span&gt; (Vasco da Gama, 165)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aparece lá, Suposto.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4515632148479995064-1438904090801018656?l=porcausadoselefantes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/feeds/1438904090801018656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4515632148479995064&amp;postID=1438904090801018656&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/1438904090801018656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4515632148479995064/posts/default/1438904090801018656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porcausadoselefantes.blogspot.com/2008/12/por-causa-do-luis-fernando-verssimo.html' title='Por Causa do Luis Fernando Veríssimo'/><author><name>Reginaldo Pujol Filho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4515632148479995064.post-1410265376840413013</id><published>2008-11-14T15:30:00.002+02:00</published><updated>2008-11-14T15:36:37.902+02:00</updated><title type='text'>Por Causa do Tubarão, do Camarão, do Peixinho</title><content type='html'>Pois &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;tava&lt;/span&gt; há um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;tempão&lt;/span&gt; pra escrever isso. Antes até da escritura do texto sobre as eleições. Mas vai ver eu não tinha digerido bem a informação. Conto pra ti, Suposto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há coisa de mês, mês e pouco, andei por Recife, a trabalho. E no único dia que deu pra pegar uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;prainha&lt;/span&gt;, presenciei uma das maiores afrontas do homem à natureza. Verdadeira batalha psicológica entre ser humano e animal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguinte: fui tomar banho de mar na praia da Boa Viagem. 30 graus, eu louco por uns mergulhos. Mas não tem como. É água na cintura, e olhe lá. Se passar muito disso, perigo: o tubarão pode pegar. Em Boa Viagem tem aquele &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;fenômeno&lt;/span&gt; de ataques de tubarão, que a gente do sul só via no Jornal Hoje e no Fantástico. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Fenômeno&lt;/span&gt; que não tem nada de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;fenômeno&lt;/span&gt;. É &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;reação&lt;/span&gt; mesmo. Os bichos só tão buscando alimento ali, porque uns anos atrás, alguns seres humanos aterraram a área mais ao sul onde eles se procriavam e se alimentavam. &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Diz&lt;/span&gt; que nem gostam muito da nossa carne, mas que, na falta de um peixinho, ou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;camarãozinho&lt;/span&gt; melhor, se bobear, mandam uma coxinha de gente. Mas não é essa a batalha psicológica a que me refiro não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A batalha eu percebi quando, nada muito divertido no mar, voltei pra areia e reparei que, mesmo sem jacaré e com tubarão. a turma lota a praia. Muita gente que vai se espremendo à medida que a maré sobre. E ficam curtindo um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;mezzo&lt;/span&gt; feira livre, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;mezzo&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;quermesse&lt;/span&gt;. Assim, ó, as frases mais ouvidas na beira da praia de Boa Viagem foram:&lt;br /&gt;— Ó, o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;espetinho&lt;/span&gt; de camarão.&lt;br /&gt;— &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Caldinho&lt;/span&gt; de feijão! De camarão! De pimenta!&lt;br /&gt;— Olha a caldeirada!&lt;br /&gt;— Peixe, peixe frito! — e um peixe de uns três palmos de comprimento.&lt;br /&gt;— &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Oia&lt;/span&gt; a ostra, ostra!&lt;br /&gt;E, claro:&lt;br /&gt;— Quero!&lt;br /&gt;— Me vê dois?&lt;br /&gt;— Traz mais um?&lt;br /&gt;Um cardápio muito variado pra quem cresceu a milho verde e picolé em Capão da Canoa. E uma turma ávida por um piquenique ou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;kerb&lt;/span&gt; na beira da praia. E eu me espantando com tudo isso. Até que olhei pro mar e imaginei a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;tubarãozada&lt;/span&gt;, toda de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;tocaia&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;espreiatando&lt;/span&gt; por trás dos recifes. Então espichei o olho ao meu redor e vi aquela gente toda se refestelando no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;buffet&lt;/span&gt; ao ar livre. E saquei. É pura provocação. R&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;ecifences&lt;/span&gt; e turistas tão dizendo pra turma da barbatana Ah, tão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;mordidinho&lt;/span&gt;, é? Perderam o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;camarãozinho&lt;/span&gt; e vieram me almoçar? Pois morram de fome, que, ó, ó, eu tenho &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;camarãozinho&lt;/span&gt; e não te do-ou! Tenho &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;sururu&lt;/span&gt; e é só me-eu. É o chamado troco, co
